
Este blog tem por finalidade o compartilhamento de ensinos bíblicos, apologéticos, devocionais, doutrinários e conhecimentos gerais.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Marco Feliciano falta com a verdade

segunda-feira, 11 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Ainda somos Protestantes?
Eu volto a repetir, concordando que qualquer partido faria o mesmo que o PT. Concordo que não devemos tomar partido. Por outro lado o direito ao voto nos é concedido. O voto é o direito concedido a alguém para nos representar. Nesse ponto, a quem vamos conceder a nossa representação através do voto? A quem está a favor das leis contrárias à Bíblia? Esse é o ponto, conscientizar o povo evangélico. Aqui vale a velha máxima. Votar no menos pior.domingo, 26 de setembro de 2010
Sim, eles apóiam o assassinato de inocentes no ventre

A falácia de que Dilma mudou de posição sobre o aborto e o vergonhoso discurso de Edir Macedo
Ontem, Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência da República, em debate promovido pela CNBB com os presidenciáveis, tergiversou, tergiversou, mas não conseguiu esconder que defende, sim, na prática, a descriminalização do aborto. Na ocasião, disse Dilma que “a vida é um valor que nós, seres humanos, temos que respeitar” e que ela é “pessoalmente não favorável ao aborto”, mas que, apesar disso, defende que o aborto seja tratado como “questão de saúde pública” e enfatizou que ela iria “defender as mulheres”. Ou seja, o mesmo discurso de sempre, que parafraseio e sintetizo a seguir: “Ninguém gosta de abortar e eu sou pessoalmente contra o aborto, mas o aborto deve ser descriminalizado independente do que eu acho sobre ele, porque é questão de saúde pública”. Não, aborto não é questão de saúde pública. É assassinato! Aborto não é preocupante porque é uma agressão ao corpo da mulher, mas porque é um assassinato à criança no ventre dela. Quem é contra o aborto não defende as mulheres que querem abortar, defende a vida no ventre delas. Se pessoas cometem esse crime usando agulhas de crochê, isso não significa que o Estado deve dar-lhes condições de cometer o crime de forma mais sofisticada.
Diante do clima de desaprovação da platéia pelo que já havia dito sobre a questão, ao ser confrontada de forma direta com a pergunta se ampliaria ou não os casos em que o aborto é permitido na legislação brasileira, a petista suavizou o discurso pró-aborto, dizendo: “Não vejo muito sentido em ampliar os casos”. A pancada viria na sequência, quando foi a vez de a evangélica Marina Silva, candidata pelo PV, responder sobre o assunto. Uma das primeiras coisas que disse foi: “Não faço discursos diferentes para plateias diferentes”, em uma referência clara a Dilma. Pela primeira vez no debate, o público se manifestou em ovações.
Mas, para quem ainda se deixa levar pela falácia de que Dilma não é favorável à legalização do aborto, eis mais informações:
1) Em entrevista à revista Marie Claire, edição de abril de 2009, Dilma defendeu a legalização do aborto abertamente: “Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização”.
2) Em 7 de maio deste ano, em entrevista dada ao Encontro de Editores 2010, promovido pela revistaIstoé, ao responder a uma pergunta da jornalista Gisele Vitória, diretora de redação da revistaGente, sobre o aborto, afirmou Dilma: “O aborto é uma agressão. Ao corpo. (...) O aborto, do ponto de vista de um governo, não é questão de foro íntimo, é uma questão necessariamente de saúde pública. Tem que ser seriamente conduzido dessa forma. (...) Sou a favor de uma legislação que obrigue a ter tratamento para as pessoas, atendimento público para quem estiver em condições de fazer o aborto ou querendo fazer o aborto”. E citou como exemplo o que ocorre “nos países desenvolvidos do mundo inteiro”, numa referência aos Estados Unidos, que descriminalizaram o aborto, via Suprema Corte, em 1973; e à boa parte dos países europeus, que fizeram o mesmo já faz alguns anos. O vídeo com esse trecho da entrevista de Dilma pode ser acessado aqui.
3) Ao sair de uma missa em São Paulo em 15 de maio, Dilma afirmou que a legalização do aborto no Brasil é algo que tem que ser feito independente de sua opinião pessoal sobre o assunto. “Não é uma questão se eu sou contra ou a favor, é o que eu acho que tem que ser feito”, asseverou. Na mesma entrevista, cometeu a gafe de comparar o assassinato de uma criança no ventre de sua mãe com arrancar um dente: “Não acho que ninguém quer arrancar um dente, e ninguém tampouco quer tirar a vida de dentro de si”.
4) O programa original de governo de Dilma Rousseff entregue ao TSE no início de julho traz a proposta de legalização do aborto, afirmando que “o Estado brasileiro reafirmará o direito das mulheres de tomarem suas próprias decisões em assuntos que afetem o seu corpo e a sua saúde”. Após ser criticada por isso, seus assessores mudaram o texto do programa neste ponto, bem como em outros pontos no mínimo polêmicos que foram ressaltados pela imprensa à época.
