Alerta Final

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Pedro caminhou sobre as águas



Texto: Mateus 14.25-35


A Bíblia lista várias caminhadas vejam


Na caminhada de Deus no Édem, ele chamou por Adão
Na caminhada de Abraão, ele caminhou deixando sua terra para ir a Canaã
Na caminhada de Moisés, ele caminhou do Egito ao deserto
A caminhada de Josué, em volta dos muros de Jericó
A caminhada de dois discípulos no caminho de Emaús
A caminhada interrompida de Paulo a Damasco
A caminhada triste e santa do pretório ao gólgota via dolorosa
Mas caminhar sobre as águas? Isso é interessante!

Na vida de quem Deus quer usar e melhorar há sempre algo.


Há sempre um chamado: Abraão sai da tua terra... Adão onde estas?...Lázaro sai...
Há sempre medo: Moisés disse: sou pesado de língua... Os espias: são gigantes...Adão: Tive medo e me escondi.
Há sempre encorajamento: Vou com vocês Moisés, gideão... Discípulos. Estarei convosco...
Há sempre uma vida transformada: Pedro, Mateus, Paulo, Maria Madalena.

Deus sempre se apresenta de forma a chamar a atenção na sua teofania


A Abraão ele apresenta-se como anjo
A Moisés no fogo no meio da sarça
A Josué apresenta-se como capitão do exército
A Pedro e aos discípulos no mar de madrugada
Todos sentiram medo, mas quando disseram sim ao chamado experimentaram o poder.

"Jesus aparece aos discípulos no último momento, três horas da manhã, o limite humano é o lugar mais freqüente para encontrar Deus". (Dale Bruner).


Pedro reconheceu Jesus na tempestade, aventurou andando sobre as águas. Precisamos reconhecer Jesus na tribulação, ele está conosco.


Pedro deixou o barco apesar da tempestade, no barco era melhor que na água; o que precisamos deixar? Qual o seu barco? O emprego, bens, família, amigos? O barco não é o lugar mais seguro.

Você pode ficar em sua casa sem fazer nada, mas corre o risco de se acidentar sem fazer nada. Talvez você resolva sair do barco como Pedro. Tudo ia bem, mas reparou na tempestade, e quase foi para o fundo. Você começa o novo cargo, novo ministério, mas derrepente vem a tempestade, os problemas. Pedro sabia caso afundasse, Jesus seria a pessoa certa para ajudá-lo.


Quando você começar afundar nos problemas, Jesus é a pessoa certa. Pedro experimentou a Glória de sair do barco, a glória de ser erguido por Jesus.


Será que os amigos de Pedro caçoaram dele depois de afundar?
Os discípulos tiveram de esperar Jesus acalmar a tempestade. Primeiro Pedro andou sobre as águas, aconteceu tudo aquilo que levou tempo, e só depois Jesus entra no barco e acalma a tempestade.


Pedro não pede promessa, garantia de não afundar, mas ordem: manda-me.
Andar sobre as águas implica coragem e reconhecer o chamado. Para alguns, Pedro agiu no impulso, para outros pela fé. Pedro disse: convida-me. E creu que também podia andar, e andou.


Qual o pensamento de Pedro quando estava andando sobre águas? O vento no rosto, água solidificada, o ar espantado dos amigos, talvez pensasse: não acredito!, eu? Funcionou! Estou andando! É o messias mesmo. Como é isto? O olhar de Jesus estava radiante. Por ver seu discípulo confiar nele.


Ouvimos sobre o poder de Deus. "Olhando ele para a terra, ela treme; tocando nos montes, logo fumegam" (Sl 104:32). (S l46). Mas ver e ouvir não bastam, é necessário experimentá-lo. Os discípulos apesar de verem milagres, apavoraram. "E ele, despertando, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança". (Mc 4:39). Israel apavorou com a morte de Moisés. "Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não pasmes, nem te espantes: porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares" (Js 1:9).


Para experimentar o poder de Deus é necessário dar o passo.
Moisés- teve de lançar a vara e depois apanhá-la
Israel - teve que marchar, depois o mar abriu-se!
Naamã- teve que mergulhar sete vezes, depois a cura.
Gideão- de trinta e dois mil reduziu o exército a trezentas antes de derrotar os medianias
Os Pães e peixes entreguem antes de serem multiplicados

Reparando no vento


Porque Pedro preocupou com o vento? Ele estava andando por cima das águas, venceu as leis da física.


As crianças pequenas quando estão aprendendo a andar, quando caem nunca pensam: puxa vida! Nunca mais vou andar. Elas se levantam e andam até ser perfeita. Nós somos diferentes, tropeçamos e desistimos. As crianças se divertem, mas quanto mais crescemos, mas temos medo.


A primeira atitude de Jesus foi salvar Pedro e depois repreender. Primeiro Jesus nos salva depois nos repreende. A salvação e o perdão evidenciam o amor de Deus.
Quando Pedro sai do barco, fracassou, e Jesus ajuda a descobrir seu fracasso. Pouca fé. Não ganhou nota dez, mas pelo menos estava melhor que seus companheiros, tinha pouca fé, mas ao menos tinha fé. Seus colegas zero fé.


A esperança tirou Pedro do barco
A confiança o sustentou
O medo o afundou, o medo e a dúvida é o curto circuito que corta a ligação o poder de andar nas águas.


Todos nós odiamos esperar. No trânsito, no médico, e até ficamos alegres quando Mateus fala que imediatamente Jesus disse sou eu, ou imediatamente ajuda Pedro.
Os discípulos esperaram Jesus. Pedro esperou ser chamado para sair do barco.
Esperar é a tarefa mais difícil da esperança. "Descansa no Senhor, e espera nele, não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos.Espera no Senhor, e guarda o seu caminho, e te exaltará para herdares a terra; tu o verás quando os ímpios forem desarraigados" (Sl 37:7, 34).


Abraão teve de esperar vinte e quatro anos para o cumprimento da sua promessa.
" Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação d'Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele" (Lc 2:25), "Simeão esperava a consolação de Israel. Depois que Jesus veio a espera continua. E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que disse ele de mim ouvistes". (At 1:4).



"E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo. Porque em esperança somos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê como o esperará? Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o esperamos" (Rm 8:23-25). Porque Deus nos faz esperar? Porque não nos alivia com a resposta? Porque o que Deus faz em nós enquanto esperamos é tão importante quanto àquilo pelo qual esperamos.



"Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os mancebos certamente cairão. Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias: correrão e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão" (Is 40:30, 31) os que esperam no senhor voam como as águias, 130 km por hora. O espírito te impulsiona para o ar. "O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz; mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito". (Jo 3:8).


Geziel Silva Costa

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Confissão Positiva e Nova Era


Confissão Positiva


Os mestres da palavra positiva, dizem que Jó perdeu tudo e adoeceu porque disse:"Porque o que eu temia me veio; e o que receava me aconteceu" (Jó 3.25).


E se Jó tivesse falado palavras positivas tais como estas: Não estou doente! Estou com saúde! Estou rico! Eu determino em minha vida a saúde e a prosperidade! Ou ainda: eu não aceito este sofrimento! Não aceito a doença nem a pobreza! Decreto agora minha benção!

Será que ele tinha resolvido o seu problema? Talvez ele desconhecesse o poder das palavras. Ou ele não tinha fé? Benny Hinn escreve que foi falta de fé, e também por ele pensar negativamente quando falou: “porque o que eu temia me veio, e o que receava me aconteceu”? (Jó 3.25). "Estão vendo”? Escreve Hinn, “ele vivia pensando em perder a saúde e seu dinheiro”.


Esta é uma interpretação fora do contexto. O que Jó temia perder era a comunhão com Deus. Observe no texto que ele sempre oferecia sacrifícios pelos filhos dizendo: “porventura pecaram meus filhos, e blasfemaram de Deus no seu coração” (Jó 1.5). Jó tinha zelo por sua comunhão com Deus. Ele pensava que a tinha perdido. Em todo o livro ele procura uma explicação para suas indagações. Ele não questiona a perda de seus bens e de sua saúde, mas a falta da presença de Deus. Se a confissão e pensamentos produzem coisas negativas, então essa foi a causa de Jesus e seus discípulos viverem na pobreza por falarem negativamente: "As raposas têm seus covis e as aves do céu ninhos, mas o filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mt 8.20).


