Este blog tem por finalidade o compartilhamento de ensinos bíblicos, apologéticos, devocionais, doutrinários e conhecimentos gerais.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Será que fim do mundo vai acontecer em 21 de dezembro de 2012? A Bíblia diz que não
sábado, 3 de novembro de 2012
ASPECTOS DA EDUCAÇÃO NA REFORMA PROTESTANTE E DA CONTRA REFORMA
- Línguas (idioma local e clássico)
- Literaturas pagãs e cristãs
- Ciências artes e filosofia
- Jurisprudência e medicina
- História das Ideias pedagógicas (Moacir Gadotti. Ed Ática).
- História da vida privada, vol. 3. Da Renascença ao século das luzes (Phillippe Aries e Roger Chartier).
- Escritos de São Tomás de Aquino (Martinho Lutero, Erasmo de Rotterdam).
quinta-feira, 14 de junho de 2012
O Juízo Final
terça-feira, 22 de maio de 2012
Deus é Pop?
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Silas Malafaia e sua Metamorfose
No dia 19 de maio, sábado no seu programa, Silas Malafaia desafiou a todos os blogueiros, críticos, donos de sites e a toda comunidade das redes sociais a assistir duas mensagens suas, que serão exibidas em Junho. O desafio é mostrar onde está o erro teológico de Malafaia, quando prega sobre a teologia da prosperidade. Não precisamos nem assistir suas mensagens, basta ver seus vídeos, que logo tiramos a nossa própria conclusão pelas palavras do próprio Malafaia.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
A igreja frente ao homossexualismo
terça-feira, 1 de maio de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
O DESTINO DAS ALMAS DOS JUSTOS E DOS ÍMPIOS
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
A PRIMEIRA E A SEGUNDA RESSURREIÇÃO

A primeira ressurreição. Começou com os santos que ressuscitaram depois da ressurreição de Cristo. Divide-se em três fases distinta sendo a primeira a ressurreição de Cristo e de muitos santos do AT identificados como as primícias dos mortos. Jesus e os santos ressurretos depois dele, simbolizam o primeiro molho de trigo colhido em Israel nos tempos do AT (Lv 23.10-12; 1Co 15.23). “Os sepulcros se abriram, e os corpos de muitos santos que tinham morrido foram ressuscitados. E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos” (Mt 27:52-53).
E Continua a outra fase ainda na primeira ressurreição por ocasião do arrebatamento da igreja estes mortos são os que morreram em Cristo, desde a época da fundação da Igreja por Cristo, até perto do arrebatamento da igreja. “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (1 Tss 4:16-17).
A terceira fase da primeira ressurreição são os mortos durante o período da Grande Tribulação, estes são chamados de mártires da Grande Tribulação. São considerados os restolhos da colheita, ou em outras palavras as espigas da colheita (Ap 6.9-11; 7.9-17; 14.1-5; 20.4,5). Estes morrerão durante a grande tribulação sem aceitar adorar a besta, mas ressuscitarão para entrarem no milênio. “E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos. Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição” (Ap 20:4-5).
A segunda ressurreição. Tem um espaço enorme entre a primeira, apesar de Daniel colocar como se fossem simultâneas. “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno” (Dn 12:2). Mas a segunda ressurreição ocorrerá depois do milênio. “Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram”. Esta é a primeira ressurreição (Ap 20:5).
Estes outros mortos são os ímpios que ressuscitarão para vergonha e desprezo eterno, ressurgirão para o julgamento no trono branco. A própria Bíblia enfatiza que a primeira ressurreição é para o bem aventurado, os santos que reinarão com Cristo no milênio. “Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos” (Ap 20:6).
Apesar dos textos citados acima com clareza de distinção na ressurreição entre ímpios e justos, muitos teólogos têm um interpretação diferente. Muitos teólogos arminianos e reformados creem numa ressurreição simultânea. Vale ressaltar que tais teólogos não interpretam literalmente o texto, nem são pré-milenistas, havendo assim divergência de interpretações.