5) Finalmente, lembremo-nos do Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (publicado em 21 de dezembro de 2009 e que foi redigido, como todo decreto presidencial, na Casa Civil, então conduzida pela ministra Dilma Rousseff), que defendia abertamente a legalização do aborto no Brasil. Em sua Diretriz 9, afirmava o Programa que o governo federal se comprometia a “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”. Aproveitando: é a maior falácia defender o aborto lembrando que a mulher deve ter autonomia sobre seu próprio corpo, porque tal princípio não se aplica ao caso do aborto, posto que a criança no ventre de sua mãe não é o corpo dela, mas um outro corpo dentro do corpo dela. É uma outra pessoa dentro dela, que tem tanto direito à vida quanto sua genitora.
Bem, ainda sobre o tema aborto, não poderia deixar de mencionar o vídeo que circula na internet já há alguns dias em que Edir Macedo, líder da Igreja Universal, defende abertamente a legalização do aborto. O vídeo pode ser assistido aqui. Recentemente, o pastor e amigo Ciro Zibordi escreveu excelente texto neste site criticando esse discurso bizarro de alguém que se intitula cristão e líder cristão (leia aqui). Além do que o irmão Ciro já pontuou, indico aos queridos leitores que assistam, logo depois de assistirem ao vídeo do discurso abortista de Macedo, a esses importantíssimos vídeos: o excelente documentário de apenas meia-hora O Grito Silencioso(veja-o em três partes: a primeira aqui, a segunda aqui e a terceira aqui) e o depoimento tocante de uma jovem cristã que conta como foi abortada por sua mãe, mas sobreviveu (assista-o em duas partes: a primeira aqui e a segunda aqui). Não deixe de assisti-los e de mensurar, após fazê-lo, o quanto são ignóbeis as palavras do senhor Macedo.
Fonte CPAD news
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
A TV Brasileira

Estudos relacionados a programação da TV brasileira, mostram que o aumento no número de divórcios, gravidez na adolescência, consumo de drogas e violência estão diretamente ligados também a influência da programação televisiva contra os valores da família. Durante a programação, a mídia vai pulverizando, de maneira sutil, modelos, conceitos e valores, quase sempre diferentes dos valores cristãos, éticos e morais que adotamos para nossa vida e irão influenciar diretamente na dinâmica familiar.
A comunicação entre os membros da família fica prejudicada quando a televisão ocupa o espaço que a família teria para conversar, principalmente a noite, quando toda a família está em casa.
Na busca pela audiência, muitas novelas apelam insistentemente para cenas de violência irrestrita, mostrando o ato sexual, cenas de violência e consumo de drogas em horário nobre. Isto tem levado a muita gravidez precoce na adolescência, pois as meninas aprendem desde cedo sobre o sexo, e muita das vezes, aprendem ao lado dos pais que acham tudo isso normal, assistindo a uma cena de novela.
A infância e a adolescência estão mais curtas, e cada vez estas meninas estão trocando as bonecas por um filho de verdade e os meninos trocando os carrinhos por um revolver ou um cachimbo de crack, e isto já virou uma questão de saúde pública. O aumento do divórcio tem destruído muitas famílias e quem sofre são os filhos.
Segundo o Painel Nacional de Televisão do Ibope, nossas crianças passam a maior parte do tempo livre em frente à televisão, em média 04 horas e 51 minutos por dia.
Queridos pais, verifiquem que tipo de programação seus filhos e vocês estão assistindo. Rejeitem os valores que a mídia através das novelas passam para dentro do seu lar. Seus filhos são mais preciosos do que qualquer tipo de programação. Sua família é importante.
No lugar da programação da TV, façam um culto domestico, lendo a Bíblia Sagrada para toda a família. Jesus se interessa pela tua família. Procurem uma Igreja Assembléia de Deus e participem, pois esta é a maior e melhor programação para sua família.
Extraído do Jornal Mensageiro da Paz, CPAD número 1.486.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Posicionamento do Pr. Paschoal Piragine Jr sobre as eleições 2010
A conscientização política é uma prioridade, uma necessidade; nunca foi tão importante escolher acertadamente seu candidato quanto hoje. Não venda seu voto por um boné, uma camiseta, cascalho, gasolina ou qualquer outra coisa. Mas vote em quem vai representar a nação, e representar bem. Não vote em quem oferece um, dez, ou mil reais, mais em quem tem projetos para favorecer toda a nação. Vote em quem tem projetos que beneficiam o futuro de seus filhos e netos. Vote em quem tem projetos, mesmo que estes projetos sejam em longo prazo. Vote em quem tem projetos de melhorias para o Brasil. Vote em quem defenda os valores da família. Vote em quem defenda os princípios bíblicos. Vote em quem é contrário ao PNDH3, que é prejudicial ao Brasil, à família ...
