Alerta Final

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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Não voto em Dilma Rousseff


Todos estão cansados de saber que Dilma Rousseff não tem experiência eleitoral nenhuma apenas experiência administrativas.

A indicação de Dilma a candidatura à presidência, foi diretamente de Lula. Com isso o presidente pensa que com sua popularidade, o povo brasileiro possa confiar em Dilma.

De difícil temperamento, chegando até a maltratar colegas, segundo o presidente, Dilma transparece seu lado terrorista que construiu ao longo de sua história.

O PT que cobrava ética, postura e honestidade na política, criticando o PMDB, pelas falcatruas em especial com Renan Calheiros, Sarney, e Jader Barbalho, recebe o apóia destes como também do ex-presidente Fernando Collor. Este último, volta à suas antigas tramóias na Petrobrás, conforme a revista veja.

Isto sem falar no apoio e a admiração descarada que o PT mantém com as FARC, com Hugo Chaves e o terrorista Mahmound Ahmadinejad entre outros.

Analisamos com isso, que o PT não quer a ética, honestidade e transparência política que tanto clamou, mas sim se perpetuar no poder.

Outro sim, o governo está fazendo discurso de cima de uma caixa de fósforos, com relação à economia. Na economia, o Brasil está abaixo dos países visinhos. Porque o Brasil não cresce tanto quanto a China, Índia, Rússia, como também o Uruguai, Argentina e Bolívia? O crescimento do Brasil é sempre abaixo destes países. Sem falar no saneamento que é irrisório o investimento.

Na verdade, o povo brasileiro não pode ficar iludido com a esmola da bolsa família, isto não é projeto concreto para um futuro brilhante. Enquanto o mensalão e o mensalinho encheram os bolsos dos políticos, os brasileiros estão sendo logrados com falsos discursos e a bolsa família.

Abraços

GSC

terça-feira, 3 de agosto de 2010

A culpa é de Deus, Chico Anysio?


Terremotos, enxurradas, fomes, doenças, assassinatos e desastres acontecem a cada momento. Os atingidos diretos ou indiretamente, se põem a lastimar. Onde Está Deus, que deixa que tudo isto aconteça e não faz nada? Ele não é Onisciente? E como não reage? As estrelas e os formadores de opiniões da mídia vêem ao ar dizer: Deus é uma falácia, ele não existe, e se existir é um sádico, que se delicia no sofrimento alheio. Chico Anysio veio a publico bocejar contra a existência de Deus. Leia no seu blog http://bloglog.globo.com/chicoanysio/#

Estas e outras perguntas vêem em todo mundo, e a mais recente foi à morte do jovem Rafael Mascarenhas, filho da atriz Cissa Guimarães, que morreu na madrugada ao ser atropelado no Túnel Acústico. Deus é o culpado? Claro que não. São coisas da vida. A morte entrou no mundo por causa do pecado. E quanto às tragédias decorrentes da natureza, muitas vezes somos nós os culpados de tantas desgraças, porque fomos e continuamos a ser a causa primária das graves mudanças climáticas.

C.S. Lewis (teólogo) disse que "todo homem sabe que algo está errado quando sente dor". Portanto, nosso sofrimento não anula a existência de Deus, ou que ele não importa com os humanos. Antes, nos mostra que algo está errado; Nossa dor mostra que o plano de Deus era outro, ele não nos fez para o sofrimento e a dor. O mundo que conhecemos, não é o que Deus preparou, mas ele se tornou assim em algum momento de sua existência. De fato, toda a dor, todas as mortes e todo o sofrimento que nos assolam não estavam de acordo com o plano inicial de Deus, mas são frutos do nosso afastamento de Deus desde o início da criação.

Chegou a hora de, antes de apontarmos o dedo acusando a Deus, olharmos para nossos próprios erros. Está na hora de conhecermos a Deus como Ele verdadeiramente é e conhecermos os seus planos para resgatar a humanidade e restaurar a terra. “E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas” (Ap 21.4).

Geziel Silva Costa

sábado, 24 de julho de 2010

A Revista Cristianismo Hoje Entrevista pr Antônio Gilberto



Pelo retorno à Palavra


Consultor teológico e doutrinário da maior igreja evangélica do Brasil, o pastor assembleiano Antônio Gilberto ressalta a essencialidade da Bíblia


Por Carlos Fernandes

Enquanto aguardam a liberação de uma sala para a entrevista, Antônio Gilberto e o repórter conversam sobre a Igreja Evangélica e assuntos relativos à fé cristã no Brasil. O pastor folheia um exemplar de CRISTIANISMO HOJE. “Não há mais muito temor a Deus”, comenta, a respeito do conteúdo de uma reportagem. Ele dá uma olhada pela janela e balbucia, como se falasse consigo mesmo: “Quem de nós tem buscado ao Senhor em espírito e em verdade?”. Em dado momento, a secretária lhe traz as informações que solicitou sobre um evento. A procura não é tão grande como o esperado. “É impressionante, irmão”, diz. “Antigamente, eram comuns campanhas de oração de uma semana, cultos de consagração que duravam um dia inteiro. Agora, o pessoal não quer orar nem por cinco minutos.”

Não, Antônio Gilberto da Silva não vive do passado, embora admita que os tempos idos lhe trazem ótimas recordações. É um homem ativo e perspicaz, para quem a chegada dos 80 anos de idade parece ter trazido apenas mais experiência. Sobe com desenvoltura os três lances de escada na sede da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), no Rio. Ali, ele sente-se mesmo em casa. Respeitado por seu profundo conhecimento das Escrituras, é professor e consultor teológico e doutrinário não só da editora, mas da denominação. Integrante da Diretoria da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB), é presença certa em seminários e congressos sobre Escola Bíblica Dominical, assunto em que é especialista. “O crente deve estudar, estudar e estudar a Palavra de Deus”, afirma. “Só quem está ao lado da Bíblia pode manter-se espiritualmente de pé.”

Ao longo desta entrevista, por diversas vezes Antônio Gilberto assumiu uma postura de contrição. “Glórias a Deus, irmão, glórias a Deus”, disse, erguendo os braços e fechando os olhos, todas as vezes que foi solicitado a falar acerca de suas realizações na obra do Senhor. Elas não têm sido poucas ao longo dos últimos 65 anos, desde que se converteu, ainda adolescente. Casado, com quatro filhos e oito netos, o pastor diz que quer servir ao Senhor enquanto lhe der graça e força. “Minha oração é para permanecer fiel. A fidelidade traz felicidade.”

CRISTIANISMO HOJE -

Como está a Assembleia de Deus hoje, às portas do centenário?

ANTÔNIO GILBERTO
Eu digo que ela está caminhando bem, pela graça de Deus. O início de nossa igreja e seu crescimento são provas de que esta obra não pode ser dos homens. Como o trabalho daqueles dois obreiros estrangeiros [N.da Redação: os missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, oriundos dos Estados Unidos, fundaram a Assembleia de Deus no Pará, em 1911] poderia despertar espiritualmente o país se não fosse pela ação do Espírito Santo? Hoje, a Assembleia de Deus é querida e acatada, tem comunhão com as igrejas coirmãs e é uma referência em sentido geral.

Quantos membros tem a denominação?

É uma pergunta muito difícil de ser respondida, inclusive por causa de seu tamanho. Há mais de quinze anos, fizemos um levantamento amplo. Embora não tenha havido o retorno de todas as informações solicitadas, projetamos com segurança uma membresia da ordem de 11 milhões. O levantamento baseou-se apenas nos membros batizados, sem levar em conta as crianças e os frequentadores eventuais. Claro que não podemos afirmar este número com rigor científico, mas serve para dar uma noção da amplitude de nossa igreja.

Durante muito tempo, a Assembleia de Deus foi vista como uma igreja conservadora em relação a usos e costumes. Hoje, percebe-se maior liberalidade, sobretudo no contexto urbano. Houve exageros no passado?

Acontece que muitos irmãos e irmãs do passado, com pouco conhecimento do assunto à luz das Escrituras, praticaram excessos, estabelecendo regras individuais e regionais desnecessárias. Usos e costumes bons e santos devem fazer parte do testemunho cristão.

O uso da TV, por exemplo. Dizia-se que o crente não podia assistir à televisão, mas hoje os evangélicos usam-na largamente para anunciar o Evangelho.

Exato. Já se disse que a TV era anátema e pecaminosa. Aqueles irmãos do passado eram sinceros em sua fé, mas a ignorância e o exagero levam ao erro de muitas maneiras. Sabemos também que a mera observação de usos e costumes na igreja, de modo legalista, sem o lastro e a prática da doutrina bíblica, leva o cristão ao farisaísmo, ao legalismo, ao fanatismo religioso, à falsa santidade e à pretensa salvação pelas obras. Só que hoje vem ocorrendo o abandono de bons costumes que têm origem na doutrina cristã. Hoje, há pessoas que dizem que a Bíblia não trata de costumes. É que a palavra “costumes” nem sempre é traduzida pelo emprego deste termo na Bíblia. Se a doutrina bíblica for compreendida e observada com sabedoria e discernimento, ela certamente levará à prática de bons costumes. A doutrina é a garantia de perenidade de qualquer igreja.