Falta de fé em Jesus? Porque não determinou pelo poder da palavra uma mansão? Jesus disse que morreria. Pedro até falou positivamente que ele não morreria. Jesus no entanto insistiu dizendo que morreria. Estas palavras negativas trouxeram a morte dele?

Ocultismo


No mundo ocultista, o poder mental metafísico é reforçado quando é verbalizado em voz alta decretando algo. Eles chamam de “poder criativo de palavras faladas que traz à existência o que foi dito ou decretadas. Estas idéias ocultistas formam a base dos mantras, encantamentos e feitiços. E os mestres da fé querem trazer para a Bíblia essas idéias ocultistas e antibíblicas.

Nos ensinos de Jesus seus discípulos deveriam suportar as aflições e as perseguições. Apesar de serem odiados de todas as gentes, deveriam tomar a sua cruz e seguir. Não ensinou a eles adquirirem saúde e prosperidade através de palavras e pensamentos positivos, mas disse: “buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e as demais coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33).


As demais coisas estão nos versículos antecessores: a comida, a bebida, as vestimentas dependem de um coração com sede de Deus. Os falsos mestres dão ênfase na fé, dizendo que assim como temos fé e vontade de receber riquezas, na mesma intensidade devemos contribuir com nosso dinheiro doando os nossos bens. Eles sim estão ricos, milionários, mas olhe para os seus contribuintes fiéis, continuam na pendenga. Foram persuadidos a plantarem uma tal de semente da fé”, e até hoje não nasceu nada.


Falam com todas as letras que a Bíblia é um livro de sucesso financeiro, é só ler. Afirmam com veemência, que a igreja vai possuir o dinheiro do mundo todo. E que a vontade de Deus é que todos sejam milionários. Como fica o que Jesus falou? “Os pobres sempre tendes convosco” (Jô 12.8) leia também (Hb 11.37, Mt6.19-21 1Co13). Se os crentes podem realizar prodígios e maravilhas iguais Deus, se somos dotados do mesmo poder criador que Deus possui, se podemos fazer qualquer negocio com Deus e obter tudo o que falamos, então deveríamos através do poder das palavras curar, salvar e prosperar todo o planeta e implantar o milênio agora mesmo. Se nunca é da vontade de Deus que soframos ou adoeçamos, vamos decretar a imortalidade do corpo agora mesmo e o arrebatamento será desnecessário.


O homem é divino?


Para os mestres da fé, o homem é um pequeno deus, obedecendo às mesmas leis que Deus tem que obedecer, esses ensinos cada vez mais está sendo popular entre os evangélicos. Consciente ou inconscientemente está sendo aceito. Às vezes com mensagens subliminares. Um dos grandes mestres da fé que mais vendem seus venenos escreve: “fomos criados para sermos deuses sobre a terra, mas não se esqueça de escrever com “d” minúsculo". A bíblia afirma que há um só Deus verdadeiro, e ele disse: “Eu sou Deus e não há outro” (Is 45.22). “Os deuses que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de debaixo destes céus” (Jr 10.11).


Assim como Deus criou as coisas através de sua palavra, os mestres da fé achando que são deuses, querem criar o seu mundo falando palavras positivas. As coisas não vieram a existir porque Deus falou, mas porque foi Deus quem falou. Podemos decretar, determinar e chamar s coisas à existência o quanto quisermos, não vai acontecer nada. Não somos deuse,s as nossas palavras não tem o poder de criar como as de Deus. Eles gostam de citar provérbios de Salomão. "A morte e a vida estão no poder da língua” (Pv18.21).


Salomão estava passando o reinado ao seu filho. E como rei, sabia que tinha o poder assim com tem o juíz para decidir o destino do réu. O fofoqueiro também tem o poder de infernizar uma vida, de destruir um casamento, um emprego etc. é neste sentido que nossas palavras tem poder, de causar tristeza, desanimo ou alegria. Podemos motivar alguém ao estudo, ao trabalho ou a uma conquista. Mas o poder de trazer as coisas à existência, isto é bobagem.


As pessoas estão perdendo o temor de Deus. Os ateístas rebaixavam Deus a um mero homem. Os mestres da fé dizem que temem, amam e adoram a Deus, mas estão se esforçando para divinizar o homem, elevá-lo ao mesmo patamar de Deus. Intitulam-se porta-voz - de Deus quando dizem: Deus acabou de me falar! De me revela um mistério! Até dão ordens a Deus em pleno culto: faça isso! Faça aquilo! Se Deus não fizer rasgo minha Bíblia.


Nem a palavra positiva do diabo tornou Eva divina. Sereis iguais a Deus. Eva acreditou, falou positivamente a Adão, ele comeu com ela e caíram no engano. Apesar desta afirmação ser positiva, também era falso. Ou foram as palavras negativas de Deus quando disse certamente morrereis que os mataram? No jardim a questão era a obediência, e hoje também é assim. Leia na integra a monografia das Assembléia e Deus contra a confissão positiva.


O rei Josafá admitiu que não tinha poder para enfrentar a aliança de seus inimigos, mas Deus lhe deu uma vitória maravilhosa (2Cr20). Paulo admitiu sua fraqueza e afirmou que quando era fraco, então era forte, pois o poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza (2Co 12.9-10). Foi depois dos discípulos reconhecerem que não tinham apanhado peixe algum, que Jesus os dirigiu à pesca maravilhosa (Jo 21.3-9). Não foi dito a essas pessoas que substituíssem suas confissões negativas por confissões positivas que fossem contrárias aos fatos...no entanto, Deus interveio maravilhosamente mesmo que eles tivessem feito o que alguns chamariam de confissões negativas.


Ensinar o que os líderes nos primeiros dias da igreja como Paulo, Estevão e Trófimo não viveram num constante estado de afluência e saúde, porque não possuíam luz sobre esse ensino é ir além e contra a palavra de Deus. A doutrina só será sã quando formulada dentro do referencial do ensino total das escrituras.


Na Nova Era


Segundo a nova era , o homem é divino ou foi feito para se tornar divino. “O movimento potencial do ser humano”, é um dos temas mais acalorados no mundo do seminário corporativo. Assim como Deus criou o mundo com o poder de suas palavras, o homem pode trazer as coisas à existência através das suas. É uma velha tentativa de satanás. Ele queria ser semelhante ao altíssimo, mas virou diabo. Depois inculcou no primeiro casal no Éden e eles também perderam o paraíso. Hoje prevalece a velha mentira da serpente noticiando através da nova era que o homem é Deus. E são várias as formas para alcançar isto, uma é o poder das palavras, no ato de determinar, decretar, declarar o que você precisar. Dizem ainda que nao existe um Deus criador, pois tudo o que existe sempre existiu.

Deus é o que você queira que ele seja. Está presente em tudo. Tudo é deus (panteísmo) nós somos deuses temos potencial ilimitado e podemos criar nossa própria realidade. Lauro Trevisan, padre licenciado, escreveu no seu livro os poderes de Jesus Cristo, p234. "Jesus ensinou a usarmos o que a ciência da mente reconhece que é uma lei infalível e universal: o que você pode ,o que você pensa e deseja ,o que você mentaliza acontece, porque o subconsciente é acionado para executar".


No âmago do subconsciente está o pai, o "EU SUPERIOR”. Os mestres da fé ensinam que as palvars e pensamentos positivos acionam a Deus a fazer aquilo que estamos determinados que ele faça. Enquanto que as palavras e os pensamento negativos acionam o diabo a trabalhar em nosso favor. Isto é o que a nova era, o ocultismo, hinduismo, budismo e todos os ismos estão ensinado: que o homem está no controle do universo. Se eu ativo Deus ou o diabo eles estão no meu controle sou mais poderoso que eles. É o chamado endeusamento do homem.