Dr Zenbio Fonseca critica PNDH-3 (parte3)
A conscientização política é uma prioridade, uma necessidade; nunca foi tão importante escolher acertadamente seu candidato quanto hoje. Não venda seu voto por um boné, uma camiseta, cascalho, gasolina ou qualquer outra coisa. Mas vote em quem vai representar a nação, e representar bem. Não vote em quem oferece um, dez, ou mil reais, mais em quem tem projetos para favorecer toda a nação. Vote em quem tem projetos que beneficiam o futuro de seus filhos e netos. Vote em quem tem projetos, mesmo que estes projetos sejam em longo prazo. Vote em quem tem projetos de melhorias para o Brasil. Vote em quem defenda os valores da família. Vote em quem defenda os princípios bíblicos. Vote em quem é contrário ao PNDH3, que é prejudicial ao Brasil, à família ...
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Não voto em Dilma Rousseff

Criticar não é agredir, nem baixaria. Todavia o PT prefere cometer equívocos administrativos classificando a fiscalização como agressão. Em todo o seu bojo de governo, com falcatruas, envolvimentos de petistas com as FARC, patrolam todos que se puserem no seu caminho manchado.
O que dizer das fábricas de dossiês desde 2002? E o envolvimento da então ministra Dilma com a venda da Varig? E os indícios de envolvimentos de petistas com o narcotráfico? E o mensalão? E os cartões corporativos? E a Petrobrás? E se alguém levanta isso, é alvejado pelas injúrias Dos petistas.
A presença permanente do presidente Lula na mídia, desconstruindo a imagem de Fernando Henrique, que queiram ou não, deixou um legado de construção para o Brasil. Todavia, Lula se mostra como se ele descobriu o Brasil. A partir dele, as coisas começaram a acontecer “na história deste país”. Na verdade Lula se deleita nos programas do ex-presidente FHC. Os únicos programas do PT é O fome zero, pró une e outros poucos.
O Governo do PT engordou a máquina pública, fez gastos desnecessários, criando

diversos ministérios, e reduzindo a capacidade de crescimento do país. Em infra-estrutura o Brasil ficou em 10º lugar. As estradas estão a desejar, os portos estão sem investimentos para melhora. Em 2005 o Brasil cresceu mais que o Haiti, comparando-se infelizmente a um país que é conhecido pela miséria, fome, violência etc. Até final de 2009, o Brasil ficou atrás quase que de todos os países da América Latina, o Panamá, Argentina e outros saíram na frente este ano. O Brasil ganhou do Paraguai.
Geziel Silva Costa
sábado, 21 de agosto de 2010
O Novo Israel e Deuteronômio 28 (Parte 1)

O Novo Israel e Deuteronômio 28
Como entender a Igreja como o Novo Israel e as suas bênçãos? Quando estudamos as DISPENSAÇÕES E AS ALIANÇAS, cada dispensação tinha um juízo, julgamento, sinal etc.
Israel vivia na dispensação da Lei, com propósitos e exigências diferenciadas. A Igreja vive na dispensação da Graça, totalmente diferente do período de Israel.
As bênçãos para o Novo Israel são acrescentadas, mas veja o texto que é exclusivo para a Igreja e não Israel. “Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33). Leia nos versículos antecessores que Jesus fala do tesouro na terra, vestimentas, alimentos etc. São acrescidos aos cristãos que buscam o Reino e a justiça.
Vale até dizer que essas bênçãos correm atrás dos crentes. Agora tem uma observação: São bênçãos condicionais, e se tornam em bençãos quando o cristão busca o reino e a justiça de Deus. E para buscar o Reino de Deus, é necessário saber o que é o reino, onde começa e o que fazer para alcançá-lo para ser bem sucedido, e não é meu objetivo aqui trazer minudências sobre ele. Assim dizemos que as bênçãos são condicionais.
Os cristãos que praticam a fidelidade, não deixarão de serem abençoados. “O homem fiel abundará em bênçãos, mas o que se apressa a enriquecer não ficará sem castigo” (Pv 28.20).
“Quem subirá ao monte do SENHOR ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente. Este receberá a bênção do SENHOR e a justiça do Deus da sua salvação” (Sl 24.3-5). A maioria dos cristãos relaciona as bênçãos com as coisas matérias, dinheiro, prosperidade e bens matérias. Mas na maioria das vezes que a Bíblia fala de bênçãos, não se trata de nada material. Um exemplo é estes dois versos de provérbios e salmos.
O salmista está falando da "bênção do Senhor" que neste caso não é prosperidade financeira, mas fala em bênçãos espirituais, que é a alegria da salvação, a felicidade, o gozo e a certeza de vida eterna. Em provérbios Salomão mostra o indivíduo buscando bênçãos apressadamente, e nem por isso ele se torna próspero. É rico materialmente, mas espiritualmente é um pobre, sem esperança e sem certeza de uma vida futura.
Os ricos têm muito dinheiro, bens em abundância, que até Asafe no salmo 73, o invejou. Mas Deus o mostrou que o pobre pode ser próspero, que o pobre pode ser abençoado das riquezas espirituais. “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos {lugares} celestiais em Cristo” (Ef 1.3). Vemos que nem sempre, ou na maioria das vezes que a Bíblia se reporta a bênçãos, está falando de bens materiais (riquezas).
