Alerta Final

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sexta-feira, 19 de setembro de 2008

CONSEGUIRÍAMOS VIVER APENAS COM A SALVAÇÂO?





O que aconteceria, se Deus nos proporcionasse apenas a salvação?


Ouvimos sempre alguém, dizendo: "Deus é muito bom, tem me abençoado... Estou feliz com Deus, ele respondeu minhas orações... Seja fiel nos dízimos e ofertas alçadas, que Deus vai te abençoar poderosamente... Fiz um propósito com Deus de contribuir com construção, com a obra, com missões... o resultado foi grande, muita bênção".


Se Deus resolvesse apenas no salvar e nada além disso, seria ele alguém ruim? Injusto? Infiel por isso? Apenas a salvação é tudo em nossa vida. As demais coisas são consequência da salvação. Será se alguém se animaria em dizimar se Deus tivesse decretado não abençoar os dizimistas? E se contribuíssemos com missões, construção, ofertas, dízimos sem nada em troca? Apenas pelo amor sem acréscimos no salário, na saúde, no espiritual?


Apenas para relembrar. A obra de Deus não é banco, nem bolsas de valores para fazermos investimentos, como: " Você dá mil reais (1000,00) para a obra, pra missão, ou pra construção Deus te dá dez mil (10,000,00). Se Você der dez mil reais (10,000,00) ele te dá cem mil reais em troca (100,000,00). Se fosse assim seria um ótimo negócio, um ótimo investimento, uma boa maneira de enriquecer.


Mas não é assim, Deus abençoa espontaneamente quem ele quer. Aliás é uma característica do caráter de Deus nos abençoar, ele gosta de abençoar. Lembrando que está escrito que os pobres sempre tendes convosco. Sempre teremos pobres na igreja, nem todos serão enriquecidos com riquezas materiais. Mas as bênçãos de Deus não estão condicionada às riquezas materiais, alguém pode ser rico espiritualmente, sendo pobres materialmente. Outros podem ser ricos materialmente, enquanto é pobre espiritualmente.


Mas e se Deus resolvesse nos conceder apenas a salvação e nada mais? Já não estava bom? Ou ótimo, excelente? Ele não permitiu Moisés entrar na terra TÃO prometida. Foi ruim por isso? Infiel às promessas? Deixou Paulo morrer com o espinho na carne, não curou-o, onde está sua promessa? Na graça. A graça e Deus nos basta.


Aos olhos humanos, já é muito conceder liberdade ao malfeitor culpado confesso. E ainda mais limpar a ficha desse malfeitor sem ele merecer. E quando esse malfeitor está indo embora, como se não bastasse, dão à ele, roupas novas, dinheiro para a viagem, calçados, remédios e todos os apetrechos que ele precisar, sem ele merecer, pois, merecia pelos seus atos somente a cadeia. Isso é graça.


Assim Jesus agiu, tirando-nos da cadeia, nos dando liberdade, e como se não bastasse, nos abençoa, nos consola, conforta, providencia, abre portas, cura, fala ao coração, carrega nos braços... É muita graça meu irmão, é favor imerecido, nada disto merecíamos, mas ele faz por graça. Deveríamos ser gratos a ele, mesmo sem ter toda essa graça. Se ele não curasse, graças a ele, se não abençoasse, era digno de adoração, louvor do mesmo modo. A ele glória, honra e louvor.


Abraços

Geziel

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Jesus não é um mito

A igreja primitiva enfrentou os soldados e os subordinados de Caifás, que negavam que Jesus havia ressuscitado. A história da igreja cristã, está recheada de homens que aplicaram sua vida a negar a divindade de Jesus. Outros heréticos negavam sua existência.


Durante séculos, isto tem se repetido na história. O certo é que por estes dois mil anos de cristianismo, inúmeras literaturas foram escrita com o intuito de por emdúvida, e minar a fé em Jesus Cristo.