Diversas igrejas independentes têm usado o nome “Assembleia de Deus”, mesmo sem qualquer ligação com a CGADB. A denominação cogita alguma medida contra isso?

Quem pode pronunciar-se sobre este ponto é a Direção nacional da igreja. Esses chamados “pentecostais” ou “neopentecostais” leem a Bíblia, mas não a estudam no sentido estrito deste termo. Eles só querem saber de manifestações humanas, como gritar, rolar, pular, expulsar demônio, praticar exorcismo. É um inominável erro cuidar só de manifestações e não do verdadeiro relacionamento com Deus, aquele que transforma a vida das pessoas. Primeiro, a predominância do Espírito Santo segundo as Escrituras; depois, os efeitos de sua manifestação. No início do movimento neopentecostal no Brasil, por volta dos anos 1960, várias igrejas que surgiram me convidavam para lhes ministrar sobre as doutrinas fundamentais da fé cristã. Esse interesse arrefeceu, como é fácil detectar nos seus escritos e programas de rádio e televisão. Esses grupos precisam despertar a tempo para, em primeiro lugar, dar espaço contínuo e amplo ao estudo sistemático da Palavra de Deus. A Assembleia de Deus está correndo o mesmo perigo; muito pouco estudo da Bíblia, priorizando suas doutrinas básicas.

E quais são as doutrinas básicas observadas pela Assembleia de Deus?

O assunto é muito extenso para tratar numa entrevista, mas eu poderia destacar algumas. A inspiração divina da Bíblia, que é específica, única e plenária. Quando o apóstolo João encerrou o Apocalipse e guardou a sua caneta, encerrou-se também, na providência divina, o cânon das Sagradas Escrituras. Sua inspiração é plenária no sentido de que Deus colocou na mente dos santos escritores sagrados não só a ideia ou o conceito da mensagem recebida dele, mas além disso guiou-os sobrenaturalmente na escolha das palavras. Também enfatizamos a salvação pela graça divina, quando o homem carente da salvação aproxima-se de Deus pela fé em Cristo. Ninguém tem mérito algum para ser salvo. Ser moralista, caridoso e altruísta é agradável a Deus, mas nada disso leva à salvação. Também cremos no Deus trino e triúno. Essa é uma verdade bíblica e doutrinária que transcende a mente humana, por mais capacitada que ela seja. Nem gênios como Newton e Einstein foram capazes de entender a triunidade de Deus. O que nos cabe é aceitar pela fé o que o Senhor diz na sua Palavra. O Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus. E também várias outras doutrinas fundamentais, como a do pecado, a da santificação, a da volta de Jesus em breve…

A doutrina do pecado não tem sido muito falada…

O assunto pecado é antipático e tem sido evitado, mas é real, assim como são reais o céu e o inferno. Quem crê em Cristo, segundo as Escrituras, está salvo da condenação eterna; quem não crê, já está condenado. É esse o Evangelho que eu prego com amor; o amor com que Deus nos ama.

Como a Igreja Evangélica deve agir em face do mundo?

A Igreja de Jesus – a verdadeira Igreja, aquela que teme ao Senhor e segue a sua Palavra – não pode se coadunar com a filosofia do mundo, que cada vez mais afunda no pecado. A Igreja neotestamentária é necessariamente diferente do mundo; de modo que, no dia em que a Igreja se coadunar com o mundo, e vice-versa, será o fim. Quando o mundo diz sim, a Igreja diz não. É assim que deve ser.

Essa diferença tem se diluído?

Infelizmente, a Igreja está muito mais parecida com o mundo do que deveria. Nós devemos enxergar esse processo como sinal dos tempos – e, sem querer ser pessimista ou negativo, tudo que tem acontecido ao redor do mundo faz parte de um panorama profético. E haverá choques tremendos entre o povo de Deus e o mundo. Veja esse pacote de leis que hoje tramitam no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas. Refiro-me a temas como a chamada união civil de homossexuais, a legalização do aborto, a descriminalização do uso de drogas hoje ilegais e as restrições ao trabalho de evangelização, entre tantos outros pontos. Mais do que nunca, o crente precisa manter-se fiel. A segunda vinda de Jesus ao mundo é um acontecimento iminente. A qualquer momento, o Senhor virá. Que bom seria se o mundo despertasse para buscar ao Senhor enquanto é tempo!

O senhor prevê uma perseguição contra a Igreja no Brasil?

Mas sem dúvida nenhuma. A propósito, eu faço parte de uma comissão em nossa denominação encarregada de redigir posições bíblico-doutrinárias sobre assuntos como união de homossexuais, família, casamento e o divórcio, inclusive o de obreiros. Queremos dar orientação clara ao nosso povo. Estamos nos debruçando sobre isso já prevendo que, se este pacote de leis for aprovado, perseguições tremendas virão, como já tem acontecido aos cristãos em outras partes do globo. Somente uma Igreja neotestamentária, ortodoxa, que teme ao Senhor e respeita a Bíblia no sentido correto, estará preparada para enfrentar estes novos tempos. A profecia de Daniel, nos capítulos 2 e 7 de seu livro, sem dúvida abarca o que estamos a responder. Tudo começou com “ouro”, mas terminou com “ferro misturado ao barro”. Não haverá inversão disso, como querem os homens que pensam sem Deus. A Palavra do Senhor é fiel e infalível. Há uma degradação crescente e geral no mundo, conforme I João 4.3.

Esse panorama de degradação o deixa chocado?

Não, eu não me choco com isso. Vejo tudo como uma advertência espiritual. O Senhor advertiu a todos sobre isso em textos como o de Mateus 24. O mundo está posto no maligno. Todas as instituições seculares sofrem com a influência e ação malignas. Não estou dizendo que todas as pessoas que não conhecem o Senhor agem deliberadamente de má-fé. Mas o secularismo da sociedade as afasta de Deus. E neste contexto, a Igreja de Cristo deve proceder como dela está escrito em I Pedro 2.11, como peregrina e forasteira. Isto é, ela não pertence a este mundo. E por falar nisso, ela está perdendo sua identidade bíblica. E como recuperá-la? Voltando à Palavra de Deus e, ao mesmo tempo, clamando por um avivamento genuíno, soberano, irresistível, como já aconteceu tantas vezes na Bíblia e também na história da Igreja.

Como definir avivamento?

Há quem pense que o avivamento espiritual da Igreja caracteriza-se

apenas pela manifestação de dons sobrenaturais e operação de milagres. Segundo as Escrituras, avivamento é uma renovação espiritual soberana da parte de Deus, uma sobrenatural intervenção divina entre o seu povo. E isso se caracteriza inicialmente pela fome incontida pela Palavra de Deus. Sempre que uma igreja é despertada pelo Espírito de Deus, ela busca sem cessar a renovação espiritual, a santificação e o conhecimento constante e profundo da Palavra de Deus, tanto na congregação como na vida de cada crente.

Mas então como a Igreja Evangélica tem crescido tanto no país?

Não é bem assim no presente momento. O número de genuínas decisões por Cristo vem diminuindo nas igrejas. A Igreja tem crescido em quantidade. Não sou contra a quantidade – quanto mais pessoas se tornarem crentes em Jesus, melhor. Mas, quanto aos seus, o Senhor conta primeiro com a qualidade de vida espiritual, moral, social e familiar. Lembre-se do caso de Gideão: Deus só permitiu que ele fosse acompanhado por 300 homens à guerra, ao invés dos milhares que havia. Ora, do dia para a noite você consegue encher um templo ou um estádio de gente; basta dizer o que as pessoas gostam e querem ouvir. No início da Igreja, praticamente não havia necessidade de apelo e convite para o povo vir a Cristo. O poder de Deus era tão manifesto que as pessoas, por livre iniciativa, procuravam os apóstolos com a pergunta: “Que devo fazer para ser salvo?”.

A situação está assim por culpa da liderança?

Nesta resposta, eu gostaria de substituir a palavra “liderança” por “pastores”. Liderança tem a ver com direção, mas, em termos de igreja prefiro abordar o assunto partindo dos pastores, aqueles que receberam de Deus o chamado e o ministério de apascentar. O pastor torna-se líder porque antes já era pastor; ele não é pastor simplesmente porque é líder de uma obra. Nem todo líder cristão é obreiro do Senhor só pelo fato de ser líder. O pastor que apenas é líder torna-se um profissional, e não um vocacionado da parte do Senhor. E os pastores precisam enfatizar a importância primordial da Bíblia Sagrada. Está faltando a Palavra em nossos púlpitos. Hoje, nos cultos evangélicos, 80% do tempo é gasto com assuntos e atividades que nada têm a ver com a exposição da Palavra de Deus. Veja as músicas de hoje – não têm nada de Bíblia, é só passatempo. Muitas vezes, quem compõe nem salvo por Cristo é. O resultado está aí: carência espiritual, pobreza de fé, crentes sem vida. Nossos pastores precisam despertar para semear a Bíblia. O povo está sem alimento. Se a ovelha recebe comida fraca, ou adulterada, pobre dessa ovelha!