Ev. Geziel Silva Costa
domingo, 15 de agosto de 2010
O Novo Israel e Deuteronômio 28

Cansamos de ouvirmos os pregadores do triunfalismo e da prosperidade ler e repetirem Deuteronômio 28. E ainda levam a interpretação ao pé da letra. Sabemos na verdade que Dt 28 é especificamente ao povo de Israel.
Eles são cabeças diante das demais nações. Sempre estão por cima, se sobressaiu nas guerras, na economia, poderio bélico etc.
Alguém até ponderou dizendo que somos o Novo Israel e que devemos sim levar Dt 28 literalmente ao pé da letra. Então vamos lá:
Está escrito: “O SENHOR entregará, feridos diante de ti, os teus inimigos, que se levantarem contra ti; (Dt 28.7). Você está com seus inimigos caídos e feridos diante de ti, amigo leitor? Ao lado do templo da AD onde congrego, temos um inimigo ferrenho dos cristãos, no entanto ele está de pé e com saúde, e “próspero”.
Na verdade este versículo se cumpre com a profecia de Zacarias. Os inimigos de Israel que tentaram destruí-lo, depois do retorno à sua terra, caíram todos.
Leiam ainda este texto: “E o SENHOR te dará abundância de bens no fruto do teu ventre, e no fruto dos teus animais, e no fruto do teu solo, sobre a terra que o SENHOR jurou a teus pais te dar” (Dt 28.11).
O Senhor prometeu te dar terra, amigo? Ou prometeu terras para a igreja? A mim particularmente não. Nem a meu pai, ele não possui terras.
Deus prometeu dar a Terra de Canaã a Abraão, Isaque e Jacó, e este versículo se cumpriu para Israel.
Leiam ainda: “O SENHOR te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à tua terra no seu tempo, e para abençoar toda a obra das tuas mãos; e emprestarás a muitas nações, porém tu não tomarás emprestado” (Dt 28.12).
Você tem emprestado dinheiro a muitas nações amigo? Poderia me arrumar uns trocados emprestados? Será se a igreja tem dinheiro emprestado, amigo? Que eu saiba não. Mas Israel tem suprido as necessidades de muitas nações, emprestando.
Na verdade somos o Novo Israel, contudo devemos ou não guardar toda a Lei e os preceitos dos judeus? Porque então não guardamos o sábado, os preceitos e não celebramos as festas judaicas?
A Bíblia sempre mostra que para Deus existem três classes de pessoas. Israel (Judeus) Os Gentios (qualquer nação quem não é Israelita e nem cristão) e a Igreja (os judeus que se converteram ao evangelho, como também os gentios de qualquer nação do mundo que aceitaram Jesus como salvador). (1Co 10.32).
Não sou contra as bênçãos de Deus para a Igreja, mas para enfatizá-las biblicamente, usemos os textos que são para cumprimento na igreja. Se dissermos que a igreja é abençoada, e quisermos embasar biblicamente isto, leia Efésios: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos {lugares} celestiais em Cristo” (Ef 1.3)
Continua...
Abraços
GSC
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Não voto em Dilma Rousseff

Todos estão cansados de saber que Dilma Rousseff não tem experiência eleitoral nenhuma apenas experiência administrativas.
A indicação de Dilma a candidatura à presidência, foi diretamente de Lula. Com isso o presidente pensa que com sua popularidade, o povo brasileiro possa confiar em Dilma.
De difícil temperamento, chegando até a maltratar colegas, segundo o presidente, Dilma transparece seu lado terrorista que construiu ao longo de sua história.
O PT que cobrava ética, postura e honestidade na política, criticando o PMDB, pelas falcatruas em especial com Renan Calheiros, Sarney, e Jader Barbalho, recebe o apóia destes como também do ex-presidente Fernando Collor. Este último, volta à suas antigas tramóias na Petrobrás, conforme a revista veja.
Isto sem falar no apoio e a admiração descarada que o PT mantém com as FARC, com Hugo Chaves e o terrorista Mahmound Ahmadinejad entre outros.
Analisamos com isso, que o PT não quer a ética, honestidade e transparência política que tanto clamou, mas sim se perpetuar no poder.
Outro sim, o governo está fazendo discurso de cima de uma caixa de fósforos, com relação à economia. Na economia, o Brasil está abaixo dos países visinhos. Porque o Brasil não cresce tanto quanto a China, Índia, Rússia, como também o Uruguai, Argentina e Bolívia? O crescimento do Brasil é sempre abaixo destes países. Sem falar no saneamento que é irrisório o investimento.
Na verdade, o povo brasileiro não pode ficar iludido com a esmola da bolsa família, isto não é projeto concreto para um futuro brilhante. Enquanto o mensalão e o mensalinho encheram os bolsos dos políticos, os brasileiros estão sendo logrados com falsos discursos e a bolsa família.