Sabemos porque tanto interesse em se aplicar a isto. Volta e meia estão publicando algo nos meios de comunicação. Leia mais esta matéria fajuta sobre a pessoa de Jesus.










CSI Jesus
Novas descobertas trazem à tona um homem simples, talvez analfabeto, difícil de ser rastreado e longe de se sentir uma entidade poderosa e onisciente. Como ficam as crenças cristãs diante desse Jesus histórico?








leia o texto de
Reinaldo José Lopes extraído da revista galileu



É um bocado irônico que o personagem mais influente da História também seja um dos mais misteriosos. Jesus de Nazaré não tem data de nascimento ou morte registrada com segurança (embora seja possível estimá-las com margem de erro de dois ou três anos). Não deixou nada escrito de próprio punho (há até quem argumente que ele provavelmente era analfabeto). Não restou um único artefato do qual se possa dizer com certeza que pertenceu a ele. Os relatos de seus seguidores, escritos entre duas e seis décadas após a morte na cruz, falam com riqueza de detalhes de um período curtíssimo de sua vida adulta, elencando seus atos e ensinamentos, mas nos deixam no escuro sobre a maior parte de sua infância e adolescência, suas angústias pessoais e seu relacionamento com amigos e familiares.



A situação pode soar desesperadora ao extremo para um historiador que, sem recorrer à fé cristã, queira reconstruir a vida e a mensagem desse judeu singular. Mas a situação é menos complicada do que parece. Por um lado, é preciso reconhecer que os Evangelhos, principais narrativas sobre Jesus na Bíblia cristã, não são livros históricos no sentido moderno do termo. "Os Evangelhos são uma combinação de elementos históricos e interpretações feitas posteriormente no âmbito das comunidades cristãs", afirma o padre Léo Zeno Konzen, coordenador do curso de teologia da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (RS).









De volta ao laboratório: Cientistas investigam a vida de Jesus e trazem novas hipóteses, que vão da possibilidade de o nascimento não ter se dado em Belém até a provável inexistência do homem que teria resgatado o seu corpo










É tudo mentira? O ossuário de Tiago (acima) tem inscrição falsa, feita no século 21. Estudiosos atuais questionam a existência de José de Arimatéia (imagem abaixo)




Trocando em miúdos: os evangelistas (conhecidos entre nós pelos títulos de Mateus, Marcos, Lucas e João, que não devem ter sido os autores dos textos) estavam tão preocupados em relatar o que tinha acontecido com Jesus e os apóstolos 50 anos antes quanto em tornar esses fatos relevantes para seu público, formado por cristãos nascidos depois que seu Mestre morrera na cruz. A boa notícia é que a leitura crítica dessas narrativas é capaz de resgatar grande parte da vida terrena de Jesus.

O retrato que emerge desse esforço é, em certos aspectos, familiar para qualquer cristão, ao mesmo tempo em que humaniza o Nazareno. O chamado Jesus histórico é uma figura humilde, que coloca sua mensagem - o anúncio da chegada do Reino de Deus - acima de qualquer preocupação com sua própria importância. Não se comporta como uma entidade superpoderosa ou onisciente. E coloca em primeiro lugar a história e o destino do povo de Israel, ao qual pertence. É um Jesus que pode ajudar os cristãos a repensarem a origem de sua própria fé - mas dificilmente é uma ameaça a ela, a menos que se acredite que todo versículo dos Evangelhos é verdade literal, como se fosse um filme do que aconteceu no ano 30 d.C.





"José de Arimatéia Apoiando o Cristo Morto", de Rogier van der Weyden (1399 ou 1400-1464)













Pelo simples fato de não encontramos documentos sobre a data de seu nascimento Jesus, podemos dizer que a sua história é um mito?

A Bíblia não registra detalhes de toda sua infância, podemos dizer que ele foi para a Índia e se tornou um Guru?

Por não encontrarmos nada escrito de seu punho, podemos dizer que era analfabeto?