A solução seria o incentivo à Escola Bíblica Dominical (EBD), uma instituição que atravessa uma crise em tantas igrejas?

Repito que uma igreja, um povo, uma família, quando despertados por Deus, mediante o Espírito Santo e a Palavra, procurarão com perseverança conhecer a Bíblia. A EBD deve enfatizar o estudo da Palavra de maneira metódica, atingindo desde o bebê até ao ancião, com professores treinados, de maneira sistemática. É preciso haver currículos definidos, senão o assunto fica a esmo. É claro que, mesmo se for ministrada de maneira precária, a Palavra sempre trará resultados na vida das pessoas, pois ela é viva e não volta vazia. Contudo, não atingirá o objetivo de construir uma igreja forte. No passado, a luta do inimigo era para destruir a Bíblia. Quantas bíblias foram queimadas na Idade Média, nas fogueiras da Inquisição? Hoje, como o diabo sabe que não há como fazer isso, sua luta é para corromper a mensagem da Palavra. E está conseguindo!

Em 1989, a Assembleia de Deus dividiu-se em dois grandes segmentos, a CGADB e a Convenção de Madureira (Conamad). Passados vinte anos, os dois grupos estão mais próximos ou mais distantes?

Não chamaria o que aconteceu de divisão, e sim, de cisão administrativo-eclesiástica. Acompanhei bem de perto o processo e sei que havia desde algum tempo certas discordâncias, mas não desavenças espirituais, religiosas e doutrinárias. As igrejas Assembleias de Deus professam a mesma doutrina. Eu integro a CGADB e, regularmente, sou gentil e honrosamente convidado por colegas obreiros da Conamad para participar de eventos e ministrar a Palavra de Deus. Sinto-me honrado e também grato a esses companheiros de ministério por essas solicitações. Da mesma forma, temos regularmente pastores e outros líderes de Madureira em eventos da CGADB. Eu, pessoalmente, mantenho a expectativa de desaparecimento desta cisão.

O que o senhor experimentou no passado e sente falta nos dias de hoje?

Ah! Do movimento dinâmico e sempre crescente de evangelização; da inflexível e intensa disposição e vontade de todos os crentes de ganhar pessoalmente almas para Jesus. Logo que Jesus me converteu, aos 14 anos de idade, Deus me usou para evangelizar uma família inteira, ajudado por outros irmãos. Aquelas sete pessoas se entregaram a Cristo e se tornaram crentes fiéis, perseverantes e frutíferos para a glória de Deus. Que alegria! Sinto falta também dos cultos de oraçao e de vigília daquela época. Hoje, o tempo que passamos na presença do Senhor, buscando a sua face em cultos coletivos, é tão curtinho… Outra coisa maravilhosa era a comunhão cristã fortíssima entre os irmãos. Todos na igreja eram unidos. O que acontecia a um era compartilhado por todos.

A esta altura da vida, qual a sua prioridade?

Permanecer fiel. Fiel a Deus; fiel à sua Palavra; fiel à doutrina; fiel à família; fiel aos compromissos assumidos; e fiel à minha igreja e aos colegas de ministério. A fidelidade só pode trazer felicidade. Imagine a alegria de, conforme Paulo disse em II Timóteo 2.15, podermos nos apresentar a Deus como obreiros aprovados! Mas Deus dá-nos da sua graça. “A minha graça te basta”, disse Deus ao apóstolo.

Entrevista extraída do site Cristianismo Hoje.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Choro ao ver a falta de discernimento da igreja.

Vendo este vídeo no you tube, percebi o quanto estamos distantes dos princípios bíblicos para um culto ou uma vida de acordo com os princípios da palavra.

Se tivéssemos outros David Wilkerson preocupados com o ruma da igreja, com coragem para bradar e levar o povo a uma reflexão, salvaríamos alguns arrebatando-os do fogo da heresia.

Alguns cruzam os braços dizendo que isto deve acontecer, e que é bíblico para o final dos tempos. Mesmo que seja, não devemos cruzar os braços, mas fazer a nossa parte ensinando a igreja a buscar o discernimento do Espírito.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A Criação do Estado de Israel

Quando criaram o Estado de Israel, não pensaram que os Israelitas conseguiriam se apossar das terras. Não imaginaram que iriam progredir e se tornar uma potência militar, econômica e política.

A mídia chama os ataques a Gaza de genocídio, extermínio total. Apesar de o Hamas dizer que seus militantes morrem, maximiza-se a tragédia palestina e minimiza-se a tragédia dos judeus.

O fato de o Hamas ser terrorista, e agrediu primeiro a Israel, estes fatos são apagados pela mídia, mesmo que Israel seja agredido. Em 2007 Hamas e Fatah lutaram na faixa de Gaza, o Hamas venceu e não fez prisioneiros, mas desde 2007, mais de 700 palestinos foram assassinados.

O regresso dos Judeus

No século XX, os judeus retornaram para suas terras. No final do século XX alguns judeus tentaram recuperar a terra. O empenho das lutas de Israel para se manter nas terras resultou na criação do Estado de Israel. Os olhares que estavam no velho mundo os EUA, agora se voltavam para o novo mundo, o Oriente Médio.

O conflito no Oriente Médio não é político/Religioso/Militar/Econômico, mas familiar, o conflito é devido à herança de Israel.

Abraão ora por Ismael: “Tomara que viva Ismael diante de ti” (Gn 17.18) Deus afirma ter ouvido a oração de Abraão e abençoaria Ismael e o tornaria fecundo e o multiplicaria extraordinariamente gerando doze (12) guerreiros. (Gn 17.20). O cumprimento destas promessas está em (Gn 25).

Mas os descendentes de Ismael tornaram-se inimigos ferrenhos de Israel (Sl 83), Somente no futuro este dilema será resolvido (Is 19.23-25).

terça-feira, 6 de julho de 2010

A PALESTINA




A Palestina

No mandato britânico de 1920-1948, os ingleses se referiram à população judaica como palestina. Este termo é criado pelos romanos no início da era cristã, com o intuito de humilhar os judeus, uma vez que palestina significa local dos filisteus (inimigos dos Judeus). Os filisteus foram extintos pelos Persas no século X a.C.

Em 1939 os judeus que fugiram do holocausto, foram proibidos de entrarem na palestina para se refugiarem. O mito é que os judeus desalojaram os Árabes em 1948. Dizem que quando a ONU criou a lei e em 1947 os árabes invadiram a terra.

O mito continua dizendo que os refugiados palestinos são: Qualquer Árabe que morou por dois anos na palestina, este é refugiado palestino. Hebrom data dos dias de Abraão. Desde Josué existem judeus por lá. Mas em 1929 os Árabes mataram e expulsaram todos os judeus.

Palestina

Palestina não é o nome de uma nação, mas denomina uma região abandonada no século II d.C. Esta palavra (palestina) vem do termo PELÉSCHT, da Bíblia hebraica, traduzido por FILÍSTIA, ou palestina.

Os filisteus eram um povo do mediterrâneo com origens na Ásia Menor, na Grécia. No período pré-patriarcal, chegou um grupo de filisteus entrando em conflitos com Abraão, Isaque e Ismael.

Outro grupo veio da ilha de Creta, em 1194 a.C, ficaram na área da costeira com Israel. Ali fundaram cinco assentamentos: Gaza, Askelom, Asdod, Ekron e Gat.

Os Persas e Gregos, destruíram os assentamentos. A partir deste tempo, ficou denominada aquela região de Síria Palestina. Os filisteus não eram de origem árabe, mas sim Grega.

O nome FALASTIN, para a Palestina, que os Árabes usam, é de origem hebraica, PELESHET vem da raiz pelesh, que significa INVASOR, - DIVISOR. O termo palestina como grupo étnico, é uma farsa, na política moderna e na história. Os moradores antecessores a Israel, eram os Cananeus, leia (Gn 10.15-19).

Abraão habitou na terra de Canaã, (Gn 13.12). Ló habitou nas campinas de Sodoma. Josué recebeu ordens de Deus para tomar posse da terra, (Js1. 2-3).

Depois de 40 anos no deserto, a terra de Canaã foi a pátria de Israel durante 1500 anos, até a destruição do templo no ano 70 d.C. O imperador Adriano deu esse nome em 135 d.C. a Terra é de Israel leia mais (Gn 35.10-12 Jr 30.7-10).

sábado, 5 de junho de 2010

A "verdade" da boca dos pequeninos A pedagogia do ódio

Se você quiser saber qual é a verdadeira essência do conflito entre palestinos e israelenses, não pergunte aos políticos ou aos diplomatas. Vá falar com os especialistas: as crianças palestinas.

Crianças palestinas: dispostas a sacrificar suas vidas pela destruição de Israel.