Prosperidade


Ignoramos a verdadeira prosperidade. Para começo de conversa, Davi diz: "do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e os que nele habitam" (Sl 24.1). O Senhor é o dono o proprietário, o homem é seu mordomo particular. Lembre-se de Adão no jardim. Estava lá para lavrar a terra e cuidar dela, tinha que trabalhar. A idéia de usurpar o trono de Deus e ser igual a ele, parece com satanás. Ele estava no Éden jardim de Deus para cuidar. Mas queria ser igual a Deus queria ser o proprietário. A Bíblia não incentiva a busca de riquezas mas adverte: “porque nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento e com que nos cobrirmos esteja com isso contentes” (1Tm 6.7-8)

Na oração do pai nosso, Jesus ensinou os seus discípulos a pedir o necessário para viver hoje: “o pão nosso de CADA dia dá-nos hoje” (Mt6.11). A Bíblia não se contradiz mas está em conformidade tanto no Antigo como no Novo Testamento observe as palavras de Agur: "não me dês nem a pobreza e nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada; para que porventura de farto te não negue e diga: quem é o Senhor? Ou que empobrecendo,venha a furtar e lance mão do nome de Deus” (Pv30.8-9).


Paulo alerta a Timóteo a fugir dessas coisas e seguir a justiça, a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão. "Os que querem ser ricos caem em muitas tentações em laços e concupiscência. Nessa cobiça lguns se desviaram da fé".(1Tm 6.9-11). A riqueza não é pecado, quem é rico não vai para o inferno se for um cristão autêntico. O que é pecado é viver em busca dela, com o principal objetivo voltado para ela. A Bíblia ensina buscar o reino de Deus! Buscar ao Senhor enquanto se pode achar! Buscar a Deus na madrugada! Porque quem põe Deus em primeiro lugar põem o dono da riqueza.


Geziel Silva Costa

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O filme Avatar


Joe Schimmel
O filme Avatar, de James Cameron, é um fascinante e arrebatador sucesso nos cinemas. Seus efeitos especiais são tão tremendos que transportam a audiência vividamente para um outro mundo, no qual adorar uma árvore e ter comunhão com espíritos não são apenas aceitáveis, mas atraentes. Avatar é também marcadamente panteísta e essencialmente o evangelho segundo James Cameron. Esse tema panteísta, que iguala Deus às forças e leis do Universo, é apresentado claramente pelos heróis e heroínas do filme: todos adoram Eywa, a deusa “Mãe de Tudo”, que é descrita como “uma rede de energia” que “flui através de todas as coisas viventes”.

Sobretudo, o filme é repleto de mágica ritualística, comunhão com espíritos, xamanismo, e descarada idolatria, de forma que condiciona os espectadores a acreditarem nessas mentiras do ocultismo pagão. Além disso, a platéia é levada a simpatizar com o Avatar e termina torcendo por ele quando é iniciado nos rituais pagãos. No final, até mesmo a cientista-chefe torna-se pagã, proclamando que está “com Eywa, ela é real” e que ficará com Eywa após sua morte.

Enquanto a representação fictícia de James Cameron a respeito da religião da natureza presta-se muito bem à mentira da Nova Era de que as religiões dos nativos americanos [indígenas] eram favoráveis à vida e inofensivas, a representação dos sacerdotes maias em Apocalypto (de Mel Gibson), devedores de divindades sedentas por sangue, que exigiam o sangue de suas vítimas sacrificiais, estava muito mais perto da verdade. A maneira adocicada e romântica com que James Cameron mostra os selvagens e os antigos cultos à natureza em Avatar é oposta aos fatos encontrados em antigos códices e achados arqueológicos: estes revelam que os astecas, os maias e os incas estavam todos envolvidos em sacrifícios humanos em massa, inclusive tomando a vida de criancinhas inocentes para apaziguar seus deuses demoníacos.
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Cenas da Festividade dos Jovens em Vázea Grande MT

Conj.Melodia Divinal


Pr Sílvio Limeira

Pr Jair Fagundes

Aconteceu o 31º aniversário do conjunto de Jovens "Melodia divinal" em Várzea Grande MT, do dia 28 à 31 de janeiro do corrente ano. Festividade que foi marcada com a palavra de Deus, pregada pelos pastores, Samuel, Jair Fagundes e Sílvio Limeira, falando sobre a influência dos jovens cristãos na pós-modernidade.
Este encontro de jovens ficou marcado pela presença do Espírito Santo. Houve renovo espiritual com muitas lágrimas. Que Deus possa continuar abençoando nossa juventude para continuar influenciando este mundo pós-moderno.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

SINAIS DA VOLTA DE JESUS




Estamos vivendo nos últimos dias da graça, os últimos dias da igreja na terra. Quando começou exatamente os últimos dias? “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho” (Hb 1.1). Há mais de dois mil anos pelo menos, começou os últimos dias.


Em S. Mateus 24, Jesus cita sinais da eminência da sua volta. Os discípulos estavam admirados com a estrutura e beleza do templo construído por Herodes, e pediram também a admiração de Jesus, porém, ele lhes disse: “Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada” (Mt 24.2).

Os discípulos preocupados interrogaram Jesus sobre este fato. Fizeram três perguntas seguidas: “E, estando assentado no monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos, em particular, dizendo:


Primeira pergunta: "Dize-nos quando serão essas coisas"?
Segunda pergunta: "e que sinal haverá da tua vinda"?
Terceira pergunta: “e do fim do mundo"?


Em todo o capítulo 24, Jesus respondeu a três perguntas deles. A primeira dizia respeito à destruição do templo, que não vamos entrar em detalhes aqui. Na segunda pergunta, ele delineia os sinais que os discípulos pediram como sinal da sua volta. “Guerras e de rumores de guerras, nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares, surgirão muitos falsos profetas, E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará”.


No vídeo acima extraído do you tube, vemos exatamente isto acontecendo. Os sinais estão explícitos, Breve Jesus voltará. Estamos na eminência da volta de Jesus, nos últimos momentos da igreja na terra. O que choca e deixa intrigado, é o sono de muitos na igreja, que não estão atentando para estes sinais, e vivem hoje como se Cristo voltasse ano que vem. "E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará” (Mt 24.12).


Alguns anos atrás, qualquer mensagem sobre o arrebatamento, causava temor, arrependimento, perdão... O Clima na igreja era de quebrantamento, o Espírito Santo pairava sobre a igreja, e saíamos renovados. Hoje que os sinais estão mais explícitos, muito não tem mais sensibilidade para o Espírito. Aliás, nem ouvimos mais mensagens sobre o arrebatamento, não dá ibope, não gera dinheiro nem popularidade, o "fogo" não cai na igreja. O que estão em vigência hoje são as mensagens de auto-ajuda, prosperidade, triunfalismo e outros disparates.


Parece que não estamos nem pensando na volta de Jesus, vivemos, planejamos, projetamos nossa vida como se Jesus nem viessem mais. A correria dos tempos atuais deixa-nos a interrogar: "Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais dormiram todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação”. (2Pe 3,4)


Precisamos estar atentos e preparados, para qualquer momento sermos raptados. Meu objetivo com este texto simples e sucinto, não é trazer minúcias da escatologia, mais apenas fazer com que as pessoas que o lerem, pensem na volta ed Jesus, analisem as profecias, estudem a Bíblia, divulguem a volta de Jesus, e estejam preparados para subir. “Por isso, estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis” (Mt 24.44).

Texto escrito por

Geziel Silva Costa

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

A LEI DA SEMEADURA




Ouvi de um grande pregador da palavra de Deus em nosso país, algo que me deixou intrigado. Primeiro pela admiração que tenho por ele, em interpretar corretamente a palavra de Deus segunda as leis da hermenêutica. Mas no tocante a lei da semeadura, em especial o assunto que ele abordou, quero discordar aqui neste texto, uma vez que sua interpretação deixa a desejar.


Devemos ofertar dizimar, contribuir em todos os trabalhos da igreja em busca da retribuição? Segundo alguns pregadores como este que me refiro, devemos semear para colher. Se semearmos uma oferta parca, colheremos algo insignificante. Se, contudo semearmos com abundância, colheremos com fartura.


A lei da semeadura é semelhante a uma colheita de uma lavoura? Muitos estão seguindo o conselho de Glória Copeland, diz ela: "Se você der $ 1 por amor ao Evangelho, $ 100 já serão seus; Se der $ 10, receberá $ 1, 000; dando $ 1, 000 receberá $ 10, 000. Eu sei que você sabe multiplicar, mas quero que veja esse fato preto no branco... Dê um avião e receberá cem vezes o valor do avião. Dê um carro e terá de retorno, carros para a vida toda. Em resumo, Marcos 10.30 é um ótimo negócio.” (Escapando da sedução Dave Hunt). Isso é lei da semeadura?