Abraços
GSC
terça-feira, 3 de agosto de 2010
A culpa é de Deus, Chico Anysio?

Terremotos, enxurradas, fomes, doenças, assassinatos e desastres acontecem a cada momento. Os atingidos diretos ou indiretamente, se põem a lastimar. Onde Está Deus, que deixa que tudo isto aconteça e não faz nada? Ele não é Onisciente? E como não reage? As estrelas e os formadores de opiniões da mídia vêem ao ar dizer: Deus é uma falácia, ele não existe, e se existir é um sádico, que se delicia no sofrimento alheio. Chico Anysio veio a publico bocejar contra a existência de Deus. Leia no seu blog http://bloglog.globo.com/chicoanysio/#
Estas e outras perguntas vêem em todo mundo, e a mais recente foi à morte do jovem Rafael Mascarenhas, filho da atriz Cissa Guimarães, que morreu na madrugada ao ser atropelado no Túnel Acústico. Deus é o culpado? Claro que não. São coisas da vida. A morte entrou no mundo por causa do pecado. E quanto às tragédias decorrentes da natureza, muitas vezes somos nós os culpados de tantas desgraças, porque fomos e continuamos a ser a causa primária das graves mudanças climáticas.
C.S. Lewis (teólogo) disse que "todo homem sabe que algo está errado quando sente dor". Portanto, nosso sofrimento não anula a existência de Deus, ou que ele não importa com os humanos. Antes, nos mostra que algo está errado; Nossa dor mostra que o plano de Deus era outro, ele não nos fez para o sofrimento e a dor. O mundo que conhecemos, não é o que Deus preparou, mas ele se tornou assim em algum momento de sua existência. De fato, toda a dor, todas as mortes e todo o sofrimento que nos assolam não estavam de acordo com o plano inicial de Deus, mas são frutos do nosso afastamento de Deus desde o início da criação.
Chegou a hora de, antes de apontarmos o dedo acusando a Deus, olharmos para nossos próprios erros. Está na hora de conhecermos a Deus como Ele verdadeiramente é e conhecermos os seus planos para resgatar a humanidade e restaurar a terra. “E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas” (Ap 21.4).
Geziel Silva Costa
sábado, 24 de julho de 2010
A Revista Cristianismo Hoje Entrevista pr Antônio Gilberto
Pelo retorno à Palavra
Consultor teológico e doutrinário da maior igreja evangélica do Brasil, o pastor assembleiano Antônio Gilberto ressalta a essencialidade da Bíblia
Por Carlos Fernandes
Enquanto aguardam a liberação de uma sala para a entrevista, Antônio Gilberto e o repórter conversam sobre a Igreja Evangélica e assuntos relativos à fé cristã no Brasil. O pastor folheia um exemplar de CRISTIANISMO HOJE. “Não há mais muito temor a Deus”, comenta, a respeito do conteúdo de uma reportagem. Ele dá uma olhada pela janela e balbucia, como se falasse consigo mesmo: “Quem de nós tem buscado ao Senhor em espírito e em verdade?”. Em dado momento, a secretária lhe traz as informações que solicitou sobre um evento. A procura não é tão grande como o esperado. “É impressionante, irmão”, diz. “Antigamente, eram comuns campanhas de oração de uma semana, cultos de consagração que duravam um dia inteiro. Agora, o pessoal não quer orar nem por cinco minutos.”
Não, Antônio Gilberto da Silva não vive do passado, embora admita que os tempos idos lhe trazem ótimas recordações. É um homem ativo e perspicaz, para quem a chegada dos 80 anos de idade parece ter trazido apenas mais experiência. Sobe com desenvoltura os três lances de escada na sede da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), no Rio. Ali, ele sente-se mesmo em casa. Respeitado por seu profundo conhecimento das Escrituras, é professor e consultor teológico e doutrinário não só da editora, mas da denominação. Integrante da Diretoria da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB), é presença certa em seminários e congressos sobre Escola Bíblica Dominical, assunto em que é especialista. “O crente deve estudar, estudar e estudar a Palavra de Deus”, afirma. “Só quem está ao lado da Bíblia pode manter-se espiritualmente de pé.”
Ao longo desta entrevista, por diversas vezes Antônio Gilberto assumiu uma postura de contrição. “Glórias a Deus, irmão, glórias a Deus”, disse, erguendo os braços e fechando os olhos, todas as vezes que foi solicitado a falar acerca de suas realizações na obra do Senhor. Elas não têm sido poucas ao longo dos últimos 65 anos, desde que se converteu, ainda adolescente. Casado, com quatro filhos e oito netos, o pastor diz que quer servir ao Senhor enquanto lhe der graça e força. “Minha oração é para permanecer fiel. A fidelidade traz felicidade.”
CRISTIANISMO HOJE -
Como está a Assembleia de Deus hoje, às portas do centenário?