Mas existem outros textos da Bíblia, que denota a diferença de ressurreição entre ímpios e justos. Lucas 20: 35-36, Marcos 12:25, Apocalipse 20: 5-6, Atos 4: 1-2 e Filipenses 3:11. Nestes textos a palavra ressurreição vem seguida de dentre os mortos, mostrando a separação entre a ressurreição dos justos que e chamada de primeira ressurreição, e a dos ímpios chamada de segunda ressurreição.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Sen. Magno Malta, PR/ES, faz críticas a ministro por declarações durante Fórum Social
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
A TRANSFORMAÇÃO DO CORPO
Nosso corpo será o mesmo, porém transformado e glorificado conforme o corpo de Cristo. “Pelo poder que o capacita a colocar todas as coisas debaixo do seu domínio, ele transformará os nossos corpos humilhados, para serem semelhantes ao seu corpo glorioso” (Fl 3:21).
Cristo depois do corpo transformado não estava mais limitado às barreiras físicas nem à lei da gravidade. Ele entrou na sala onde os discípulos estavam a portas fechadas, (Jo 20.26) desaparecia de um lugar e aparecia em outro sem precisar de transporte. O corpo transformado é diferente e ilimitado quanto às questões físicas. O corpo de Jesus era diferente depois da ressurreição, as portas fechadas não impediam a entrada dele, aparecia e desaparecia quando quisessem o que Paulo chamou de corpo transformado e glorificado.
Não importa de que maneira os corpos foram sepultados, se nos mares, queimados, na cova etc. Mas estes mesmos corpos serão ressuscitados e transformados. “Os teus mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho será como o orvalho das ervas, e a terra lançará de si os mortos” (Is 26.19).
O corpo dos ímpios da mesma maneira será recomposto as partículas físicas e transformados em corpos espirituais, mas sem a devida glória. As almas e os espíritos se unirão aos corpos dos ímpios para o julgamento (Ap 20.12; Dn 12.2). Os mortos em Cristo estão no lugar de descanso mais sem a glória dos corpos, e os ímpios estão no lugar de sofrimento sem a totalidade de seus corpos. Ambos terão corpos transformados, uns para a glória e alegria eterna (justos) e outros receberão corpos transformados para o sofrimento eterno.
Há quem diga que nosso corpo não será material transformado, apenas corpo espiritual. A ressurreição de Cristo é uma demonstração de como será nosso corpo. Jesus convidou os discípulos a examinar o seu corpo: “Depois disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente” (Jo 20:27).
Jesus comeu naturalmente peixe “Então eles apresentaram-lhe parte de um peixe assado, e um favo de mel; O que ele tomou, e comeu diante deles” (Lc 24:42-43) e ainda falou que seu corpo era constituído de carne e osso, e explicou que um espírito não tem carne e osso “Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (Lc 24:39).
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
A RESSURREIÇÃO NO ANTIGO E NOVO TESTAMENTO

A ressurreição no AT é mostrada às vezes com a restauração de Israel. Esta ideia está explícita nos livros de (Ez 37.12-14; Os 6.2; Is 26.19). Mas a ressurreição no AT era esperada, apesar de pouca clareza, percebemos a crença na ressurreição. Jó fala de uma maneira esperançosa demonstrando crer na ressurreição (Jo 19.26,27). Daniel escreve que haverá uma ressurreição de corpos, tanto para justo quanto para os ímpios (Dn 12.2).
No dia de pentecostes, ao cair o Espírito sobre os discípulos, Pedro no seu sermão mostrou a crença na ressurreição. O livro de Isaías no capítulo 53 está relatado o sofrimento de Cristo, que sofreu injustamente até a morte. Mas a satisfação do Messias é mostrada do seu trabalho é descrita no livro. Isaías faz uma forte alusão à ressurreição de Cristo.