Poderíamos dizer então que descobrimos a Chave Mestra das Riquezas, como disse Napoleon Hill. É só vir para a igreja, e começarmos a semear, que dentro de pouco tempo, seremos milionários. Não será por isso que temos pessoas sem caráter, sem integridade, sem uma vida nova transformada na igreja, porque não estão buscando Jesus, mas as riquezas?


GÁLATAS 6.2-10


O texto, mas usado pelos defensores da Lei da Semeadura, é Gálatas. Mas será que Paulo quis dizer exatamente isso? A retribuição em dobro dos bens materiais que ofertamos? Vejamos o contexto de Gálatas 6. Paulo adverte-nos a levarmos a carga uns dos outros, “Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo”. E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos se não houvermos desfalecido”, (Gl 6.2,9) não devemos nos cansar de fazer o bem, devemos repartir os bens etc.


A semeadura aqui neste texto é em dois terrenos. “Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna” (v8). A prática das relações interpessoais cotidianas dos crentes, se processa segunda a lei da semeadura. No terreno do Espírito, plantamos coisas boas, e do Espírito colheremos vida eterna, algo espiritual, como a firmou Jesus em Mt 6.14. Os cristãos serão levados ao Tribunal de Cristo onde receberão o que tiverem feito de bem ou de mal (2Co 5.10).


A palavra carne tem diversos significado na Bíblia. Em gálatas, em relação à semeadura, representa a natureza humana decaída com todas as suas paixões. Mesmo nascidos de novo, temos resquícios dessa natureza, que precisa ser subjugada pelo Espírito. Se plantarmos no terreno da carne, logicamente faremos uma colheita de ruína espiritual e morte.


Se semearmos no terreno da carne, cultivaremos maus pensamentos, idéias pecaminosas, tudo e um pouco mais do que está relacionado em (Gl 5.18-19), e os resultados em nossa vida será nefasto. E ainda não colheremos vitória espiritual como a santidade, vida cristã abundante, crescimento espiritual. "Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna “(v8).


CREIO NAS BÊNÇÃOS DE DEUS


Deus abençoa tanto espiritual como materialmente, aos que ajudam os necessitados, como também sua obra aqui na terra. Ele aumenta os bens materiais para que também melhoremos as condições para ajudar os necessitados. "Ao SENHOR empresta o que se compadece do pobre, ele lhe pagará o seu benefício” (Pv 19.17). Temos as promessas de Deus de uma vida abençoada, mas não se deve aplicar a lei da semeadura distorcidamente como querem estes propagadores da falsa prosperidade.


Digo falsa, porque só eles, os divulgadores, propagadores, pregadores, pastores, líderes e simpatizantes do movimento, é que se tornam ricos e milionários. Os fiéis continuam no infortúnio. A fé cristã está fundamentada nos dois princípios do grande mandamento. "Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes” (Mc 12.30,31).


Quem ama a Deus acima de todas as coisas, ama sua obra, seu reino, a igreja como Organismo e como Organização. Amamos a igreja como uma organização, por isso dizimamos, ofertamos, contribuímos com missões sem pretensão de recebermos nada em troca. “Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita” (Mt 6,3). Nunca devemos contribuir com a intenção de sermos milionários, mas deixemos Deus nos retribuir a seu tempo e segundo a sua vontade, se ele quiser, pois ele é soberano.


Ajudar o próximo é o segundo mandamento. Jesus assegurou que quem ajuda o necessitado não deixará de receber o seu galardão. “E qualquer que tiver dado só que seja um copo de água fria a um destes pequenos, em nome de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão” (Mt 10.42). “Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” (At 10,35).


A BÍBLIA ENSINA


Ao invés de ensinar o povo a ser fiel a Deus independente das condições financeiras, servir a Deus de uma maneira incondicional, como Jó, estão ensinado o povo a determinar a sua bênção. A plantar dinheiro nas contas bancários com a promessa das bênçãos quadruplicadas. Precisamos conhecer a Bíblia para não sermos levados por uma interpretação trivial do texto bíblico. Não adianta forçar a hermenêutica, para ensinar o que a Bíblia não diz. Isto é forçar e torcer o texto.


Toda a Bíblia está em conformidade com ela mesma. “Duas cousas te pedi: Não me dês nem a pobreza nem a riqueza: mantém-me do pão da minha porção acostumada; Para que {porventura} de farto {te} não negue, e diga: Quem {é} o Senhor? ou que, empobrecendo, não venha a furtar, e lance mão do nome de Deus” (Pv 30.7-9). Agora veja as palavras de Jesus nos ensinado a pedir, não determinar e decretar as bênçãos, pois só o Senhor determina, pois ele é soberano. “O pão nosso de cada dia nos dá hoje” (Mt 6.11).


Texto escrito por

Geziel Silva Costa

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

DEUTERONÔMIO 28 OU MATEUS 6?


É comum ouvirmos hoje nas igrejas sobre BENÇÃOS. Antes de abordar este assunto, gostaria de deixar claro que não sou contra as bênçãos do Senhor. Sou pentecostal e creio nos milagres de Deus. Porém não sou fanático, tapado, nem ando fazendo o que dizem ser certo, sem uma análise. Não creio em tudo o que é dito, profetizado ou ensinado, sem antes de uma avaliação bíblica e uma busca de discernimento do Espírito.


Ouço muito a leitura do livro de Deuteronômio 28, e muitas pessoas profetizando na vida de outros sobre as bênçãos decorrentes deste capítulo. É benção para mais de metro. Virou até jargão citar o versículo dois “E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão...” E Então ouvimos: “Aqui as bênçãos correm atrás dos crentes!”. É meu irmão! Por incrível que pareça, quando alguém não tem um testemunho para contar da aquisição de um carro, casa, moto, terreno, dinheiro na conta etc., é comum ouvirmos dizer: “Este irmão está em pecado! Não recebe BENÇÃOS! Ou está correndo demais, por isso as bênçãos não o alcançam. Eu creio que as bênçãos estão atrás dos fiéis. Opa, creio, é bíblico que Deus as acrescenta em nossa vida, mas a referência não é Dt 28.2.


As bênçãos de Deuteronômio 28, onde o Senhor promete a exaltação sobre as demais nações, a queda dos inimigos, a multiplicação nos celeiros, na dispensa, o cuidado com animais, abundância de bens, a chuva o sol, não é especificamente para a igreja. Outro versículo muito recitado, desejado e decretado é o 13 “E o SENHOR te porá por cabeça, e não por cauda; e só estarás em cima, e não debaixo...” somente a parte “a” como também o versículo 2 já citado acima.


Em primeiro lugar, esta promessa é para o povo de Israel que viviam sobre a dispensação da Lei. Era as últimas promessas antes de o povo entrar na Terra Santa. Isso se cumpre hoje na vida de Israel, é cabeça e não calda, país rico em abundância. Se quisermos voltar a estar debaixo do julgo da Lei, devemos cumprir outros mandamentos dela, não somente este.


Porque não Deuteronômio 21.18-21? “Quando alguém tiver um filho contumaz e rebelde, que não obedecer à voz de seu pai e à voz de sua mãe, e, castigando-o eles, lhes não der ouvidos, Então seu pai e sua mãe pegarão nele, e o levarão aos anciãos da sua cidade, e à porta do seu lugar; E dirão aos anciãos da cidade: Este nosso filho é rebelde e contumaz, não dá ouvidos à nossa voz; é um comilão e um beberrão. Então todos os homens da sua cidade o apedrejarão, até que morra; e tirarás o mal do meio de ti, e todo o Israel ouvirá e temerá”.


Em segundo lugar, as bênçãos de Deuteronômio são condicionais, isto é: Estabelece uma postura, exigência, decisão e atitudes a serem tomadas para o verdadeiro cumprimento dela na vida de Israel. No versículo um a condição é “SE” ouvires a voz de Deus e guardar os seus mandamentos. Israel para receber as bênçãos, era necessário estar atento à voz de Deus e pronto a guardar os seus mandamentos.