–
ANTÔNIO GILBERTO – Eu digo que ela está caminhando bem, pela graça de Deus. O início de nossa igreja e seu crescimento são provas de que esta obra não pode ser dos homens. Como o trabalho daqueles dois obreiros estrangeiros [N.da Redação: os missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, oriundos dos Estados Unidos, fundaram a Assembleia de Deus no Pará, em 1911] poderia despertar espiritualmente o país se não fosse pela ação do Espírito Santo? Hoje, a Assembleia de Deus é querida e acatada, tem comunhão com as igrejas coirmãs e é uma referência em sentido geral.
Quantos membros tem a denominação?
É uma pergunta muito difícil de ser respondida, inclusive por causa de seu tamanho. Há mais de quinze anos, fizemos um levantamento amplo. Embora não tenha havido o retorno de todas as informações solicitadas, projetamos com segurança uma membresia da ordem de 11 milhões. O levantamento baseou-se apenas nos membros batizados, sem levar em conta as crianças e os frequentadores eventuais. Claro que não podemos afirmar este número com rigor científico, mas serve para dar uma noção da amplitude de nossa igreja.
Durante muito tempo, a Assembleia de Deus foi vista como uma igreja conservadora em relação a usos e costumes. Hoje, percebe-se maior liberalidade, sobretudo no contexto urbano. Houve exageros no passado?
Acontece que muitos irmãos e irmãs do passado, com pouco conhecimento do assunto à luz das Escrituras, praticaram excessos, estabelecendo regras individuais e regionais desnecessárias. Usos e costumes bons e santos devem fazer parte do testemunho cristão.
O uso da TV, por exemplo. Dizia-se que o crente não podia assistir à televisão, mas hoje os evangélicos usam-na largamente para anunciar o Evangelho.
Exato. Já se disse que a TV era anátema e pecaminosa. Aqueles irmãos do passado eram sinceros em sua fé, mas a ignorância e o exagero levam ao erro de muitas maneiras. Sabemos também que a mera observação de usos e costumes na igreja, de modo legalista, sem o lastro e a prática da doutrina bíblica, leva o cristão ao farisaísmo, ao legalismo, ao fanatismo religioso, à falsa santidade e à pretensa salvação pelas obras. Só que hoje vem ocorrendo o abandono de bons costumes que têm origem na doutrina cristã. Hoje, há pessoas que dizem que a Bíblia não trata de costumes. É que a palavra “costumes” nem sempre é traduzida pelo emprego deste termo na Bíblia. Se a doutrina bíblica for compreendida e observada com sabedoria e discernimento, ela certamente levará à prática de bons costumes. A doutrina é a garantia de perenidade de qualquer igreja.
Diversas igrejas independentes têm usado o nome “Assembleia de Deus”, mesmo sem qualquer ligação com a CGADB. A denominação cogita alguma medida contra isso?
Quem pode pronunciar-se sobre este ponto é a Direção nacional da igreja. Esses chamados “pentecostais” ou “neopentecostais” leem a Bíblia, mas não a estudam no sentido estrito deste termo. Eles só querem saber de manifestações humanas, como gritar, rolar, pular, expulsar demônio, praticar exorcismo. É um inominável erro cuidar só de manifestações e não do verdadeiro relacionamento com Deus, aquele que transforma a vida das pessoas. Primeiro, a predominância do Espírito Santo segundo as Escrituras; depois, os efeitos de sua manifestação. No início do movimento neopentecostal no Brasil, por volta dos anos 1960, várias igrejas que surgiram me convidavam para lhes ministrar sobre as doutrinas fundamentais da fé cristã. Esse interesse arrefeceu, como é fácil detectar nos seus escritos e programas de rádio e televisão. Esses grupos precisam despertar a tempo para, em primeiro lugar, dar espaço contínuo e amplo ao estudo sistemático da Palavra de Deus. A Assembleia de Deus está correndo o mesmo perigo; muito pouco estudo da Bíblia, priorizando suas doutrinas básicas.
E quais são as doutrinas básicas observadas pela Assembleia de Deus?
O assunto é muito extenso para tratar numa entrevista, mas eu poderia destacar algumas. A inspiração divina da Bíblia, que é específica, única e plenária. Quando o apóstolo João encerrou o Apocalipse e guardou a sua caneta, encerrou-se também, na providência divina, o cânon das Sagradas Escrituras. Sua inspiração é plenária no sentido de que Deus colocou na mente dos santos escritores sagrados não só a ideia ou o conceito da mensagem recebida dele, mas além disso guiou-os sobrenaturalmente na escolha das palavras. Também enfatizamos a salvação pela graça divina, quando o homem carente da salvação aproxima-se de Deus pela fé em Cristo. Ninguém tem mérito algum para ser salvo. Ser moralista, caridoso e altruísta é agradável a Deus, mas nada disso leva à salvação. Também cremos no Deus trino e triúno. Essa é uma verdade bíblica e doutrinária que transcende a mente humana, por mais capacitada que ela seja. Nem gênios como Newton e Einstein foram capazes de entender a triunidade de Deus. O que nos cabe é aceitar pela fé o que o Senhor diz na sua Palavra. O Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus. E também várias outras doutrinas fundamentais, como a do pecado, a da santificação, a da volta de Jesus em breve…
A doutrina do pecado não tem sido muito falada…
O assunto pecado é antipático e tem sido evitado, mas é real, assim como são reais o céu e o inferno. Quem crê em Cristo, segundo as Escrituras, está salvo da condenação eterna; quem não crê, já está condenado. É esse o Evangelho que eu prego com amor; o amor com que Deus nos ama.