Diferentemente do que ocorre na maior parte do mundo, as crianças palestinas prestaram muita atenção ao que seus líderes e mestres lhes ensinaram – e estão dispostas a colocar em prática tudo o que aprenderam. Por exemplo, crianças palestinas entrevistadas pela TV palestina declararam com toda a clareza e sem demonstrar a menor dúvida: que Israel não tem direito de existir, que seu alvo e razão de viver é a destruição de Israel e que estão dispostas a sacrificar suas vidas para expulsar todos os israelenses.

"Eles (os judeus) vieram para roubar a Palestina de nós; isto é, Tel Aviv, Yaffo, Haifa, Acco, Ramla. Todas essas cidades pertencem à Palestina", explicou um adolescente entrevistado. Suas palavras refletem os efeitos de muitos anos do doutrinamento realizado pela Autoridade Palestina (AP). "Nós esperamos, esperamos, esperamos, e eu insisto que as nações árabes e os países estrangeiros, todos os países do mundo, apoiarão os palestinos no esforço para expulsar os israelenses... Precisamos afugentar todos os israelenses da Palestina... pois os judeus vieram da Holanda, da América, do Irã."

As crianças enfatizam sua determinação de continuar lutando, geração após geração, "até que a Palestina esteja liberta". Além disso, elas não têm medo de morrer nessa luta, pois ela é "shahada" – morte por Alá. "Mesmo que todas as crianças palestinas, todos os jovens palestinos, as mulheres palestinas e os homens palestinos morram, nós não capitularemos!"

Nada disso surpreende aqueles que prestam atenção ao que é ensinado na TV e no sistema educacional palestino. Nos livros escolares da AP, Israel não aparece nos mapas da região. Seus historiadores negam a história de Israel e seu direito à existência. Os professores de todos os níveis ensinam que Israel é um implante estrangeiro e colonialista na região. Apesar das declarações em contrário, os livros editados pela AP continuam deslegitimizando e menosprezando Israel, dizendo tratar-se de um dominador estrangeiro: "A Palestina sofreu a ocupação britânica após a Primeira Guerra Mundial e a ocupação israelense a partir de 1948".[1]

Às crianças é ensinado que Israel é parte (do Estado) da "Palestina": "Entre as famosas montanhas no Sul da Palestina estão as de Beersheva e do Neguev". Acerca dos mananciais de água "palestinos" as crianças aprendem: "O mais importante é o lago de Genesaré..."[2]

Mensagens com esse teor, que tiram a legitimidade de Israel, foram confirmadas pelo primeiro-ministro Ahmed Qorei. Existem gravações de seus discursos em que rejeita a idéia de Israel como Estado judeu. "O presidente Bush afirmou que Israel é um país judeu, o que é motivo de preocupação. Isso não deveria ter sido dito."[3]

Historiadores ligados à AP aparecem com freqüência na TV educativa para reforçar essa mensagem. Recentemente, o historiador e moderador Dr. Isam Sisalem confirmou uma vez mais o que já havia afirmado em muitos outros programas: "Os judeus não têm história nem vínculo algum com esta terra. Eles não são nada mais que um ‘tumor cancerígeno’ implantado pelos britânicos para controlar o Oriente Médio". No mesmo programa educativo, outro historiador relembrou a tristemente célebre falsificação anti-semita "Os Protocolos dos Sábios de Sião", que descreveu como um dos pilares do primeiro Congresso Sionista de 1897: "No Congresso da Basiléia, o Movimento Sionista começou a planejar a exploração do jogo de poder na Europa e no Oriente Médio", disse o Dr. Riad Al-Astal, docente em História da Universidade Al-Azhar em Gaza.

Portanto, quando as crianças palestinas dizem na TV que querem destruir Israel para libertar "Tel Aviv, Yaffo, Haifa, Acco e Ramla" e que desejam expulsar os judeus, estamos vendo que elas repetem com exatidão a mensagem que lhes foi incutida pela AP.

É alarmante constatar como os anos de doutrinamento anti-israelense foram eficientes. A juventude palestina aprendeu: os judeus não possuem qualquer vínculo com Israel, este país não tem direito à existência e o alvo supremo da próxima geração é eliminar Israel, mesmo que isso custe sua vida.

A essência do conflito é o direito de existência de Israel – e não uma questão de fronteiras, de territórios ou de refugiados. Negociações de paz que não alterem o sistema educacional palestino e que não impeçam o doutrinamento continuarão funcionando apenas no papel e estarão, de antemão, condenadas ao fracasso. Os alunos palestinos já aprenderam isso. Nós é que, provavelmente, teremos de repetir o ano. (Itamar Marcus e Barbara Crook - Palestinian Media Watch - http://www.beth-shalom.com.br)

Geziel Silva Costa

terça-feira, 1 de junho de 2010

Porque o mundo é contra Israel?

Os incidentes de ontem envolvendo Israel, levaram o mundo a olhar e falar contra Israel. Os Olhos do mundo estão em Israel, um terço dos debates da ONU tem por tema ISRAEL. A profecia bíblia de Zacarias tem razão:E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos” (Zc 12.3). Digam-se de passagem, 2500 vezes a Bíblia fala de Israel. 811 vezes Jerusalém é citada na Bíblia. Israel está em 70% das profecias bíblicas.

O mundo inteiro ontem, protestou contra Israel, sem nem mesmo ouvir suas explicações. Percebi até mesmo nos comentários e nas expressões dos jornalistas, formadores de opiniões, políticos e todos que se manifestaram, certa ira, revolta e ódio contra Israel. Todas as vezes que Israel revidou os ataques terroristas contra eles, foram repreendidos e reprovados pela ONU, mas os terroristas nenhuma vez. Pareceu que seria melhor Israel “deixar-se morrer”, como disse Lula. Mas uma profecia sobre isto: “E de todos sereis odiados”...

Quando o Hamas atacou Israel, eles usavam os civis, (escolas, hospitais) como base de seus ataques, e quando Israel revidava, os civis eram mortos e as notícias negativas contra Israel eram ofensivas. Toda esta questão de Palestina, que nunca existiu. O povo, língua, raça palestina, é uma verdadeira fraude. As supostas brigas por terras, na verdade nada mais é que uma vontade imensa de destruir Israel. O Corão ensina que a verdadeira paz é o extermínio de Israel. Mahmoud Ahmadinejad, disse que o Irã não sossegará, enquanto não exterminar Israel.

As promessas para Abraão e sua descendência são válidas até hoje: E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3). Quando a Inglaterra entregou os Israelitas exilados para serem mortos por Hitler, deixou de estar no topo. O Brasil viu seu milagre econômico da cana de açúcar e o café ficarem estagnado por portar-se contra Israel. Por outro lado os EUA saíram da condição de colônia, para potência mundial, por ser um fiel aliado de Israel (por enquanto).

O mundo inteiro conspira contar Israel, mas veja o que diz as profecias: "Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém” (Zc 14.2). Mas o Senhor Destruirá todas a nações que fizerem mal à Israel. “E o SENHOR sairá e pelejará contra estas nações, como pelejou no dia da batalha” (Zc 14.3). Todo o sofrimento que Israel já passou, o roubo de suas terras, o ódio do mundo, as barganhas sofridas, será cobrado das nações. Deus derrotará os inimigos de Israel num futuro próximo. “todos os que carregarem com ela certamente serão despedaçados, e ajuntar-se-ão contra ela todas as nações da terra E acontecerá, naquele dia, que procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém” (Zc 12.3,9).


Geziel Silva Costa

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Nossas Prioridades e A Copa do Mundo



A 19ª edição da Copa do Mundo de Futebol que a FIFA organiza, será nos meses de junho e julho deste ano. Nessa época, as pessoas do Norte e Sul, Leste e Oeste, se vestem de verde e amarelo. Se perguntados, respondem que isso é patriotismo, e cantam dizendo serem orgulhosos por serem brasileiros.

Fico imaginando se na realidade a Copa do Mundo traz orgulho ou uma reflexão. Porque gastar milhões de reais com construções de estádios se a saúde é prioridade hoje? O país é promíscuo, muitos políticos vivem na lama da corrupção, desprezando as dores dos pobres e miseráveis. Porque gastar bilhões com jogos em viés de aplicar estas somas para amenizar o tráfico, a segurança, saúde, estradas, educação etc. Isso é inversão de valores, e desprezo pelas prioridades alheias.

Alguns ainda refutam. A Copa traz a união entre as pessoas, traz felicidade, as raças são superadas, e a alegria das pessoas transborda. Que felicidade barata é essa que aparece de copa em copa? Jesus é a nossa maior alegria, felicidade, paz e salvação. As verdadeiras barreiras são quebradas quando encontramos Cristo. "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei" (Mateus 11:28).

sábado, 22 de maio de 2010

Qual é a verdadeira Assembleia de Deus?

De onde veio e para onde vai essa igreja quase-centenária ?

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus, pioneira do Movimento Pentecostal no Brasil, completará 100 anos em 2011.