Mesmo que estas bênçãos fossem prometidas para a igreja em especial, a condição era ouvir e guardar. Somente campanhas não seriam necessárias, sete, dez ou cem dias de campanhas não seriam suficientes. Quantas pessoas enroladas, desobedientes e sem compromissos estão fazendo campanhas, decretando e determinado as bênçãos de Deuteronômio em suas vidas? Além da aplicação do texto ser errada, a condição exigida é ignorada.


A segunda parte de Deuteronômio


Ninguém recita e não lêem a segunda parte de Deuteronômio que começa nos versículos13 em diante. O castigo pela desobediência, em ignorar e não guardar os mandamentos. Se Israel não der ouvidos à voz de Deus, seriam malditos, a turbação, a perdição, a pestilência viria sobre eles. A chuva e a colheita cessariam, o gado e a terra seriam minguados. Os inimigos os venceriam, e ao invés das bênçãos, as maldições os alcançariam. Porque será que ninguém ensina sobre a desobediência e suas conseqüências nas campanhas? Quantas pessoas precisam fazer campanhas para serem mais íntegros, fiéis, cumpridores e não somente ouvintes? A valorização do “ter”, nestes dias de valores invertidos é mais importante do que o “ser”.


Mas a Bíblia continua a mesma com suas palavras e ensinos infalíveis.
Mateus 6.33 “Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.


Quais coisas serão acrescentadas? Apartir do versículo 19, estas coisas são descritas como: O tesouro, a comida, a bebida, a vestimenta,De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”. Por isso escrevi acima que creio que as bênçãos acompanham os fiéis, mas aqueles que ouvem e guardam e buscam o reino.


O segredo para ser abençoado não é deixar a Bíblia aberta em Deuteronômio 28, não é fazer campanha de sete ou trinta e sete dias, mas buscar o reino. Você deve estar perguntando: O que é o reino? Como faço para buscar o reino e ser abençoado? O reino de Deus (ou dos céus), não é somente a dispensação do milênio no futuro, após a grande tribulação. O reino de Deus é toda a soberania e poder de Deus, contra a destruição do sistema mundano e do Diabo.


O reino de Deus começa em nossos corações. "Se alguém me ama guardará a minha palavra, e meu pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada" (Jo 14.23). Quando a trindade mora em nossos corações, obviamente passa a reinar em nossas vidas. É em função disso que o apóstolo Paulo escreve aos gálatas dizendo: "E vivo não, mas eu, mas Cristo vive em mim..." (Gl 2.20). Cristo habita em nós e se torna o manancial de toda a nossa vida e o centro de todos os nossos pensamentos, palavras e ações. Queres as bênçãos de Deus? Guarde a sua palavra. Observe que está em concordância com Dt 20.1 que ordena a Israel ouvir a voz e guardar os seus mandamentos.


Os discípulos presenciaram a chegada do reino de Deus quando viram Jesus expulsar demônios e salvar almas como ele havia dito. "Mas se eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus, é conseqüentemente chegado a vós o reino de Deus"(Mt 12.28). Eles viram Jesus livrar a humanidade das forças demoníacas, também receberam poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios (Mc 1.34,39 35-15). O poder de Deus vai recuando o domínio de satanás, e o reino de Deus vão se implantando. Queres as bênçãos de Deus? Então pregues o evangelho, liberte as almas aprisionadas, assim estarás buscando o reino de Deus, e as demais coisas (tesouro, comida, bebida, vestimentas etc.) serão acrescentadas em sua vida.


Texto escrito por:

Geziel Silva Costa

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Homossexualismo



Vários internautas me escreveram sobre algumas teorias sobre o homossexualismo. Escrevo algo bem suscinto, com o objetivo de apenas atendê-los, não de dissecar o assunto. Isto fica por conta dos especialistas no assunto.
O homossexualismo, antigo quanto à humanidade, é um mau atual. Sempre existiu e continuará a existir, mesmo com suas dificuldades a serem avalizadas. Ele continuará a existir crescer como já vem acontecendo.

É lamentável dizer que com o crescimento da iniqüidade, mesmo dentro da igreja existam pessoas homossexuais. Fora da igreja, na sociedade, em todos os níveis sócios há um avanço, uma exigência para que aceitemos a prática como algo saudável e normal. É interessante observar que eles se organizam em grupos, clubes, restaurantes, hotéis, com uma estrutura que buscam realizar seus direitos civis.

As igrejas parecem ainda não estarem preparadas para lidar com este movimento, por isso a maioria das nossas lideranças preferem calar-se, que falarem por serem ignorantes. A omissão é pior, porque sabemos que existe um santo remédio de Deus, que pode ajudar a quem quiser sair desta situação.

A Bíblia é categórica na condenação da prática homossexual, mas isto não significa que está resolvido o problema. São muitas as teorias apresentadas por biólogos, psicólogos, teólogos, filósofos sobre as causas e origem do homossexualismo. Porém não temos uma, que possa ser aceita unânime e universalmente por todos.

Apenas cito algumas teorias, sem dissecar profundamente sobre elas. Teoria Biológica ou Constitucional (é a teoria que defende uma carga hormonal no indivíduo, isentando da culpa por ser homossexual, uma vez que a iniciativa não é dele, mas do corpo.)

Teoria Sócio-Psicológica, Situacional, ou dos Conflitos Internos (Esta teoria, uma parte da culpa está nos pais, uma vez que os filhos aprendem a prática com o mau relacionamento deles, com as relações patológicas).

. Teoria antropológica ou posicional, também chamada Condicional - Segundo esta teoria as causas da inclinação para o próprio sexo têm que ver exclusivamente com a liberdade humana, ou seja, com a condição do homem como tal. Assim sendo, os homossexuais o são por "livre eleição".

Teoria pessoalista ou totalista - Esta é uma combinação das três anteriores. Assim como a interpretação biológica reduz tudo ao elemento "constituição" a psico-sociológica ao elemento "situação" e a condicional a "liberdade", a pessoalista unifica estes três elementos e busca a origem da inclinação para o próprio sexo numa consideração mais ampla, ou seja, na "combinação" dos três elementos já mencionados, os quais se encontram sempre presentes, embora não na mesma medida e proporção, em todo o homem que tem inclinação para o próprio sexo.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Em Juruena MT aconteceu o 5º EPAED (Encontro de Professores e Alunos da Escola Dominical)

Nos dias 02 e 03 de Janeiro de 2010, aconteceu o 5º EPAED ( Econtro de Profesores e Alunos da Escola Dominical). Juruena possui uma atividade econômica baseada no extrativismo vegetal, agricultura, pecuária e comércio.A base econômica é a indústria madeireira que absorve quase toda mão-de-obra da área urbana, em torno de 60%, sendo o comércio formal a segunda fonte de absorção da mão-de-obra, 15% aproximadamente.

Atualmente O funcionalismo público conta com 10% da mão-de-obra da zona urbana e o índice de desemprego fica em torno de 10% (dez por cento) da população. Na agricultura destacam-se as culturas de arroz milho, café, mandioca, pupunha, abacaxi( para subsistência ), produzindo ainda em pequena escala, árvores frutíferas. Os agricultores podem vender seus produtos semanalmente, na feira instalada na zona urbana. A pesca é uma atividade praticada de forma amadora, mais como uma atração turística. Não abastece nem o consumo interno.Os principais pontos turísticos:

Rio Juruena, Ilhas do Rio Juruena, Cachoeiras do Vale do Canamã, Prainha do Porto do Rio Juruena e Parque Municipal da Araras situado na área urbana de Juruena.
Nesta cidade estivemos ministrando estudos bíblicos pela manhã, a tarde e a noite. O pastor daquele campo, Jacinto, juntamente com seus obreiros, em especial Ev. Bartolomeu, que também é vereador e superintendente da EBD, organizaram o evento.
Na mesma data, abrilhantando a festa, ocorreu a formatura da primeira turma a formar-se em teologia, a turma Alfa. Veja as fotos do evento a seguir:
formatura da primeira turma em teologia
Ev. Geziel S Costa, um dos palestrante do evento( Foto Abaixo)


Pb. Newton Botelho preletor da abertura do evento


Prof. Abney San Martim, em uma das suas palestras





Ev.Geziel S Costa realizando a cerimônia de formatura





Prof. Abney



Períoido da tarde







Toda a diretoria da escola dominical





Diretoria da EBD




da esquerda para a direita. Ev Geziel, Pr Serafim, Ev Bet ao microfone e Pb Newton Botelho





Ev Geziel, Pr Serafim, Pb Newton botelho, Profº Abney, Ev. Bet e pr Jacinto (Presidente JUruena)

























































domingo, 27 de dezembro de 2009

O Gênero musical New Age

Texto escrito por
Jaziel Silva Costa

Muita gente tem adicionado este estilo musical para suas bibliotecas musicais sem ter o mínimo de conhecimento do que isto significa. Alguns colecionam inocentemente, outros conscientemente. E o pior, é que muitos, por mais advertidos que sejam, insistem neste erro com uma obstinação tamanha que nos deixam perplexo. Antes de o querido leitor desistir deste texto, não pense que será mais um tema sensacionalista, cheio de símbolos.