Pela ocasião do arrebatamento da igreja, os que são fiéis e fazem parte da igreja de Cristo ressuscitarão. Esta igreja não tem placa, denominação específica, nem raça, mas são todos os santos seguidores de Cristo e fiéis à sua Palavra, estes subirão no arrebatamento.
Agora os santos que morrem em Cristo hoje, sem alcançar a promessa do arrebatamento, mas morrem fiel a Deus, estes ressuscitarão e serão arrebatados juntos com os santos, veja nas palavras de Paulo: “Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá do céu, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro.
Depois disso, os que estivermos vivos seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre” (1 Ts 4:16-17).
Veja que Paulo não esperava a morte, mas o arrebatamento, ele usa o verbo presente quando afirma “os que estivermos vivos seremos arrebatados”, ele se incluía nos arrebatados. Escrevendo aos coríntios, ele se incluía também neste grande evento: “Eis que eu lhes digo um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados” (1 Co 15:51). Grifo meu. Paulo escreveu esta carta aos coríntios, porque os filósofos gregos não criam na ressurreição do corpo. Apesar de crerem na imortalidade da alma. Essa influência chegou a levar muitos cristãos em Corinto a dizer que não há ressurreição. Paulo escreve a carta com argumentos contundentes provando que haverá a ressurreição.
domingo, 8 de janeiro de 2012
A RESSURREIÇÃO DE JESUS É A NOSSA ESPERANÇA (Parte 2)

Sobre a história da ressurreição podemos citar três aspectos que a transformam em um grande valor para se tornar conhecido:
1º Desde o início da Igreja o fato da ressurreição já era conhecido.
2º A incredulidade dos discípulos a este acontecimento torna impossível a criação deste fato por eles. Somam-se a isto os valores éticos e o sistema da época em que viviam.
3º Nenhuma explicação coberta de razões foi encontrada para o fato de o sepulcro ser encontrado vazio.
Podemos concluir com estes três aspectos que a ressurreição é algo que não pode ser negado historicamente. As evidências são fortes demais para não notarmos que alguma coisa aconteceu. Assim como os primeiros cristãos experimentaram esta maravilha, os cristãos atuais podem testemunhar da presença viva e real e que Jesus nasceu, viveu, morreu, mas ao terceiro dia ressuscitou.
Notas importantes no Novo Testamento sobre como os cristãos primitivos faziam a interpretação da ressurreição de Jesus.
Segundo o historiador do livro de Atos dos apóstolos, com a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes deu-se o início da pregação cristã. Jesus é ressuscitado por Deus, afirma Pedro em sua primeira pregação (At 2.24). Nesse momento o conceito teológico de Jesus ter ressurgido é enfatizado. Assim a ressurreição mostra que tudo o que Jesus fez e falou teve a aprovação de Deus. E as profecias que falaram a respeito do Messias tiveram neste momento o seu cumprimento mostrando que Deus não é homem para que minta. E que tudo aquilo que aconteceu já havia sido predito milhares de anos antes pelos profetas.
Também podemos ver na primeira pregação de Pedro uma importante colocação: Os grilhões da morte são rompidos na ressurreição; A morte não podia neutralizar Jesus. Por isto foi proclamado como o Vitorioso que venceu a morte para todo o sempre. A vitória não consiste em apenas voltar dos mortos. Desde o Antigo Testamento muitas pessoas voltaram a viver mais na seqüência morreram novamente. Lázaro também voltou dos mortos bem como a filha de Jairo, e ambos voltaram à tumba. Mas a vitória de Jesus sobre o poder da morte é eternamente. Esta é o último inimigo que representa todas as forças do mal. Esta concepção é o fundamento de toda a fé cristã. (1º Co 15.20).
Nos tempos de Jesus havia grandes discussões quanto à existência da ressurreição dos mortos. Esta idéia tinha a apologia dos fariseus enquanto que era rejeitada pelos saduceus. A esperança da ressurreição para os cristãos não parte de convicções ou especulações antropológicas de que existe algo no ser humano que é imortal. A fé cristã é fundamentada somente na ressurreição de Jesus Cristo. Também aqueles que são seus seguidores fiéis receberão esta dádiva de Deus no dia em que o Senhor voltar para arrebatar seu povo. Receberão um corpo glorioso e apto para viver eternamente nas moradas celestiais.