Como assembleiano, sinto-me honrado por pertencer a essa instituição histórica que já teve em suas fileiras homens como Gunnar Vingren, Daniel Berg, Samuel Nyström, Orlando Boyer, Nels Nelson, Bernard Johnson, Lawrence Olson, Lewi Petrus, José Amaro da Silva, Eurico Bergstén, Cícero Canuto de Lima, Paulo Leivas Macalão, Alcebíades Vasconcelos, Estevam Ângelo de Souza, João Batista da Slva, José Leôncio da Silva, Rodrigo Santana, Isaac Martins, Alfredo Reikdal, Valdir Nunes Bícego e tantos outros.

Graças a Deus, ela ainda conta com homens piedosos, como José Wellington Bezerra da Costa, Antonio Gilberto da Silva, José Pimentel de Carvalho, Raimundo João de Santana, Sebastião Rodrigues de Souza, José Antonio dos Santos, Anselmo Silvestre, José Apolônio da Silva e outros pastores mais jovens, fiéis à Palavra do Senhor.

Às vésperas de seu centenário, no entanto, a Assembleia de Deus vem sofrendo na mão de alguns líderes, pregadores e cantores que não têm compromisso com a sã doutrina, os quais dão lugar a preferências pessoais, pontos de vista dissociados das Escrituras, experiências “transcendentais” e modismos injustificáveis. Tudo isso para atraírem multidões incautas e aumentarem receitas de igrejas ou patrimônios pessoais, ignorando textos como Mateus 7.13-23; 24.12; João 6.60-69; 2 Coríntios 2.17; 2 Timóteo 4.1-5 e 1 Timóteo 6.9,10.

Ciro Sanches Zibordi

http://cpadnews.com.br/blog/cirozibordi/?POST_1_6_QUAL+é+A+VERDADEIRA+ASSEMBLEIA+DE+DEUS?.html

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O PODER DA VERDADEIRA PROFECIA

INTRODUÇÃO

Falsos mestres vêm a Deus por causa do amor à prosperidade, do sucesso e da saúde. A mais de cem anos atrás, num sermão pregado no tabernáculo metropolitano, em Londres, Charles Spurgeon declarou: "Você pensa que amamos a Deus por aquilo que dele recebemos e por nada, além disso? É essa sua visão de amor de um crente por Deus?" É assim que falam os ímpios, e esse foi o pensamento de Satanás no caso de Jó, ele disse: "Porventura teme Jó a Deus debalde? Porventura não o cercaste tu de bens a ele e a sua casa e tudo quanto tem”?(Jó 1.9-10).

Profecia é uma doutrina bíblica, é um ensino normativo, terminante, final, extraído das Sagradas Escrituras e concernente à fé em Deus e à prática da vida cristã. A profecia deve ser desdobrada em pormenores e embasada com a apropriada referência bíblica. Ela é inclusa na chamada “a sã doutrina” (Tt 2.1).

As falsas profecias ocorrem quando se formula doutrina antibíblica, e não sabem os objetivos delas para a igreja hoje. As falsas profecias se pervertem com falsa base em textos bíblicos mutilados e quase sempre isolados do seu contexto. Isso é distorção, aberração, adulteração, desvio, inovação e trucagem das verdades doutrinárias bíblicas. O surgimento cada vez maior de falsos mestres, e falsos profetas é um sinal dos tempos.

I. O QUE É O PROFETA

Profetas são homens usados por Deus, e que falam em nome dele. No A.T Transmitiam a mensagem de advertência, ensino, admoestação e consolação. Hoje alguns entendem que profetas são aqueles que revelam o futuro, ou revelam o que está oculto. Muitos bandoleiros enrolam o povo profetizando apenas BENÇÃO, e os analfabetos bíblicos acreditam, porque não estudam a Bíblia. "E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos" (Mt 24.11).

A maioria na igreja mede a espiritualidade dos profetas pelas profecias cumpridas, e não pela autenticidade e os frutos em sua vida. Eles iludem e ludibriam, são mentirosos, não oram, não lêem a Bíblia, tem uma vida familiar duvidosa, mas para muitos, se a profecia cumpriu não interessa é homem de Deus. Mas na realidade a profecia que se cumpriu é do óbvio. A brecha que muitos encontram é essa. (Mateus 24:24) “Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos”.

II. O FALSO PROFETA HANANIAS ENTRA EM CENA

O problema crucial é se o profeta é verdadeiro ou falso. Hananias ouviu Jeremias profetizar o exílio da nação, em protesto, afirmou que Deus lhe dissera o contrário. A resposta de Jeremias é irônica: “Assim faça o Senhor”, dando a entender aos ouvintes que ele queria o bem da nação, todavia, a vontade de Deus era soberana. Ele sabia que somente a confissão dos erros evitaria a catástrofe, e a credibilidade da sua mensagem para a de Hananias, somente o cumprimento dela as diferia.

Hananias quebrou o jugo, e disse: "Dentro de dois anos, Deus quebrará o poder de Nabucodonosor". A profecia de Hananias era falsa, mas veja quatro profecias de Jeremias sendo cumpridas a partir deste episódio, completando aqui neste capítulo sua 54º profecia.

1-Jugos de madeira quebraste, mas em vez deles farás jugos de ferro, pois jugo de ferro pus sobre o pescoço de todas as nações, para servirem a Nabucodonosor, rei da Babilônia (28.13,14).

2-Servilos-ão (28.14).

3-Até os animais do campo lhes dei.

4-Eu te lançarei Hananias de sobre a face da terra. Este ano morrerás, porque falaste em rebeldia contra o Senhor (28.15,16). Com a morte de Hananias as profecias de Jeremias mostraram –se verdadeiras e as de Hananias falsas.

Grande parte dos falsos ensinos estão relacionados às operações, ministérios e manifestações do Espírito Santo. Escrevendo a Timóteo, o apóstolo Paulo falou sobre os desviados da doutrina (2Tm 2.18; 4.4). Vejamos as facetas da falsificação da doutrina.

a) Falsos ensinos - São doutrinas bíblicas, adulteradas, falsificadas.
b) Falsas doutrinas – São pseudo-doutrinas, forjadas. Nunca foram doutrinas bíblicas. Isso está surgindo até dentro da Assembléia de Deus.
c) Falsas religiões – São religiões antibíblicas que vem dos primórdios da humanidade. Às vezes mudam de nome, mas o conteúdo é o mesmo.
d) Falsas seitas – É um falso movimento religioso derivado de uma ou mais religiões, verdadeiras ou falsas.
e) Falsos princípios, idéias e crenças filosóficas – uma ramificação de falsas idéias no campo religioso-filosófico.


Embora devamos desejar os dons espirituais, nosso propósito deve ser glorificar, servir a Deus e levar a bênção a outros através de seu amor. Que nossa paixão seja pelo doador dos dons e não pelos dons. David Wilkerson pergunta reflexivamente:
"Quantos de nós o serviríamos se ele não oferecesse nada, além de si mesmo? Nenhuma cura, nenhum sucesso, nenhuma prosperidade, nenhuma bênção material, nenhum milagre, nem sinais nem maravilhas?

O que aconteceria se uma vez mais tivéssemos que aceitar com alegria a pilhagem de nossos bens?

O que aconteceria se em vez de uma vida indolor, sofressemos zombaria cruel, apedrejamento, derramamento de sangue e sermos serrados ao meio?

O que aconteceria se em lugar de nossos belos carros e casas tivessemos que andar pelos desertos vestidos de peles de ovelhas, escondendo-nos em covas e cavernas?

O que aconteceria se envies da prosperidade estivéssemos empobrecidos, aflitos e atormentados? “Se a única coisa boa oferecida a nós fosse Cristo”?


III. CUIDADO COM OS FALSOS PROFETAS

Os falsos profetas podem realizar milagres, acertar em suas profecias, parecerem pessoas piedosas, todavia sua vida na intimidade é marcada por cobiça carnal, imoralidade, adultério, ganância e satisfação dos seus desejos egoístas. A estratégia do diabo é colocar esses falsos profetas em posição de destaque e influência para minarem a autenticidade da obra de Deus. Caso descoberto, grandes escândalos sofrem a obra de Deus, e para isso o inimigo cogita. “AMADOS, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus; porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo” (1Jo 4.1).

Jesus nos adverte catorze vezes sobre falsos profetas e falsos mestres. Na Bíblia o cristão é ensinado a provar os profetas e julgar as profecias. O medo, a ignorância e o zelo exacerbado fazem com que nos calemos diante das falsas profecias. “E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesma repentina perdição” (2Pe 2.1).

Veja alguns passos para por à prova falsos profetas e falsos mestres.

1 - Tem uma Vida de oração, sinceridade pura a Deus, manifesta o fruto do Espírito? (Gl 5.22 Lc 3.18-20).

2- Rejeita as somas de dinheiro que lhe são oferecidas em trocas dos milagres e curas?

3- Tem carta de recomendação e o aval de seu pastor, pegue o telefone ligue e se informe.

4-Procure saber da família do indivíduo (a), se informe não vai dando crédito sem antes uma análise.

5- Sua profecia tem base Bíblica? “Mas o que profetiza fala aos homens para edificação, exortação e consolação” (1Co 14.3).

6-Os falsos profetas prometem riquezas, e saem enriquecidos. “E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muito” (Mt 24.11).