Como a Igreja Evangélica deve agir em face do mundo?
A Igreja de Jesus – a verdadeira Igreja, aquela que teme ao Senhor e segue a sua Palavra – não pode se coadunar com a filosofia do mundo, que cada vez mais afunda no pecado. A Igreja neotestamentária é necessariamente diferente do mundo; de modo que, no dia em que a Igreja se coadunar com o mundo, e vice-versa, será o fim. Quando o mundo diz sim, a Igreja diz não. É assim que deve ser.
Essa diferença tem se diluído?
Infelizmente, a Igreja está muito mais parecida com o mundo do que deveria. Nós devemos enxergar esse processo como sinal dos tempos – e, sem querer ser pessimista ou negativo, tudo que tem acontecido ao redor do mundo faz parte de um panorama profético. E haverá choques tremendos entre o povo de Deus e o mundo. Veja esse pacote de leis que hoje tramitam no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas. Refiro-me a temas como a chamada união civil de homossexuais, a legalização do aborto, a descriminalização do uso de drogas hoje ilegais e as restrições ao trabalho de evangelização, entre tantos outros pontos. Mais do que nunca, o crente precisa manter-se fiel. A segunda vinda de Jesus ao mundo é um acontecimento iminente. A qualquer momento, o Senhor virá. Que bom seria se o mundo despertasse para buscar ao Senhor enquanto é tempo!
O senhor prevê uma perseguição contra a Igreja no Brasil?
Mas sem dúvida nenhuma. A propósito, eu faço parte de uma comissão em nossa denominação encarregada de redigir posições bíblico-doutrinárias sobre assuntos como união de homossexuais, família, casamento e o divórcio, inclusive o de obreiros. Queremos dar orientação clara ao nosso povo. Estamos nos debruçando sobre isso já prevendo que, se este pacote de leis for aprovado, perseguições tremendas virão, como já tem acontecido aos cristãos em outras partes do globo. Somente uma Igreja neotestamentária, ortodoxa, que teme ao Senhor e respeita a Bíblia no sentido correto, estará preparada para enfrentar estes novos tempos. A profecia de Daniel, nos capítulos 2 e 7 de seu livro, sem dúvida abarca o que estamos a responder. Tudo começou com “ouro”, mas terminou com “ferro misturado ao barro”. Não haverá inversão disso, como querem os homens que pensam sem Deus. A Palavra do Senhor é fiel e infalível. Há uma degradação crescente e geral no mundo, conforme I João 4.3.
Esse panorama de degradação o deixa chocado?
Não, eu não me choco com isso. Vejo tudo como uma advertência espiritual. O Senhor advertiu a todos sobre isso em textos como o de Mateus 24. O mundo está posto no maligno. Todas as instituições seculares sofrem com a influência e ação malignas. Não estou dizendo que todas as pessoas que não conhecem o Senhor agem deliberadamente de má-fé. Mas o secularismo da sociedade as afasta de Deus. E neste contexto, a Igreja de Cristo deve proceder como dela está escrito em I Pedro 2.11, como peregrina e forasteira. Isto é, ela não pertence a este mundo. E por falar nisso, ela está perdendo sua identidade bíblica. E como recuperá-la? Voltando à Palavra de Deus e, ao mesmo tempo, clamando por um avivamento genuíno, soberano, irresistível, como já aconteceu tantas vezes na Bíblia e também na história da Igreja.
Como definir avivamento?
Há quem pense que o avivamento espiritual da Igreja caracteriza-se
apenas pela manifestação de dons sobrenaturais e operação de milagres. Segundo as Escrituras, avivamento é uma renovação espiritual soberana da parte de Deus, uma sobrenatural intervenção divina entre o seu povo. E isso se caracteriza inicialmente pela fome incontida pela Palavra de Deus. Sempre que uma igreja é despertada pelo Espírito de Deus, ela busca sem cessar a renovação espiritual, a santificação e o conhecimento constante e profundo da Palavra de Deus, tanto na congregação como na vida de cada crente.
Mas então como a Igreja Evangélica tem crescido tanto no país?
Não é bem assim no presente momento. O número de genuínas decisões por Cristo vem diminuindo nas igrejas. A Igreja tem crescido em quantidade. Não sou contra a quantidade – quanto mais pessoas se tornarem crentes em Jesus, melhor. Mas, quanto aos seus, o Senhor conta primeiro com a qualidade de vida espiritual, moral, social e familiar. Lembre-se do caso de Gideão: Deus só permitiu que ele fosse acompanhado por 300 homens à guerra, ao invés dos milhares que havia. Ora, do dia para a noite você consegue encher um templo ou um estádio de gente; basta dizer o que as pessoas gostam e querem ouvir. No início da Igreja, praticamente não havia necessidade de apelo e convite para o povo vir a Cristo. O poder de Deus era tão manifesto que as pessoas, por livre iniciativa, procuravam os apóstolos com a pergunta: “Que devo fazer para ser salvo?”.