É visto diferentes tendências na História da teologia em relação à ressurreição de Jesus. O lado histórico é marcado por alguns que querem cientificamente mostrar provas em relação à facticidade da ressurreição. A argumentação que usam para defender isto dentro da história é que só há sentido falar da ressurreição e da cruz como fatos históricos se a realidade destes fatos fosse verificada pelos próprios historiadores.
De outra maneira, existem outros teólogos que falam que não há importância alguma na historicidade. O que tem valor é o aqui e agora. Para os que vão mais adiante têm a concepção do sepulcro vazio apenas como um simbolismo. Acreditam que não traria mudança nenhuma se fosse encontrado o túmulo real de Cristo com o seu cadáver. A ressurreição continuaria para aqueles que possuem a fé.
Focalizadas apenas por um ângulo as duas tendências implicam problemas. Mais do que uma discussão atinente a realidade de fatos históricos é o anúncio da ressurreição de Jesus Cristo. Ele surge da sua presença pela experiência em nosso mundo real aqui e agora. Por outro lado, a mensagem de que Jesus morreu e ressuscitou é muito mais do que apenas uma interpretação simbólica da cruz.
A interpretação que devemos ter em relação à ressurreição de nosso Senhor é que esta última jamais poderá ser totalmente compreendida pela mente humana. Os escritores dos Evangelhos interpretaram este acontecimento como um milagre divino. Com isto, a ressurreição é uma realidade que vai além das nossas interpretações e reflexões, com uma profundidade muito maior em sua essência que os nossos raciocínios não têm condições de decifrar.
O sepulcro foi o lugar onde se deu início à ressurreição. No lugar de eterna destruição brota a vida nova e sem fim. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância é a promessa que se cumpre através da ressurreição. Quem se alimenta desta promessa é a esperança bem como também a prática da caridade para transformar e aliviar.
Um novo futuro para o homem em toda a sua maneira de viver agora é visto através da ressurreição, que é uma poderosa ação de Deus na vida do homem.
Todas as pessoas se questionam como será a vida após a morte. Todos os cristãos são interrogados sobre suas convicções em relação à ressurreição dos mortos por pessoas de outras religiões que pensam diferentes a este respeito. Muitos não crêem em qualquer possibilidade de a vida continuar após a morte. Outros acreditam que mesmo após a morte a vida continua em uma dimensão espiritual. Porém outros afirmam que com a morte tudo se acaba e a esperança de se viver no porvir não passa de uma ilusão.
A resposta para tudo isto podemos encontrar nos testemunhos da bíblia Sagrada à morte e a vida eterna. A fé que os cristãos primitivos professavam sobre a ressurreição dos mortos nos mostra claramente a maneira como encaravam a morte.
É grande o conhecimento entre os cristãos sobre a composição do ser humano como físico através do corpo e espiritual através da alma. A igreja teve forte influencia dos filósofos gregos ao não dar uma posição positiva para o corpo. Por ser material e limitado era considerado como um cárcere para a alma que seria liberta e imortal quando chegasse à morte. Daí o desejo e a espera pela morte onde a libertação da alma traria uma vida mais serena e sem fim.
Os ensinamentos destes filósofos são idéias errôneas para os ensinamentos bíblicos sobre o Homem. Observamos no começo da criação que tudo o que Deus criou viu que era bom. Nisto é incluído o corpo humano que também é uma obra de Deus e não uma prisão para a vida. O apóstolo interroga: Ou não sabeis vós que o vosso corpo é templo e morada do Espírito Santo o qual está selado para o dia da redenção?