CONCLUSÃO

Se você não quiser ser enganado, peça discernimento espiritual “E a outro a operação de maravilhas: e a outro a profecia; e a outro o dom de discernir os espíritos”; (1Co 12.10). Ame a escola dominical, participe ativamente dos cultos de ensinos da palavra de Deus, leia a Bíblia, não somente quando estiver no culto ou quando for pregar se não vai sair aquela mensagem minorada sem contexto e conteúdo bíblico. “E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesma repentina perdição” (2Pe 2.1).

Os falsos profetas gostam de fazer da igreja negócio. Negociam a fé, o dízimo, a lei da semeadura... Dizimamos e ofertamos não para colhermos em quíntuplo. Se fosse assim, a igreja seria o maior banco mundial. Era só ofertar e dizimar e semear, e esperar o resultado para se tornar um milionário. “E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita” (2Pe 2.3).

Bibliografia
Bíblia de Estudo Pentecostal
Bíblia de estudo Dake
Bíblia de estudo Almeida
O Novo Comentário da Bíblia

Ev. Geziel Silva Costa

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Veja o que consta no Decreto Nº 7.037 de 21 de Dezembro de 2009, assinado pelo Presidente Lula e enviado ao Congresso Nacional (Câmara e Senado da Rep

Veja o que consta no Decreto Nº 7.037 de 21 de Dezembro de 2009, assinado pelo Presidente Lula e enviado ao Congresso Nacional
(Câmara e Senado da Republica).

Este é o Programa Nacional de Direitos Humanos 3,
que o presidente quer implantar no pais!

Analise

1-Na página 60 letra “A”: Expandir e consolidar programas de serviços básicos de saúde e de atendimento domiciliar, as pessoas idosas, indígenas, negros e comunidades quilombolas, pessoas com deficiência, pessoas em situação de rua, LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS, TRANSEXUAIS...

2-Na página 61 letras “E” e “F”: Aperfeiçoar o programa de saúde para adolescentes, especificamente quanto a saúde de gênero, à educação sexual e reprodutiva e à saúde mental.
Criar campanhas e material técnico, instrucional e educativo sobre planejamento reprodutivo que respeite os direitos sexuais e direitos reprodutivos, contemplando a elaboração de materiais específicos para a população jovem e adolescente e para pessoas com deficiência.

3-Na página 63 letras “P” e “G”: Garantir o acompanhamento multiprofissional a pessoas transexuais que fazem parte do processo transexualizador no Sistema Único de Saúde e de suas famílias.
Apoiar o acesso a programas de saúde preventiva e de proteção à saúde para profissionais do sexo.

4-Na página 69 letra “N”: Garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão.

5-Na página 91 letra “G”: Apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre os corpos.

6-Na página 98 letra “A”, “B”, “C” e “E” – Recomendações: Garantia do respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero. Desenvolver políticas afirmativas e de promoção de uma cultura de respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero, favorecendo a visibilidade e o reconhecimento social.

Apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
Promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos.
Recomenda-se ao Poder Judiciário a realização de campanhas de sensibilização de juízes para evitar preconceitos em processos de adoção por casais homoafetivos.
Recomenda-se ao Poder Legislativo elaboração de projeto de lei que garanta o direito de adoção por casais homoafetivos.

7-Na página 99 letras “D”, “E”, “F”, “G” e “H”: Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por LÉBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TAVESTIS E TRANSEXUAIS (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade.

Desenvolver meios para garantir o uso do nome social de travestis e transexuais.
Acrescentar campo para informações sobre a identidade de gênero dos pacientes nos prontuários do sistema de saúde.

Fomentar a criação de redes de proteção dos Direitos Humanos de LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS (LGBT), principalmente a partir do apoio à implementação de Centros de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia e de núcleos de pesquisa e promoção da cidadania daquele segmento em universidade publicas.

Realizar relatório periódico de acompanhamento das políticas contra discriminação à população LGBT, que contenha, entre outras, informações sobre a inclusão no mercado de trabalho, assistência à saúde integral, número de violações registradas e apuradas, recorrências de violações, dados populacionais, de renda e conjugais.

8-Na página 100 letras “E” e “D”: Desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.
Estabelecer o ensino da diversidade e história das religiões, inclusive as derivadas de matriz africana, na rede publica de ensino, com ênfase no reconhecimento das diferenças culturais, promoção da tolerância e na afirmação da laicidade do Estado.

9-Na página 117 letra “D”: Promover campanhas educativas e pesquisas voltadas à prevenção da violência contra pessoas com deficiência, idosos, mulheres, indígenas, negros, crianças, adolescentes, LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRANSEXUAIS, TRAVESTIS e pessoas em situação de rua.

10-Na página 120 letra “O”: Implementar ações de promoção da cidadania e Direitos Humanos das LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRANSEXUAIS E TRAVESTIS (LGBT), com foco na prevenção à violência, garantindo redes integradas de atenção.

11-Na página 143 letra “G”: Implementar mecanismos de monitoramento dos serviços de atendimento ao aborto legalmente autorizado, garantindo seu cumprimento e facilidade de acesso.

12-Na página 164 letra “A”: Propor a criação de marco legal regulamentando o art. 221 da Constituição, estabelecendo o respeito aos Direitos Humanos nos serviços de radiodifusão (rádio e televisão) concedidos, permitidos ou autorizados, como condição para sua outorga e renovação, prevendo penalidades administrativas como advertência, multa, suspensão da programação e cassação, de acordo com a gravidade das violações praticadas.



Brasília, 24 de março de 2010.




PROF. VICTORIO GALLI
DEP. FEDERAL
PRIORIZANDO A FAMILIA E A EDUCAÇÃO

CARTA DE BRASÍLIA MANIFESTO DA LIDERANÇA EVANGÉLICA BRASILEIRA EM FACE DO PNDH-3



Os lideres evangélicos do Brasil, representantes das denominações, convenções, igrejas e demais movimentos cristãos, reunidos na cidade de Brasília, no dia 24 de março de 2010, assinaram a Carta em defesa da vida humana, da família, das comunidades tradicionais, da liberdade religiosa e de imprensa.
Acreditamos que ao defendermos esse conjunto de pessoas, entidades e valores, expressamos nossa crença nos princípios cristãos e agimos nos limites do direito à livre manifestação do pensamento, o qual está garantido a todos os brasileiros pela Constituição Federal.

Entendemos que o direito à vida é muito mais de um mero beneficio social. Antes, cremos que a vida é uma dádiva de Deus e, desse modo, deve ser reconhecida e reverenciada por todos e promovida e protegida pelo Estado. Assim, não aceitamos a indicação no PNDH-3 da descriminalização do aborto no Brasil.

De igual modo reconhecemos que a família requer a proteção e o amparo estatais e os benefícios disponibilizados por programas e ações do Governo. Acreditamos que o enfraquecimento do núcleo familiar mediante a relativização do casamento, por exemplo, enfraquece toda a sociedade e, conseqüentemente, ameaça a segurança e continuidade do Estado.


Desse modo, entre outras propostas do PNDH-3, não concordamos com aquela que visa a promoção dos profissionais do sexo por sermos favoráveis à valorização da mulher e por defendermos a dignidade da pessoa humana. Não concordamos também com a proposta apresentada no PNDH-3 que tem como objetivo a desconstrução da heteronormatividade.

Entendemos que o tema da diversidade sexual, tal como está proposto no PNDH-3, encontra-se fundamentado em mitos e preconceitos. Afinal, estamos cientes de que nenhuma pesquisa cientifica jamais demonstrou a origem genética da atração pelo mesmo sexo ou o caráter imutável da orientação sexual. Ao contrário disso, sabemos que para a Ciência não há distinção biológica entre os indivíduos que sentem atração pelo mesmo sexo e aqueles que se sentem atraídos exclusivamente pelo sexo oposto.


Além disso, há muito tempo encontram-se nas Igrejas Evangélicas pessoas que abandonaram o comportamento homossexual e vivem relacionamentos duradouros, saudáveis e felizes com pessoas do sexo oposto. Diante disso, defendemos que é dever do Estado o reconhecimento da possibilidade de mudança de orientação sexual, disponibilizando-se meios efetivos para que os indivíduos que nela tenham interesse possam realizá-la.


Assim, somos contrários às proposições do PNDH-3 no que se refere à diversidade sexual até que os fatos nos quais acreditamos sobre a atração pelo mesmo sexo e a possibilidade de mudança da orientação sexual sejam formalmente reconhecidos pelo Estado e amplamente divulgados à sociedade brasileira.

Reconhecemos a relevância dos povos tradicionais na formação da sociedade brasileira e defendemos o direito desses povos viverem conforme os princípios fundamentais da Republica Federativa do Brasil e os direitos humanos lá consagrados. Defendemos o respeito à cultura e às tradições dos diversos povos que vivem em solo brasileiro desde que não atentem contra a vida.