Não ficou nenhum legado de seus relacionamentos familiares, amizades, não encontraram nenhum pertence seu, a não ser o ossuário que a igreja romana inventou. Isto é motivo para a crença num Jesus Mitológico?

A Bíblia não se preocupa com detalhes e sim com os fatos. Por quase dois milênios a Bíblia continua sendo um livro muito lido e vendido, continua sendo atual, falando em cada época ao coração das pessoas. A nossa salvação prova que Jesus é real e divino. A nossa transformação prova a existência de Jesus, éramos pecadores, ele nos fez uma nova criatura transformando-nos.


Podemos dizer que ele existe, pela presença dele em nossa vida. "Se alguém me ama guardará a minha palavra, e meu pai o amará, e VIREMOS para ele e faremos nele morada" (Jo 14.26).

Abraços
Geziel

terça-feira, 16 de setembro de 2008

O que é e como funciona o superacelerador de partículas europeu?

Imagens extraidas do globo notícias




O que leva o interesse de um grupo de engenheiros físicos e cientistas consumirem vinte anos de sua vida a construir o maior acelerador de partículas do mundo? O tal de LHC (sigla para Grande Colisor de Hádrons) ? "Há duas emoções, o prazer de completar uma grande tarefa e a esperança de grandes descobertas à nossa frente", disse o diretor-geral do Cern, Robert Aymar.


Alguns dizem que o projeto custou três milhões de euros, há quem diga que o projeto total ficou em dez milhões de euros, gastos nas duas últimas décadas. Será se não poderiam pensar em algo mais sensato para gastar essa grana? Porque essa expectativa, preocupação, interesse, investimento em provar o improvável? Pelo simples fato de não aceitar a realidade da criação?


A ideia é colidir prótons em sua máxima velocidade para gerar inúmeras partículas elementares. Com a colisão dos prótons, gerará caquinhos dessas partículas. Os cientistas pretendem estudar os caquinhos dessas partículas, que ainda não sabem onde isto dará. O objetivo de todos esses anos de estudo, de construção e toda essa grana torrada, simplesmente para gerar esses cacos de partículas, sem saber onde isto vai dar? Muito vago isto.

"Mas segundo os cientistas, todo este investimento é a busca frenética pela tal "partícula de Deus", o bóson de Higgs". Leia a baixo parte do texto extraído do globo notícias.

Existe uma teoria muito querida pelos físicos de partículas, chamada de modelo padrão.

Ela é basicamente uma lista de todas as peças -- ou seja, todas as partículas -- usadas na confecção de um universo como o nosso. Ela explica como os prótons e os nêutrons são feitos de quarks, e como os elétrons fazem parte de um grupo de partículas chamado de léptons, em que também se incluem os neutrinos, partículas minúsculas de carga neutra. O modelo padrão também explica como funcionam as partículas portadoras de força (como o glúon, responsável por manter estáveis os núcleos atômicos, ou o fóton, que compõe a radiação eletromagnética, popularmente conhecida como luz).

Mas para todo esse imenso "lego" científico funcionar corretamente, os físicos prevêem a existência de uma partícula que explicaria como todas as outras adquirem sua massa. É onde entra o bóson de Higgs. Infelizmente, até agora os cientistas não encontraram nenhum sinal concreto de sua existência. Por maior que fossem os aceleradores de partículas, o Higgs continuava ocultando sua existência.

Agora, com a nova jóia da ciência européia, ele não terá mais onde se esconder. Com uma potência nunca antes vista num acelerador, o LHC quase com certeza encontrará o bóson de Higgs. Ou coisa que o valha. "Ninguém duvida que a idéia que está por trás do bóson de Higgs esteja correta", afirma Adriano Natale, físico da Unesp (Universidade Estadual Paulista).