Na experiência natural que possuímos sabemos que a morte é algo certo que sobrevirá a todos. Todo o ser vivente expirará um dia. Por mais longa que seja a vida um dia ela chegará ao fim. Mas a bíblia nos faz entender que a morte não leva ninguém ao vazio da existência e que nada nos separará do amor de Deus.
A angústia da morte com seu terror tenebroso já foram derrotados pela vida na ressurreição de Jesus Cristo. A esperança de todos os que morreram em Cristo é a vitória de Jesus sobre a morte em sua ressurreição.
Alguns estudiosos da bíblia afirmam que na morte de cada pessoa inicia-se a ressurreição. Todas as noções materiais que usamos para saber da nossa existência e do espaço que usamos não são úteis para a eternidade quando morremos. Assim, o dia da morte é o derradeiro dia começando então a eternidade. Aqueles que morreram em Cristo encontrarão o Deus todo poderoso. Neste termo não fica fácil não saber o que o Novo Testamento diz a respeito do tempo da ressurreição dos mortos ímpios. Os textos do Novo Testamento parecem concordar que no último dia haverá a ressurreição dos ímpios, ou seja, no Juízo Final, quando todos serão julgados por Deus segundo os seus atos enquanto viviam.
Não é sobre o corpo que se tem a vitória na ressurreição. A vitória é sobre a morte. O ser humano só tem existência na sua corporalidade porque é um todo. É exatamente por isto que divulgamos a nossa convicção na ressurreição do corpo. Nós não somos nós mesmos sem um corpo. O fim da velha existência é a morte! Tudo o que sobrevirá depois será nova criação de Deus. Contudo a morte não poderá nos separar de Deus, pois o Espírito Santo nos transforma enquanto vivemos.
Não somos tirados de Deus quando morremos, mas passamos a dormir no Senhor à espera da ressurreição quando seremos transformados em uma nova criação. Assim teremos um corpo celeste e glorioso que jamais terá fim. Teremos segurança eterna sabendo que a morte não mais nos atingirá. É um grande conforto para nós sabermos que quando chegar o dia de nossa partida não seremos lançados em um vazio, sem esperança alguma de voltar a viver. Mas por sermos fiéis a Deus seremos levados por ele para as mansões celestiais para viver eternamente com ele. Lá não haverá pranto, tristeza e nem dor. E toda a lágrima será enxugada pelo cordeiro que nos deu vida eterna. E nos livrou para todo o sempre das garras do pecado e da morte.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Lição 1 – O Surgimento da Teologia da Prosperidade

No 1º Trimestre de 2012, estaremos estudando, através das Lições Bíblicas da CPAD, sobre o tema: “A Verdadeira Prosperidade – A Vida Cristã Abundante”. As lições serão comentadas pelo pastor José Gonçalves. Os assuntos são os seguintes:
Lição 1 – O Surgimento da Teologia da Prosperidade
Lição 2 – A Prosperidade no Antigo Testamento
Lição 3 – Os Frutos da Obediência na Vida de Israel
Lição 4 – A Prosperidade no Novo Testamento
Lição 5 – As Bênçãos de Israel e o que Cabe à Igreja
Lição 6 – A Prosperidade dos Bem-aventurados
Lição 7 – Tudo Posso Naquele que me Fortalece
Lição 8 – O Perigo de Querer Barganhar com Deus
Lição 9 – Dízimo e Oferta
Lição 10 – Uma Igreja Verdadeiramente Próspera
Lição 11 – Como Alcançar a Verdadeira Prosperidade
Lição 12 – O Propósito da Verdadeira Prosperidade
Lição 13 – Somente em Jesus Temos a Verdadeira Prosperidade
A verdadeira prosperidade incide em uma comunhão íntima com Deus. Um relacionamento em afinidade de acordo com os princípios bíblicos. Estudaremos nesta lição a deformidade que ao longo dos anos a verdadeira prosperidade vem sofrendo. Voltar à Palavra de Deus para entendermos estas minúcias e definições, é tarefa da igreja e dos professores neste trimestre.