Não trataremos de símbolos como a suástica de Hitler, a cruz de Nero ou cruz de cabeça para baixo, a flor com laço, a vogal A quebrada em um círculo que é o símbolo da anarquia, a mão com chifre e a pirâmide com olho. Não, não veremos isto nem outras coisas deste tipo.
Mesmo porque quase todos os livros que tratam deste assunto, já falaram muito sobre estes símbolos, até especificamente. Mas não resumimos a Nova Era como se fosse algo distante e sem sentido, resumido apenas em esoterismo e ciências orientais. Esquecem que a nova era é um MOVIMENTO que pode estar em todos os cantos da sociedade e das instituições. Não é religião mais está na religião. Nem tampouco é política mais está em quase cem por cento da política mundial. Está nas ciências, nas artes, na cultura, comércio, igrejas, pregações e está na música, o que vamos dissertar.


O que me levou a escrever sobre este assunto foi o tamanho da ignorância que as pessoas têm em relação à música. Não falo da parte técnica e teórica que a compõe, pois nem todos têm o dom da percepção das notas com seus tempos e ritmos e muitos jamais saberão a diferença entre melodia e harmonia. Mas falo da música em si, em um todo e em sua essência: Notas, ritmo, estilo, mensagens, gênero e poesia. Estive ouvindo um pregador muito famoso, pregando no maior congresso de missões, quando subitamente encerra a pregação. Com rancor se dirige ao sonoplasta para que troque imediatamente o fundo musical, que não era do seu agrado, por outro que ele tinha solicitado. Imediatamente o hino que só falava em aleluia foi substituído por uma música new age (MEDITATION música da nova era). Graças a este pregador e a outros de fama nacional esta música se tornou uma febre no meio dos pregadores pentecostais e neopentecostais de todo o Brasil.

A música New Age surgiu na década de 60, na atmosfera da inversão dos valores morais. Exatamente quando a sociedade mudava seus princípios éticos e religiosos.Era a época em se pregava a liberdade,respeito paz e amor. O new age significa literalmente Nova Era e foi composto por diversas crenças orientais. Por isso que é considerado um movimento artístico-espiritual.A sonoridade do gênero é suave e orquestrada e suas melodias são lentas e também pode ser interpretadas através de corais de vozes e do canto lírico. A característica principal é a influência da música oriental.

A música Meditation de Yanni (músico megastar) não está voltada para qualquer meditaçãozinha, como muitos pensam. Tampouco se trata de meditação da Bíblia Sagrada como os preletores almejam. Foi criada, elaborada e adaptada exclusivamente para a meditação transcendental mesmo!Traduzindo melhor, foi composta para pessoas que praticam a Yoga. As apologias dos clipes deste DVD foram feitas para um Mausoléu hindu e servem para divulgar um antigo deus conhecido por Shiva. Shiva ou Xiva é um deus ("Deva") hindu, o Destruidor (ou o Transformador), participante da Trimurti juntamente com Brahma, o Criador, e Vishnu, o Preservador.

Uma das duas principais linhas gerais do hinduísmo é chamada de xivaísmo, em referência ao deus. Infelizmente muitos crentes acham que isto é brincadeira e que o inimigo existe só para brincar. Não senhores as escrituras nos diz que ele veio matar roubar e destruir.
Não condeno jamais os pregadores por isto. Talvez na inocência perceberam somente a beleza harmônica que a melodia produz, pois, como músico posso garantir que realmente esta música é envolvente. Cativa especialmente por sua forte dinâmica e variações constantes e agradáveis que poderão inspirar ou produzir um bem estar mental. No entanto, sua origem é incompatível com o nosso credo e nossas convicções espirituais, o que deveria ser analisado.


No entanto o nosso objetivo aqui é conscientizar e não criticar os incautos e despercebidos para que não tragam mais fogo estranho à presença do Senhor e sejam consumidos pelo seu poder. Apesar de muitos terem sidos avisados e advertidos, ainda resistem em mudar de direção. Porém isto já não compete a nós intervir na livre escolha de cada um, a própria consciência deles, falará por si. Por estarmos falando de um estilo musical, o que afinal significa estilo? É a maneira própria de ser ou de fazer alguma coisa. Por exemplo: Cada época tem um estilo diferente. Cada estado brasileiro tem o seu estilo próprio de cantar, vestir, falar, dançar e manifestar suas expressões culturais. É aí que entra o modo de ser de cada grupo. Vejamos no estilo rock que, apesar de ser um estilo amplo e com muitas variantes, o heavy metal que faz parte do mesmo. Os metaleiros, como são chamados no Brasil, usam e abusam da guitarra com efeitos over drive (som com distorção). Por lei, o som distorcido da guitarra tem que sobrepor à voz do vocalista, que por sua vez, rosna as palavras em um tom grave, sinistro e quase impossível de se compreender.

A bateria não pode faltar com a marcação do cimbal nos tempos fortes e fracos e os repiques são constantes no decorrer da seqüência. Esta é a parte musical do style. Mais o que deve ser somado a tudo isto são os modos de falar na gíria e sem censura de palavrões, os homens usam cabelos longos e jaquetas escandalosas, o olhar deve ser alterado como eles mesmos dizem cara de mau e o uso de drogas sempre será associado aos mesmos. O vocábulo sujão é usado por eles não só para distinguir o estilo deles como também para se ter uma idéia do que tudo isto significa. O símbolo da caveira humana é constante e muitos dos seus seguidores são visitantes assíduos dos cemitérios.

Outros preferem estar sempre em bandos de motoqueiros. Isto é a vida deles, ou o estilo deles. É o que eles pensam,fazem,escutam e vestem. É bom dizer que nem todo metaleiro é músico. Também nem todo roqueiro é metaleiro, pois no rock há muitas subdivisões gerando inúmeros estilos: Hard rock, pop rock, heavy metal, gospel rock e muitos outros. Mais o estilo new age não é como o rock que possui inúmeras vertentes como já foi falado. Nem como o forró que entre suas características destaca-se o acordeão ou sanfona com o triângulo e o zabumba. Tampouco é como o samba que entre as suas percussões nunca falta o pandeiro. É um gênero muito mais sutil que pode ser incorporado tanto no rock como no forró, no samba e em qualquer estilo musical.
É como o açúcar que pode estar nos sucos, refrigerantes e bolos sem ser nenhuma destas substâncias.


Porém assim como o açúcar pode ser consumido independentemente destes produtos o estilo musical new age também existe separadamente de qualquer outro gênero. Em suas características não há agressividades como no rock. Procura-se usar mais a suavidade e a beleza das notas para se ter uma melodia tranqüila e relaxante. O que é exótico não pode faltar nas maiorias destas músicas: Uma flautinha melancólica tipo indiana, percussões exóticas inspiradas nos ritos da África ou a nostalgia das canções orientais. O instrumental geralmente é mais utilizado do que os solos para não atrapalhar a concentração de ninguém que queira meditar (Leia entrar em transe).

Como os monges, gurus e os demais praticantes são defensores inigualáveis da ecologia, muitas músicas são recheadas com sons da natureza como barulho de cachoeira, chuvas, ventos e muitos piados de passarinhos. Mais isso não é regra. Podem ser usados outros instrumentos, porém o que se adapta melhor ao estilo são os teclados: Porque possui uma grande variedade de timbres suaves, étnicos, futuristas e relaxantes. Quanto à propriedade das notas usa-se muito aquelas que possuem maiores durações como as semibreves e mínimas. A intenção no final de tudo é o relax (relaxar). Talvez por isso muitos pregadores o usam para mexer com o emocional dos irmãos.