"Se o bóson de Higgs, exatamente como foi proposto, não for encontrado, aparecerão outros sinais -- partículas -- que indicarão o novo caminho a ser seguido. Podemos não achar o bóson de Higgs, mas, seja qual for a física que está por trás, algo vai aparecer, e este algo pode até levar a uma nova revolução na física."


É meu irmão, mas apesar de tudo isso, os próprios cientistas dizem que não é possível provar suas teorias. Não foi à toa que Salomão disse: "Vede, isto tão-somente ache: que Deus fez ao homem reto, mas ele buscou muitas invenções". ( Ec 7.29).



Abraços

texto escrito por

Geziel






quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Cantor Netinho diz:"Eu gosto de meninos e meninas"

A cada dia a situação degradante do mundo vai de mal a pior. A mídia continua a empurrar de goela abaixo aquilo que é lixo, o que é podre, e muitos estão até se conformando com essa situação. Estamos tentando transmitir à nossa família o respeito, a ética,enquanto a mídia está incentivando a população a provar de tudo.

O cara fala de drogas e superação, eu tenho acompanhado por esses dias, uma mãe aflita, angustiada e até desesperada com seu filho drogado que vive às margens. O lado sombrio das drogas é ocultado por essa sociedade odierna.

Este vazio existencial que ele tem, é a falta da salvação, de Cristo que preenche o vazio da alma. Cristo é a verdade que liberta, se pois o filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. A verdadeira felicidade está em Jesus.

Matéria estraida do site
http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI12054-8219,00-EU+GOSTO+DE+MENINOS+E+MENINAS.html

“Eu gosto de meninos e meninas”

De volta com um novo CD após três anos de sumiço, o cantor baiano diz que se considera bissexual, conta as experiências que teve com drogas e admite que usa botox