O que chamam hoje de teologia da prosperidade na verdade é a teologia do Logro, troca, permuta e como a lição define “teologia da barganha”. Os dízimos, as ofertas, as contribuições com missão, construções e as ofertas alçadas, são incentivadas com o retorno do quíntuplo. As palavras bíblicas como: “Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita;” (Mateus 6:3). Não são mais ensinadas.
Pedro insistentemente escreveu que em nossos dias, alguns fariam do evangelho e da igreja um negócio. “E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita”. (2 Pedro 2:3).
É nossa tarefa combater essas heresias, e primar pela verdade.
Boas Aulas
Ev. Geziel Silva Costa
A RESSURREIÇÃO DE JESUS É A NOSSA ESPERANÇA (Parte 1)

Sem esta mensagem da fé cristã, Paulo declara que a nossa fé não significaria nada. “E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé” (1 Co 15:14).
Recebemos a certeza na ressurreição de Cristo, que ele é o Messias, o Salvador. Paulo continua afirmando a importância da ressurreição de Cristo, que sem ela não haveria o cristianismo nem a igreja e ainda estaríamos mortos em nossos pecados (1 Co 15.17).
1. O túmulo vazio. Críticos há que argumenta que Paulo não destacou o túmulo vazio, e essa ideia de ressurreição só acorre anos depois. Todavia Paulo fala do sepultamento que é um argumento a favor da existência do sepultamento (1 Co 15.4). Os críticos argumentam sobre as disparidades que existem nos evangelhos como quantas mulheres foram ao túmulo e por quê? Para aplicar a unção no corpo conforme (Marcos e Lucas) ou para ver o túmulo de acordo com (Mateus)? Havia um anjo (Marcos e Mateus) ou dois de acordo com (Lucas e João)? As mulheres silenciaram (Marcos) ou falaram da ressurreição (Mateus)?
Estas variações já eram conhecidas dos cristãos e Tatiano no segundo século já havia falado sobre elas. Os cristãos foram fiéis aos seus escritos, e já sabiam com certeza que o túmulo estava vazio, pois a surpresa das mulheres e dos discípulos é real diante do túmulo vazio. Os discípulos não usaram o túmulo como prova da ressurreição de Cristo, mas testemunhavam convictos como testemunhas oculares.
Se a sepultura não tivesse vazia, dificilmente os discípulos morreriam crendo nesta verdade. Diferentes tentativas foram inventadas para explicar o túmulo vazio. A do roubo do corpo de Jesus pelos discípulos logo foi descartadas porque muitos seguidores de Jesus morreram crendo na ressurreição. Outra tentativa foi que as autoridades levaram o corpo de Jesus para outro lugar. Mas quando começou falar da ressurreição, ninguém soube explicar onde estaria o corpo.
Se as mulheres fora à sepultura errada, haveria como acertar mais tarde a sepultura. A suposição do desmaio, e que ele teria recobrado os sentidos na sepultura e voltado a viver não persiste. Como explicar a lança que perfurou o seu lado, e os lençóis que foi envolto dos pés à cabeça? A pregação da ressurreição em Jerusalém logo teria sido descoberta se fosse uma fraude, estas mesmas suposições à cima seria o suficiente para calar os discípulos.
A ressurreição de Jesus não foi vista por ninguém. O evangelho apócrifo de S. Pedro narra à maneira como Jesus ressurgiu diante dos guardas romanos e dos judeus. Logo a Igreja rejeitou este evangelho não o aceitando como canônico. Com certeza os primeiros cristãos notaram o grande erro ao se escrever de um modo tão falho sobre a ressurreição do Senhor. Os testemunhos que temos atestam apena duas coisas: Foi encontrado o sepulcro vazio e o Senhor foi visto vivo por muitas pessoas que testemunharam sobre sua ressurreição.