A situação está assim por culpa da liderança?
Nesta resposta, eu gostaria de substituir a palavra “liderança” por “pastores”. Liderança tem a ver com direção, mas, em termos de igreja prefiro abordar o assunto partindo dos pastores, aqueles que receberam de Deus o chamado e o ministério de apascentar. O pastor torna-se líder porque antes já era pastor; ele não é pastor simplesmente porque é líder de uma obra. Nem todo líder cristão é obreiro do Senhor só pelo fato de ser líder. O pastor que apenas é líder torna-se um profissional, e não um vocacionado da parte do Senhor. E os pastores precisam enfatizar a importância primordial da Bíblia Sagrada. Está faltando a Palavra em nossos púlpitos. Hoje, nos cultos evangélicos, 80% do tempo é gasto com assuntos e atividades que nada têm a ver com a exposição da Palavra de Deus. Veja as músicas de hoje – não têm nada de Bíblia, é só passatempo. Muitas vezes, quem compõe nem salvo por Cristo é. O resultado está aí: carência espiritual, pobreza de fé, crentes sem vida. Nossos pastores precisam despertar para semear a Bíblia. O povo está sem alimento. Se a ovelha recebe comida fraca, ou adulterada, pobre dessa ovelha!
A solução seria o incentivo à Escola Bíblica Dominical (EBD), uma instituição que atravessa uma crise em tantas igrejas?
Repito que uma igreja, um povo, uma família, quando despertados por Deus, mediante o Espírito Santo e a Palavra, procurarão com perseverança conhecer a Bíblia. A EBD deve enfatizar o estudo da Palavra de maneira metódica, atingindo desde o bebê até ao ancião, com professores treinados, de maneira sistemática. É preciso haver currículos definidos, senão o assunto fica a esmo. É claro que, mesmo se for ministrada de maneira precária, a Palavra sempre trará resultados na vida das pessoas, pois ela é viva e não volta vazia. Contudo, não atingirá o objetivo de construir uma igreja forte. No passado, a luta do inimigo era para destruir a Bíblia. Quantas bíblias foram queimadas na Idade Média, nas fogueiras da Inquisição? Hoje, como o diabo sabe que não há como fazer isso, sua luta é para corromper a mensagem da Palavra. E está conseguindo!
Em 1989, a Assembleia de Deus dividiu-se em dois grandes segmentos, a CGADB e a Convenção de Madureira (Conamad). Passados vinte anos, os dois grupos estão mais próximos ou mais distantes?
Não chamaria o que aconteceu de divisão, e sim, de cisão administrativo-eclesiástica. Acompanhei bem de perto o processo e sei que havia desde algum tempo certas discordâncias, mas não desavenças espirituais, religiosas e doutrinárias. As igrejas Assembleias de Deus professam a mesma doutrina. Eu integro a CGADB e, regularmente, sou gentil e honrosamente convidado por colegas obreiros da Conamad para participar de eventos e ministrar a Palavra de Deus. Sinto-me honrado e também grato a esses companheiros de ministério por essas solicitações. Da mesma forma, temos regularmente pastores e outros líderes de Madureira em eventos da CGADB. Eu, pessoalmente, mantenho a expectativa de desaparecimento desta cisão.
O que o senhor experimentou no passado e sente falta nos dias de hoje?
Ah! Do movimento dinâmico e sempre crescente de evangelização; da inflexível e intensa disposição e vontade de todos os crentes de ganhar pessoalmente almas para Jesus. Logo que Jesus me converteu, aos 14 anos de idade, Deus me usou para evangelizar uma família inteira, ajudado por outros irmãos. Aquelas sete pessoas se entregaram a Cristo e se tornaram crentes fiéis, perseverantes e frutíferos para a glória de Deus. Que alegria! Sinto falta também dos cultos de oraçao e de vigília daquela época. Hoje, o tempo que passamos na presença do Senhor, buscando a sua face em cultos coletivos, é tão curtinho… Outra coisa maravilhosa era a comunhão cristã fortíssima entre os irmãos. Todos na igreja eram unidos. O que acontecia a um era compartilhado por todos.
A esta altura da vida, qual a sua prioridade?
Permanecer fiel. Fiel a Deus; fiel à sua Palavra; fiel à doutrina; fiel à família; fiel aos compromissos assumidos; e fiel à minha igreja e aos colegas de ministério. A fidelidade só pode trazer felicidade. Imagine a alegria de, conforme Paulo disse em II Timóteo 2.15, podermos nos apresentar a Deus como obreiros aprovados! Mas Deus dá-nos da sua graça. “A minha graça te basta”, disse Deus ao apóstolo.
Entrevista extraída do site Cristianismo Hoje.