Deste modo entendemos que o PNDH-3 é omisso quanto à proteção da vida de crianças indígenas que em algumas aldeias ainda são sacrificadas por motivações culturais quando nascem com deficiência, gêmeas, quando são geradas por mães solteiras ou viúvas, ou quando são consideradas “amaldiçoadas”, fato já reconhecido e confessado pelos órgãos governamentais que desenvolvem as políticas indigenistas neste pais.

Sabemos que o Governo verdadeiramente democrático não estabelece nem promove a ingerência estatal sobre igrejas nem concede privilégios a cultos de natureza especifica em detrimento de outras manifestações religiosas da coletividade. Nesse mesmo sentido, entendemos que a liberdade de imprensa seja fundamental para a construção e manutenção da democracia.
Assim, rejeitamos o desenvolvimento de mecanismos que restrinjam ou controlem as atividades especificas das igrejas e movimentos cristãos e recusamos a implementação de qualquer tipo de controle da mídia que vise censurá-la.

Diante de tudo isso, entendemos que o PNDH-3 deva ser analisado ampla e cuidadosamente pelos diversos seguimentos que compõe a sociedade brasileira para que possamos verificar em que medida esse programa verdadeiramente contribui para a promoção da defesa dos direitos humanos no Brasil.
Além disso, entendemos também que as igrejas evangélicas devam participar da formulação e implementação das políticas públicas no âmbito federal que visem a promover os direitos humanos, haja vista que essas instituições estão presentes em todo o território nacional e congregam dezenas de milhares de cidadãos brasileiros de todas as raças culturas e níveis sociais.

Brasília, 24 de março de 2010.


PROF. VICTORIO GALLI
DEP. FEDERAL
PRIORIZANDO A FAMILIA E A EDUCAÇÃO

quarta-feira, 12 de maio de 2010

O cuidado com as Ovelhas (lições bíblicas Jeremias)

O CUIDADO COM AS OVELHAS

Temos uma condenação dos falsos obreiros, que não se importam com suas responsabilidades e assolam e dispersam seu rebanho, como se as ovelhas fossem presas de animais ferozes. Os verdadeiros pastores não seguem as ovelhas, porque estas não têm direção, nem enxergam mais que oito ou dez metros.

Mas o verdadeiro pastor vai à frente, abrindo caminho e tirando os obstáculos. Jeremias avisa que Jeová levantará pastores que alimentem, arrebanhem, cuidem e ame suas ovelhas. A convicção de Jeremias é que Jeová porá no trono um rei davídico, cuja natureza se parece com a sua, Jeová Tsidkenu (o Senhor justiça nossa).

Será este rei quem conduzirá à pátria o povo exilado do reino do norte (7,8). No versículo (5) Jeremias fala de renovo, ou seja, um novo rebanho, tsemach palavra hebraica fala de rebentos, que por vezes surgem nas raízes das árvores. Temos aqui uma imagem de uma árvore que foi abatida, mas que revela um novo surto de vigor. Israel foi abatido, mas se renovaria nas promessas de Jeová.

O QUE É UM PASTOR

Pessoa que cuida de ovelhas. Em linguagem figurada o Antigo Testamento apresenta Deus como Pastor de Israel (Sl 80.1; Ez 34.14). No Novo Testamento Jesus é apresentado como o bom pastor que deu a vida pelas ovelhas (Jo 10.11). Isto mostra a natureza divina com uma das ocupações mais comum em Israel, afim de Israel entender uma das características divina. Abel foi o primeiro exemplo de pastor na Bíblia (Gn 4.2). Reis e líderes de Israel os filhos de Abraão, Isaque e Jacó são assim também chamados (Gn 13.7; Jr 6.3; 49; 19 Jr 23; 4).

Assim como os pastores conhecem suas ovelhas, Jesus conhece as suas intimamente. Os pastores protegiam suas ovelhas em cavernas ou apriscos. Ele chamava-as na manhã seguinte, e elas respondiam saindo imediatamente. Mesmo em um grande rebanho, as ovelhas iam até seu pastor quando ele as chamava. (Jo 10.27). Quando as ovelhas se dispersavam, algumas caiam no despenhadeiro nas colinas rochosas. Após notar a falta delas, os pastores a procuravam e as restituíam ao rebanho (Lc 15.6).

Na Síria e na Palestina lugares áridos, os pastores procuram águas limpas e pastos verdes, pois as ovelhas bebem todos os dias (Sl 23.2). Um antigo poço, lago calmo ou um dique artificial, fornecem água para as ovelhas. Os pastores costumavam levar um balde para as ovelhas que não conseguiam chegar onde havia água. Os pastores usavam fundas de peles de cabra como arma contra os animais ferozes (1Sm 17.49). O cajado e a vara eram para proteção nos abismos, e algumas ovelhas mais impetuosas, o cajado as aquietavam (Sl23. 4).

No Novo Testamento, a palavra pastor refere-se ao provedor, protetor e guia de uma parte do povo de Deus. Ao falar dos guias espirituais o apóstolo Paulo escreveu: "E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores” (Ef 4.11). Naquela época, da história da igreja, o termo pastor ainda não era usado como título. Ele era o guia e significava o cuidado, atenção e provisão ao povo de Deus.

Em (João 10. 1-5) Jesus ensina sobre o verdadeiro pastor e suas ovelhas, uma vez que os fariseus se mostravam incompetentes para serem guias espirituais. No oriente o aprisco era cercado de pedras, ali o pastor deixava as ovelhas à noite a cargo do porteiro que guardava a entrada.


Ao amanhecer, o pastor voltava, e para ele o guarda abria a porta. O ladrão tentava pular o muro, num local longe da vista do guarda. A maneira de entrar no curral revela o verdadeiro pastor. O pastor chama as ovelhas pelo nome os conduzindo para fora, e as ovelhas conhecem a voz do seu pastor, elas não saiam se a voz fosse de outro. As ovelhas dependem do pastor para ser guiada às águas, aos pastos ao descanso, a liberdade da ovelha depende da ação do pastor. Os pastores literalmente era a porta, quando se deitavam na entrada do curral.

As ovelhas saiam e entravam com a permissão dele. Quando Jesus disse: eu sou a porta! Ele é a entrada para a presença do pai, e a saída para uma vida de liberdade e serviço. Jesus mostra o objetivo dos ladrões. Matar roubar e destruir. Ele que explorar as ovelhas, seus objetivos são fins lucrativos. Os falsos pastores são mercenários, explorando as ovelhas, e as abandonando nas horas difíceis. Não tem genuína solicitude para com as ovelhas, pois não são dele. Quantos falsos pastores estão por ai, sem ao menos se interessar pelas ovelhas? O prejuízo ao rebanho vem pelas comidas enlatadas, americanizadas, sem conteúdo bíblico.

A exploração a elas é pelo que as ovelhas podem dar ou o que elas têm a oferecer aos falsos pastores.Jesus como o bom pastor, dá a vida pelas ovelhas. Interessa-se pelo que somos não pelo que temos. Ele se importou com os pobres, as viúvas, as crianças, os aleijados e os párias da sociedade. Ele falou à grande multidão como a uma só pessoa. Ele ouviu e abençoou as crianças, e deu salvação ao malfeitor. Jesus quer salvar a todos, ama a todo o mundo (Jo 3.16).

Bibliografia
Bíblia Dake
Bíblia de estudo Almeida
Dicionário Ilustrado da Bíblia (Vida Nova)
O Novo Comentário da Bíblia (Vida Nova)

Ev. Geziel Silva Costa

segunda-feira, 10 de maio de 2010

A Revista Veja faz apologia ao homossexualismo



Depois do debate do pastor Silas Malafaia sobre a PL 122/2006 no programa do Ratinho, a enxurrada a favor do homossexualismo em todos os meios de comunicação é inevitável.
O Jornal Hoje em duas edições fez apologia ao homossexualismo. E como era de ser esperar, Luiz Mott aparece no programa do Jô com a mais depravada reação contra os héteros que discordam de sua opção.

Agora a revista Veja traz uma matéria de capa, louvando o homossexualismo. Mostra um exagero em estatísticas, quanto ao número de homossexuais hoje no Brasil e sua aceitação pela sociedade. Seria reação contra os héteros? Seria uma intimidação aos contrários à prática?

sábado, 8 de maio de 2010

Oração pelas mães


Jairo Pessoa Guimarães

Quão bendito és Tu Senhor, que nos trouxestes para este mundo, por obra e graça da tua bondade e do teu amor. Bondade e amor, expresso pelo dom da maternidade de nossas mães. É por isso que te louvamos Senhor, pela graça e benção de nossas mães.

Por amor maternal nascemos e sobre esse manto vivemos. Mães que nos conceberam e nos conduziram os primeiros passos. Mães que nos dedicaram o amor que vem de Ti, por obra da Tua Criação.

Deus bondoso, te louvamos por nossas mães. Mães que amam, que sofrem, que esperam. Que se impacientam, que riem e que choram. Mães que te agradecem o fruto da vida, e por ele se doam.

Deus de infinita bondade, hoje e sempre, te pedimos. Abençoe todas as mães do mundo. Ricas e pobres, em todos os lares. Em todos os cantos, em todos os chãos. Quem recebeu o seu amor, nunca esquece.