A princípio escrevi que a Nova Era está na política, comércio economia e na religião. Na religião em especial no tema que abordei a música. Sem citar as mensagens e livros que entram sorrateiramente pela ignorância e a falta de discernimento espiritual de muitos, quanto à origem e o objetivo da Nova Era. Estamos nos últimos dias, o inimigo usa seu velho jargão do engano. Precisamos estar atentos. Meu objetivo com este sucinto texto, foi despertar-vos a analisarem, pesquisarem e concluírem por vocês mesmos, com a ajuda do Espírito Santo, e evitar serem enganados, e resgatarem a muitos do engano maligno.

Jaziel Silva Costa
é membro da AD e músico da mesma

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

É NATAL!!

geradores de animações



A todos irmãos e amigos blogueiros, Feliz Natal e boas festas.
São os votos de Alerta Final.

Abraços
Geziel





segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

O Significado Espiritual de Três Lugares

O Significado Espiritual de Três Lugares
Norbert Lieth

Na história do nascimento de Jesus, que mais uma vez celebramos com muita alegria neste Natal, três lugares desempenham um papel significativo. São locais históricos, visitados por muitas pessoas. Mas também podemos analisar seu sentido simbólico, e dele extrair profundas lições espirituais. Havia razões para Jesus nascer justamente em Belém. Sua fuga para o Egito tinha motivos, e não foi por acaso que Ele cresceu na cidade de Nazaré.


1. Belém




“E tu, Belém Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2).




Penso que Deus, ao afirmar: “...Belém, ...pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá”, está nos dizendo que ama os pequenos, e que Jesus veio justamente para os que nada representam neste mundo, que normalmente não são vistos nem notados no meio da multidão. Deus, porém, vê a todos. Para Deus, você não é uma entre milhares de pessoas. Imagine a cena: o Deus Eterno, que sempre existiu, tornou-se homem em Jesus, nasceu e foi enrolado em faixas e deitado em uma manjedoura numa estrebaria em Belém. Lá, onde tudo cheirava a comida e a esterco de animais, Jesus veio ao mundo. Certa vez, alguém disse: “Muitos homens quiseram ser deuses, mas só um Deus desejou ser homem”. O Senhor se humilhou tão profundamente para nos elevar até o céu. Ao escolher um lugar tão insignificante para o nascimento de Seu Filho, Deus está nos transmitindo a mensagem de que se importa com os “pequenos” e com os que não são nada diante do mundo. Jesus veio para buscar e salvar o perdido, o desprezado, o miserável e o de coração quebrantado.


2. O Egito




O Egito é usado na Bíblia como símbolo de escravidão, jugo e cativeiro. Lá viviam os israelitas nos tempos de Moisés, em uma terra estranha, longe da sua pátria. Os judeus eram obrigados a fazer trabalho pesado e eram oprimidos pelos egípcios. Mas chegou o dia de seu êxodo, de sua libertação da escravidão. Israel foi conduzido à liberdade para servir a Deus. Naquela ocasião, os israelitas foram resgatados pelo sangue de um cordeiro. Quando Jesus, o Cordeiro de Deus, esteve no Egito, isso indica que Ele é o Grande Libertador.


Existe tanta opressão e escravidão neste mundo, mais do que imaginamos. Quantos são escravos do pecado, de seus instintos, de suas paixões e vícios. Pela sua própria força não conseguem se livrar dessas amarras. Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.34,36). Muitos já afirmaram que não são como gostariam de ser, que sempre caem nos mesmos erros, que constantemente ficam irados e repetidamente fazem coisas que imaginavam ter superado. Seu desejo sincero é amar aos outros, mas às vezes isso parece impossível.
Outros permitem que seu interior seja corroído pelo ódio, pela inveja, por ciúme e desamor. São prisioneiros de si mesmos, sem que o queiram. Como seria maravilhoso se todos pudessem se livrar dessas amarras do mal!


Jesus veio para nos libertar. Ele é o Cordeiro de Deus sem mácula, que deu Seu sangue por nós, para nos resgatar. Todos estão debaixo do poder do pecado e vendidos ao Diabo. Muitos pensam que mandam em si mesmos, mas são regidos por um poder de fora. Pensam ser livres, mas são escravos. “Aquele que pratica o pecado procede do Diabo, porque o Diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do Diabo” (1 Jo 3.8). Essa é a lição espiritual que podemos aprender ao estudar o significado que o Egito tem na Bíblia.


3. Nazaré




Nazaré era uma das cidades de má reputação em Israel, um lugar muito desprezado. Por isso, Natanael chegou a perguntar em certa ocasião: “De Nazaré pode sair alguma coisa boa?” (Jo 1.46). Mas justamente Jesus é chamado de “Jesus de Nazaré”. Isso significa que Jesus não se identifica com o pecado, mas identifica-se completamente com o pecador. Jesus colocou-se voluntariamente no lugar dos desprezados e de má fama, dos acabados, dos indigentes, dos criminosos, dos sem valor algum e de todos aqueles que não têm um bom nome. Ele veio para todas as camadas da sociedade. Para Jesus, ninguém é ruim demais para receber Sua graça. E ninguém é muito bom, sem precisar dela. Nazaré nos lembra que Jesus veio para todos, ama a todos e se identifica com cada um de nós.






Texto de Norbert Lieth

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A Rádio Melodia FM promoveu um debate sobre as relações homoafetivas







Ouça o debate promovido pela Rádio Melodia Fm sobre as relações homoafetivas.




Com a participação dos pastores Silas Malafaia (AD da Penha), Paulo Afonso (AD Betel em S. Gonçalo), Paulo César (Catedral da AD em J. Primavera Duque de Caxias), Marco Gladstone (Igreja Cristã Contemporânea) e desembargador Fábio Dutra, a Rádio Melodia FM promoveu um debate sobre as relações homoafetivas.

sábado, 28 de novembro de 2009

A lição de João 11. 43-44





“E, tendo dito isto, clamou com grande voz: Lázaro sai para fora. E o defunto saiu, tendo as mãos e os pés ligados com faixas, e o seu rosto envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o, e deixai-o ir” (Jo 11. 43-44).


Jesus ordenou que desatassem as faixas, porque não foi ele quem atou Lázaro. Poderia ele ordenar e as faixas desaparecem, mas era encargo de quem as colocou também tirá-las. A primeira lição desta passagem, é que existem enredos em nossa vida, que somos nós que devemos resolver. O que está em nosso alcance, somos nós, e não Deus que devemos resolver. Existem tantos atrapalho em nossa vida que nós que criamos, e depois ficamos orando e clamando a Deus como se ele fosse culpado.


Em segundo lugar, Lázaro não poderia ver nada com as faixas atadas em seu rosto, nem fazer alguma coisa, menos ainda andar com os pés e mãos ligados. A ordem era para que eles que ligaram a Lázaro, retirassem as faixas, assim ele voltaria a enxergar, andar e fazer algo. A missão da igreja aqui na terra é exatamente esta. Fazer o mundo enxergar a Luz divina. “Jesus é a Luz.” Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo “(João 1:9).


Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus (2 Coríntios 4:4). A nossa missão é desvendar os olhos destas pessoas com a palavra de Deus.


O mundo está com mãos e pés atados para Deus. Andam em caminhos que parecem direitos. Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte (Provérbios 14:12). Faz aquilo que é mal e contrário à obra de Deus. Precisamos através da palavra e do Espírito direcionar o olhar deles a Jesus autor e consumador. Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. ( Hebreus 12:2).


Acontece que hoje o olhar da maioria está na bênção e não no abençoador. Estão fazendo algo para si próprio e não em prol do reino de Deus. Com isso caminha por caminhos que levam ao fracasso, o caminho dos modismos, caminhos da avareza, a busca desenfreada por um paraíso rico aqui na terra.


Texto escrito por

Ev. Geziel Silva Costa

domingo, 15 de novembro de 2009

Oração pelas chaves (parte lll)



Volto ao assunto da oração pelas chaves. Alguns motivos me impulsionam a escrever novamente. Quando emitimos opinião, que podem ir de encontro com aquilo que é aceito em nosso meio evangélico, somos taxados de contrários. Pode ser algo que é aceito sem uma análise, sem um questionamento, sem nenhuma ponderação, algo que a maioria do povão acha normal. Simplesmente por contrariar o sistema, o ministério, ou seja, quem for o defensor de qualquer modismo, a nossa opinião é tida como, alguém que é contrário às BENÇÃOS de Deus e ao ministério. Não sabem aceitar como uma opinião.