Em Jerusalém se formou a tradição do sepulcro vazio. Na cidade santa seria impossível pregar sobre a ressurreição de Jesus se fosse possível mostrar o sepulcro com seu corpo ali repousando. Os inimigos de Jesus e da sua igreja jamais negaram a realidade do sepulcro vazio. Alegaram que seus discípulos o roubaram para propagar que ele havia ressuscitado. É interessante notar que Maria Madalena ao presenciar esta cena também interpretou que o sepulcro havia sido roubado. O simples lugar vazio não trouxe nada de novo na reação dos discípulos.
Para eles isto não alteraria nada a não ser novamente a suspeita que alguém poderia ter invadido o túmulo roubando o corpo do Senhor. Outra coisa que nos chama a atenção é quando as mulheres encontram o sepulcro vazio fogem de temor, espanto e tremor de maneira que escapam apressadas do sepulcro. Através dos relatos dá-se para perceber que somente após as aparições para uns aqui e outros ali é que foi determinado que ele realmente estivesse vivo.
2. As aparições. Em todo o Novo Testamento as aparições de Jesus foi algo incrível, e esse é o âmago da fé dos cristãos. Os discípulos no caminho de Emaús e Tomé tiveram certezas através da presença do metre ressuscitado, que estavam no caminho correto. Pedro mais uma vez largou as redes para nunca mais voltar a elas depois da aparição e Jesus a ele. Paulo se tornou uma testemunha convicta depois da aparição de Jesus. Estas aparições de Jesus serviram de certeza de salvação para muitas pessoas da época. “Depois disso apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez, a maioria dos quais ainda vive, embora alguns já tenham adormecido” (1 Co 15:6).
Sempre foi pregado desde o começo da igreja Cristã que ele realmente ressuscitou. Estas afirmações estão espalhadas em todo o Novo Testamento. A ressurreição sucedeu em um ponto perto de Jerusalém após três dias da morte de nosso Senhor. Por ter acontecido em um domingo este passou a ser chamado como o ‘’Dia do Senhor ’’.
Ao analisarmos com mais profundidade os escritos do Novo Testamento vemos que há dois relatos sobre a ressurreição de Cristo. Um faz a descrição sobre os encontros com Jesus já ressuscitado; seus discípulos o vêem e o conhecem. Isto aconteceu quando os discípulos estavam reunidos. A outra narração fala sobre o túmulo vazio. Foi encontrado aberto pelas mulheres que não teriam forças suficientes para remover a pedra e abrir a tumba. (Mc 16.3-4). O fato é explicado pelos anjos que anunciam sobre a ressurreição do mestre.
Os pensadores contemporâneos insistem em rejeitar a ressurreição de Jesus. Segundo eles por não haver algo igual ou parecido na História. Mas é bom saber que não é somente o pensamento contemporâneo que tem esta dificuldade. Até os próprios discípulos não criam quando o Senhor falava que iria morrer e ressuscitar após três dias seguintes. E finalmente quando aconteceu a morte de Jesus para eles tinha acontecido já o fim de tudo.
E quando é anunciado pelas mulheres que a ressurreição tinha se tornado uma realidade então todos, sem exceção de regras, rejeitam de cara esta ideia por ser algo inédito, estranho e sobrenatural. Por aí podemos tirar a conclusão de que não foram jamais os discípulos que inventaram a notícia da ressurreição como muitos querem assim dizer. Juntando-se a mente moderna vemos também que na Grécia a mensagem da ressurreição pareceu muito estranha e de difícil aceitação. Mesmo com todo o conhecimento filosófico grego sobre matéria e o espírito, os ouvintes de Paulo em Atenas duvidaram e zombaram quando o ouviu falar sobre a ressurreição de Jesus.
Por não haver nada parecido escrito na História sobre a ressurreição não quer dizer que ela nunca aconteceu. Os cientistas atuais aceitam que toda investigação não podem estar fechadas para fatos inéditos sem precedentes na história. Apesar da obrigação da ciência verificar o que é mesmo verdadeiro ou falso, devido a muitos processos que são frutos da imaginação.
Continua...