Apesar de estilos musicais completamente diferentes, Ernesto de Souza Andrade Júnior, o Netinho, e Renato Russo têm algo em comum. “Eu gosto de meninos e meninas”, revelou o cantor baiano a QUEM, parafraseando, ainda que sem querer, um dos hits do compositor brasiliense morto em 1996. “Mas hoje gosto mais das meninas”, emendou. O intérprete de “Oh, Mila, mil e uma noites de amor com você” – música de um CD que vendeu 12 milhões de cópias – fez esta e outras declarações surpreendentes durante um bate-papo de duas horas, no apartamento que possui no Leblon, no Rio de Janeiro. Depois de quase três anos de sumiço, o cantor baiano de 42 anos está de volta com o 18o CD da carreira, o Minha Praia. Sorridente e articulado, Netinho criticou a banalização da música baiana, assumiu sua bissexualidade e falou da experiência com as drogas e da angústia que o levou a repensar a vida. “Foi um processo tão violento, não sei se estaria vivo se não tivesse parado”, afirma.
QUEM: Por que você deu uma parada?
NETINHO: Parei por dois anos e oito meses. Decidi parar pouco antes de 2005. Estava sem saco para viajar, trabalhar, não queria fazer shows, estava angustiado. Me chamaram de louco, mas não tinha escolha. Foi um processo tão violento, não sei se estaria vivo para dar esta entrevista. Parar foi uma das coisas mais importantes que fiz na vida. Agora trabalho o equilíbrio curtindo a vida. Só fui saber o que é fazer churrasco para os amigos há alguns anos. Tinha tudo o que o sucesso pode dar, mas me sentia vazio.
QUEM: Como deixou essa angústia tomar conta de você?
N: Quando você chega a um nível de sucesso, perde a noção das coisas. Estava conversando com Ivete Sangalo sobre isso, e reafirmei esse pensamento. O artista não tem noção do que é sua vida quando está no auge. Eu vivia amarelo, não tomava sol, me sentia feio, não queria ver ninguém, desmarcava vários programas de TV. A Hebe foi uma das pessoas que ficou chateada comigo. Eu não gostava de mim, não estava a fim de aparecer.
QUEM: É fácil parar de trabalhar quando se tem muito dinheiro, não?
N: Talvez. Não pensei por esse lado. Saí de casa aos 16 anos e tudo o que eu tenho construí sozinho. Não quis dinheiro do meu pai. Não tive infância pobre, meu pai não aceitava que a gente andasse descalço. Mas “nada como viver” (aponta para a frase tatuada no braço direito). Sucesso não vale muita coisa. Tomando banho de piscina com meu ex-empresário, contei a ele que queria parar. Falei: “Que nenhum fã saiba disso, mas tudo que conquistei na música em nada me acrescenta como pessoa”. É tudo pó. Meus discos de ouro, platina, diamante não representam nada. O bem maior que eu tenho é o que proporciono às pessoas.
QUEM: Como seus fãs reagiram?
N: Fiquei nove meses fora do Brasil, entre Londres e Barcelona, para não ver a reação do público. Sei que machuquei muita gente com a decisão de parar, porque o ídolo toma uma dimensão na vida do fã que muitas vezes não sabe. Eu negava autógrafo, negava foto, só pela angústia de não querer ser reconhecido.
O artista não tem noção do que é sua vida quando está no auge. Eu vivia amarelo, não tomava sol, me sentia feio, não queria ver ninguém. Não gostava de mim.
QUEM: Como se recuperou?
N: Sozinho. Não tenho religião, sou contra análise. Sou canceriano, não vivo sem momentos de solidão. É quando mais cresço. Namorada, família não entendem isso. Meus irmãos falavam para minha mãe: “Netinho vai se matar”. E ela: “Isso vai passar”.
QUEM: O que leva a crer que a angústia não voltará?
N: Aos 42 anos, vivo a fase mais feliz da minha vida. Isso se deve mais a meu lado pessoal do que profissional. Estou feliz demais, apaixonado, vendo tudo colorido, estou com uma mulher há um mês e meio, vivendo muitas coisas pela primeira vez. Não perco mais uma rave na vida. Sou o cara que mais dança nas raves, sou o último a sair. Ainda levo o som para o quarto e continuo a rave no hotel. Nunca tinha feito isso.
QUEM: Quantas plásticas você já fez?
N: Fiz duas no nariz, por causa de uma cicatriz. Coloco botox há dois anos e sou viciado em malhação. Adoro ficar malhado para o Carnaval.
QUEM: Já tomou anabolizantes?
N: Já, sim, uma vez. Já viu que sou verdadeiro, né? Tudo que você perguntar eu respondo. Não gostei dos anabolizantes, porque perdi movimentos, o braço não não levantava me sentia pesado . Fiquei com o pescoço horrível. Tomei por decisão própria, aquela coisa de academia. Você começa a malhar e não sai mais da frente do espelho. Passei do limite. Mas não fiquei com seqüela. Nada de cabelo cair, impotência... Tenho voz aguda, nem ficou mais grave.
QUEM: Tem medo de envelhecer?
N: Não tenho problema com idade, sou um moleque. Você precisa me ver numa rave. A última foi em Sauípe, três dias de rave, há quase um mês.
QUEM: Já usou droga nessas raves?
N: Já usei drogas em rave, sim. A experiência foi maravilhosa. Nessa vida a gente tem que provar de tudo, desde que tenha vontade e ache que não vai passar daquilo. A primeira vez que provei foi em Portugal. Foi uma experiência terrível, fiquei louco. Nunca cheirei, só passei cocaína aqui (alisa a gengiva). Não uso porque sei de experiências de pessoas que caíram mortas. Sou ativo, não preciso disso para me divertir. Maconha odeio. Para ficar acordado por muito tempo, basta eu beber energético e vodca. Já misturei álcool com ecstasy. Mas ultimamente só tomo vodca com energético. Meu último porre foi em Sauípe. Sou movido a felicidade.
Já viu que sou verdadeiro, né? Tudo que você perguntar eu respondo. Não gostei dos anabolizantes, porque perdi movimentos, o braço não levantava.
QUEM: Em 2006, você gravou a música “Tá Bom”, incluída nesse novo CD. É uma letra com referência a homossexuais?
N: Não tinha uma música específica para o Carnaval, quando compus essa letra com Carlinhos Brown. E deu uma polêmica enorme, porque fala “menino com menino, menina com menina”. Acho isso uma bobagem, não entendi o tititi. Não era nossa idéia levantar bandeira. Mas é uma música com referência ao homossexualismo, sim.
QUEM: Já teve alguma experiência?
N: Já tive experiência homossexual. Foi há algum tempo, foi interessante. É a filosofia de que devemos passar por tudo na vida. Deus é energia, quando a gente morre é escuro total. Morreu, acabou. A oportunidade é agora. Não dá para deixar nada para depois.
QUEM: Quanto tempo durou essa relação?
N: Três anos, mas não foi com famoso. Não gosto de famoso (risos). Sou anti-Netinho, sou contra essa coisa que cerca o personagem. Não chegamos a morar juntos, não dá certo. Tem que ser cada um no seu canto. O mundo caminha para o individualismo.
QUEM: Você tem uma filha de 10 anos e disse que está namorando uma mulher. Considera-se bissexual?
N: Eu gosto de meninos e meninas, mas hoje gosto mais de meninas. Eu me considero bissexual. Essa relação com um homem foi uma experiência que ficou no passado, linda inclusive.
QUEM: Mudando de assunto, como avalia a música baiana atual?
N: Está numa fase excelente, retomando o espaço que perdeu. Comecei com Cheiro de Amor, Banda Eva, Daniela Mercury, Asa de Águia... Nossas músicas falavam das belezas de Salvador. Aí, há uns oito anos, a música passou pela sua pior fase, quando o pagode baiano da periferia dominou o espaço, explodindo músicas de duplo sentido, como “Boquinha da Garrafa’, “Rala o Pinto”... Isso denegriu a música baiana em nível nacional. Isso é uma avaliação técnica, respeito o trabalho do É o Tchan e de todo mundo.
QUEM: Você nunca cantou pagode baiano nos shows?
N: Tem algumas músicas que eu canto, mas nunca “Boquinha da Garrafa”. O pessoal de Salvador até me olha atravessado, mas deixo minha opinião bem colocada. Eu me sinto herdeiro dos herdeiros do Caymmi, sou herdeiro dos tropicalistas. Matava aula para ir ver Caetano cantar.
Abraços
Geziel