Deus criou os humanos passíveis de questionamentos, críticas, opiniões e visão diversas. Por discordarmos de algo, não significa que estamos contra Deus, o pastor o ministério seja lá quem for. Têm-se uma compreensão diferenciada, não significa que queremos mudar a liturgia, os costumes ou os modismos de quem aderiu a eles. Mas sim levar as pessoas a analisarem, refletirem e decidirem por si mesmo.



Uma das atitudes que exigem mais determinação e segurança da parte de quem a pratica é aquela que não faz parte do senso comum. Ser alguém que, mesmo sozinho, se mantém firme em suas convicções exige estar bem consigo mesmo. Se essas convicções dizem respeito à prática da fé, só consegue ter essa atitude determinada quem está bem com seu Criador e se dispõe a seguir os padrões que Ele determinou. Principalmente se, para manter suas convicções, a pessoa corra riscos ou precise enfrentar situações difíceis, como discriminação, opressão, perseguição, coerção etc.



Orar por chaves. Já escrevi em outro texto, que chave é um objeto inanimado. Podem dizer: É força de expressão! Tudo bem, então porque não chamamos o dono das chaves e fazemos uma oração específica por ele? E porque oramos apenas por chaves de carro, casa, moto e nada mais? Porque não oramos pela carteira de motorista, diplomas, documentos etc.? Um jovem ganhou uma bicicleta com cadeado, e disse que iria levar as chaves do cadeado para orarem por elas. Alguém repreendeu dizendo: Que absurdo! Se fosse pelo menos uma moto, mas uma bicicleta, que vergonha! Chaves de cadeado, certificados etc., não é algo que trás ambição, o povo não quer isso, não estimula a fé de ninguém.



Apenas uma vez vi um Cabo que foi promovido a Sargento, ele levou sua faixa de sargento que iria usar na farda, e pediu que orassem por ela. Ninguém ligou, não houve o grito de guerra. De quem será a próxima? Afinal, nem todos podem ser sargentos, só os poucos cabos que estavam presentes no culto ficaram motivados. É interessante o grito de guerra para a aquisição de chaves. De quem será a próxima? Minha! O povão clama. E quando chega a próxima vez, nem sempre é de quem gritou. Lembro que em uma ocasião, perguntou de quem era a próxima chave a ser orada e apresentada, todos disseram: Minha! E não foi de ninguém, mas de alguém que não era cristão. Ele trouxe as chaves para receberem oração, mas ele mesmo não quis oração para salvação.



Lembro ainda que em outra ocasião quando falaram o grito de guerra. É Minha! Não foi de ninguém a próxima chave, mas minha, do meu carro, e eu nem havia gritado. Apesar de alguém ter dito antes que eu não tinha carro por ser crítico, por isso Deus não me abençoava, recebi as chaves de um carro. E eu não disse que a próxima era a minha. Porque será que o povão não recebeu? Alguém pode culpar eles mesmo. Falta de fé! Ás vezes não tomamos uma posição, com medo da retaliação da maioria. Ficamos pensando: Se ensinarmos corretamente povo pode fechar a mão, vamos deixar pra lá, não tem nada a ver! Precisamos tomar atitude de ensinar aquilo que é correto.



Acredito que estas coisas têm que acontecer, não conseguiremos evitar os modismos, a febre da prosperidade financeira, culto de milagres específicos, guerra espiritual e outras heresias. Isso só terá que se alastrar a cada dia. Quando criticamos, ensinamos, não significa que queremos extinguir isso da igreja, até porque não tem reversão. Mas a idéia é salvar alguns... Hoje na opinião da maioria, para identificar uma igreja abençoada é só olhar para o estacionamento.
Se tiverem muitos carros, e de preferência novo, está ai uma igreja abençoada. E a maturidade espiritual? As características de uma vida cristã? E o fruto do Espírito? Isso diante da prosperidade e vitória financeira, não é tão relevante, deixemos isso por último. Vamos construir fazer campanhas, arrecadar, aumentar as entradas, e depois se houver tempo, evangelizar, visitar, orar, discipular etc. Mas lembre-se, se houver tempo. Nem para ler a Bíblia temos tempo, afinal os textos que falam de riquezas e bênçãos materias já estão todos grifados mesmos é só ler e pronto.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Ainda falta muito para reformar (Aniversário da Reforma)



AINDA FALTA MUITO PRA REFORMAR
Por Valdeci do Carmo



No dia 31 de outubro de 1517 um homem convicto de sua fé, MARTINHO LUTERO, rompeu drasticamente com a igreja soberana da época. 95 teses foram afixadas às portas do Castelo de Wittenberg.


Este homem desafiou a “autoridade divina” da época, o sistema eclesiástico existente que era a “representação de Cristo”. Não teve medo de defender suas convicções. Creu na Palavra e denunciou toda forma de corrupção existente. Abuso de poder, enriquecimento ilícito, heresias nas mais variadas formas, enfim um homem que fez a diferença em sua época. Obviamente muitos antes dele também contribuíram e pagaram com a vida.


Não pretendo discorrer sobre a Reforma. Há muitos textos na internet que trata do assunto e muitos blogs conceituados que fazem o mesmo. Passaram-se mais de 490 anos e parece-me que a história se repete, o problema é que poucos estão dispostos a se sacrificarem em prol da verdade.


O abuso de poder é uma constante, pessoas assumem grandes trabalhos como se os mesmos fossem propriedades pessoais que devem ser guardadas como herança familiar.
As recomendações de Tiago sequer são lidas em muitos lugares, pois toca a ferida e expõe nossa nudez coberta pelo manto da hipocrisia. Conformamos-nos com os títulos e em nome da “obediência” nos calamos sob a desculpa que “Deus vai agir”, “não toquem nos ungidos”, entre outras do gênero.


Até quando iremos presenciar passivamente a Bíblia, sendo posta de lado, verdades fundamentais relegadas a segundo plano, manipulações das emoções em nome do avivamento e multidões sendo extorquidas em nome da fé. Presenciamos tudo isso e nos calamos. Por que nos calamos? Temos medo de perdermos a confortável “unção ministerial”? Queremos ser vistos com bons olhos e para isso devemos agir politicamente corretos? Estamos tão presos a força da tradição que temos medo de sair d ministério e acarretar maldições por termos desobedecido e abandonado a “obra do Senhor”? Seja qual for o motivo do silêncio de muitos não estão desculpáveis diante de Deus.


Temos muitos títulos e entretenimentos à moda romana “pão e circo”, mas lá no fundo nossas consciências sentem o lampejar de alerta nos dizendo que está faltando mais compromisso, mais palavra, mais unção, mais cristianismo e menos religiosidade.


Faltam-nos homens como Elias, João Batista, Jeremias entre muitos outros que não se omitiram da verdade embora lhes custasses um preço caro de se pagar. Conclamo a todos que não se calem contra a Teologia da prosperidade, contra a tão falada unção profética da transferê

ncia de riqueza, posicionem-se contra a suposta bênção de Toronto, contra os modismos que avassalam nossas igrejas e destroem as estruturas em que outrora estavam firmadas.
A decisão é sua, Lutero teve que tomar a dele. Levantar-se contra a igreja-mãe, a detentora exclusiva do direito ao céu, a portadora dos oráculos divinos, cujos ministros representavam o próprio Cristo.


Não tenha compromisso com nenhum ministro ou ministério que desrespeita as verdades contidas na Bíblia. Não precisa temer àqueles que não defendem a igreja do Senhor e ainda permitem que seja ludibriada, extorquida e com marcas das “pauladas” recebidas advindas das “exortações proféticas” dos santos “homens de Deus”.


Não há muito mais a comemorar, o sistema papal está vivo, as indulgências continuam a serem vendidas em todas as formas. Enfim, precisamos terminar a Reforma que foi iniciada a mais de 490 anos.


Valdeci do Carmo
Ministro do Evangelho
Novembro de 2009
texto retirado originalmente do Blog http://valdecidocarmo.blogspot.com/