O amor que ensina, que repreende, que se doa e que o entrega ao mundo. Cumprindo um ciclo de divindade. Da obra de tua criação. Amor, mãe e Deus. Amor de mãe. Mãe de amor. Deus de amor. Mãe dádiva de Deus, dádiva de amor. Abençoados por Deus, sejam os teus dias, mães de todo Mundo.

FELIZ DIA DAS MÃES!
Extraído do site mensagens virtuais

sexta-feira, 7 de maio de 2010

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A soberania e a autoridade de Deus (lições bíblicas Jeremias)


A VISITA À CASA DO OLEIRO

OLARIA. (18.3a) O campo de barro onde os oleiros exerciam sua arte, ficava no sul de Jerusalém, além do vale de hinom (v.2; Zc 11.13 Mt 27.10).

(18.3b) Duas rodas eram usadas ou duas pedras a superior e inferior, os oleiros usavam enquanto faziam à cerâmica. A debaixo era movimentada com os pés, feita em forma de disco para fazer girar a de cima, para o molde do barro com os dedos do oleiro.

(18.4a) quando um vaso quebrava, não ia para o lixo, mas sim amassado e voltava à roda, iniciando a obra novamente, até tomar a forma que o oleiro tinha em mente. È isso que Deus declara ter poder para fazer com Israel.

(18.6a) Na profecia anterior, foi oferecida Jerusalém para sempre, a oportunidade de evitar o juízo e a longa linhagem de reis. Estas possibilidades eram possíveis desde que houvesse uma restauração sobre as ordens de Josias. Mas Jeoaquim arruinou tudo cometendo todo tipo de pecado.

A profecia ainda oferecia misericórdia se aceita com os termos de Jeová para moldar a nação. Israel rejeitou as condições imposta por Deus mediante Jeremias, e preferiram andar segundo seu coração (v12). Em seguida a profecia da botija quebrada, dava a entender o juízo e a destruição da nação. A lição do barro das mãos do oleiro fez Jeremias entender, que nem tudo estava acabado para a nação, e apesar da desobediência, seriam quebrados e restaurados.

(18.6b) Casa de Israel, neste caso seria Judá, as dez tribos tinham sido destruídas havia mais de 100 anos e não eram mais uma nação. Alguns estavam em Judá e ajudavam a formar o único reino de Israel.

A SOBERANIA DE DEUS

Existem diversas acepções teológicas e filosóficas a respeito do conceito de soberania. Na teologia filosófica, Deus é soberano porque existe antes de todas as coisas, conhece todas as coisas e pode todas as coisas, e está também no controle de todas as coisas. Na Bíblia, o conceito de soberania divina está bastante associado àquele de um rei celestial, cujas abas das vestes enchem o tempo (Is. 6). No Salmo 48.2 o Senhor é chamado de “grande Rei, cujo reino é eterno porque “reina soberanamente para sempre” (Sl. 29.9).

A Bíblia, a Palavra de Deus, nos ensina que Deus governa sobre tudo e sobre todos (I Cr. 29.11,12). Ele não apenas governa sobre todas as coisas, também está no controle delas (Jó. 42.2; Sl. 115.3; 135.6; Dn. 4.35). A explicitação da soberania de Deus na Confissão de fé de Westminster sumariza esse pensamento afirmando que, “desde toda a eternidade, Deus, pelo muito sábio e santo conselho da sua própria vontade, ordenou livre e inalteravelmente tudo quanto acontece”. Esse conceito, no entanto, tem sido levado a extremos e dado margem à uma visão equivocada da predestinação bíblica. Alguns estudiosos, em certos momentos, exageram na concepção de soberania, em outros, na liberdade do ser humano.

uando se fala em chamada para a salvação, a primeira palavra que nos vem à mente é ‘predestinação’, que, de fato, se encontra na Bíblia, com destaque especial para o texto de Ef. 1.5-11, onde está escrito que “E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo…”. No grego, a palavra é proordzo e aparece seis vezes no Novo Testamento com o sentido de predestinar o qual significa, literalmente, “assinalar de antemão por conhecimento prévio”. Ao longo da história, muitas teólogos se debateram a respeito dessa doutrina. Destacamos, a seguir, algumas perspectivas em relação a essa doutrina:
1) Predestinação Incondicional – delineada por Calvino, a partir de Agostinho, que a definia como “o decreto divino com referência aos seres morais – os anjos e homens”.
A Confissão de Fé de Westminster a apresenta nos seguintes termos: “Pelo decreto de Deus e para manifestação da sua glória, alguns anjos e homens – são predestinados para a vida eterna, e outros preordenados para a morte eterna”;
2) Predestinação Restrita – desenvolvida por Jacob Arminius, que, na verda
de, era um seguidor de Calvino, que se distinguia do seu mestre ao defender que em relação à predestinação ou eleição, trata-se de algo mais ocasionado por parte do livre-arbítrio humano, do que ocasionada pela soberana vontade de Deus, diferenciando-se, assim, da incondicional que ensinava que a salvação humana depende de uma “eleição absoluta e soberana” exclusiva de Deus;
3) Predestinação Condicional – sob a influência arminiana, John Wesley defendia que a “predestinação é Deus designando de antemão para a salvação os crentes obedientes, não sem conhecer antecipadamente todas as obras deles, mas ‘segundo sua presciência’ dessas obras, ‘desde a fundação do mundo’

A palavra “predestinação” se encontra na Bíblia, mas não no sentido que alguns teólogos costumam atribuir. Proodzo, conforme apontamos anteriormente, significa, em grego, “conhecer de antemão” (Rm. 8.29; 11.2; I Pe. 1.20; II Pe. 3.17), muito mais do que “destinar com antecipação”, como se encontra na maioria dos dicionários.
A predestinação para a salvação, nesse contexto, é coletiva e está baseada na presciência divina (Ef. 1.5,11). O propósito de Deus, nesse ato, e no contexto do capítulo 9 de Romanos, não é negativo, mas positivo, diferentemente do que defendem os predestinacionistas incondicionais (Rm. 9.18). Segundo esse princípio, o da predestinação coletiva, vemos que Deus, em Cristo, escolheu a igreja (Ef. 1.11-13).
Deus deseja que todos os seres humanos sejam salvos (I Tm. 2.4-6; TT. 2.11; Hb. 2.9), por isso, todas as pessoas, de algum modo têm alguma iluminação da parte de Cristo para a compreensão da revelação (Jo. 1.9; 12.32). As passagens anteriormente citadas mostram que a expiação no sangue de Cristo tem aplicação universal, pois Ele morreu por todos (II Co. 5.15), portanto, todos quantos o receberem, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus (Jo. 1.11,12).

O CRENTE E A VONTADE DE DEUS

O profeta Jeremias recebe a missão de se dirigir à casa do oleiro, onde compreendeu u pensamento de Deus sobre transformação. As tarefas do oleiro moldando o vaso foram associadas por Jeremias ao trabalho de Deus na vida humana. O profeta assistiu com muita atenção o trabalho do oleiro. Percebeu que o oleiro não conseguiu fazer uma peça de cerâmica na primeira tentativa, fracasso que pode ter ocorrido diversas vezes. Isso foi falta de cuidado ou habilidade do oleiro? Fosse qual fosse a deficiência, o oleiro perseverou, transformando o barro noutra vasilha.

Semelhantemente o Senhor trabalha em nossa vida, e não encontra nenhuma resistência a não ser humana. Assim domina o material aperfeiçoando ao propósito do seu Espírito, transformando a massa num vaso humilde ou generoso. Se a vontade humana não reage de acordo com sua vontade, trona a ser moldado. Este ensino mostra um quadro vívido da soberania divina, sem negar a liberdade humana, conforme a filosofia raciocinada. Jeremias discerne a inferência ética e espiritual.

“Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? Diz o SENHOR; eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel” (Jr 18.6). O profeta entende a ação de Deus na vida de Israel. Se uma nação procede mal, é inevitável que Jeová se arrependa do bem que lhe prometeu em seu benefício.
A mensagem é clara. O exílio, eis que o novo molde em que a nação teria de ser reformada.
“Ora, pois, fala agora aos homens de Judá e aos moradores de Jerusalém, dizendo: Assim diz o SENHOR: Eis que estou forjando mal e formo um plano contra vós outros; convertei-vos, pois, agora, cada um do seu mau proceder e emendai os vossos caminhos e as vossas ações” (Jr 18.11).

O primeiro termo desta passagem chama a atenção para o processo inicial, e o outro para o processo mais contínuo. A moldagem imposta pela vontade do Senhor é impregnada de graça desde que o espírito nacional deixe de ser rebelde e corresponda e obedeça ao que Deus dele pretenda. Instruído pelo Senhor, Jeremias avisa Judá e Jerusalém sobre a maldade que representa o espírito de teimosia. O pecado do povo é grave e trágico, até os elementos da natureza podem ser citados como seus juízes.
Bibliografia
Bíblia Dake
Bíblia de Estudo Almeida
Novo Comentário da Bíblia (Vida Nova)
Ev. Geziel Silva Costa