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Programa Palavra da Fé 09/09/2008

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Mas uma edição do programa palavra da fé, que vai ao ar toda terça feira às 23:00, na apresentação do Pb Vandeilson.

Nesta edição do programa, eu ( Pb Geziel) e Pb Marcos, abordamos temas como as principais heresias na historicidade da igreja cristã.

Recebi vários email, e algumas pessoas ligaram no telefone da rádio, para participar. Que Deus continue nos abençoando, para contribuir com mais uma parcela para o seu reino.

Abraços

Geziel

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

programa cidade cidadão de segunda dia 08/009/2008


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Ouça e divulgue o programa cidade cidadão. Nesta segunda o jornalista José San Martin e o Dr. Valmir Nascimento abordaram assuntos relevantes e atuais.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

PROGRAMA PALAVRA DA FÉ

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O Programa palavra da fé, que vai ao ar toda terça feira, apartir das 23 horas, está com uma nova temática. O Pb Vandeilson, apresentador do programa, convidou Pb Marcos Guimarães e Pb Geziel, para comentar temas bíblicos/teológicos.

O objetivo é esclarecer temas bíblicos que muitas seitas tem distorcido. Ouça e divulgue o programa palavra da fé na rádio nazareno fm 107,9 a emissora do povo de Deus. Ou acesse o site:http://www.nazarenofm.com.br/