Alerta Final

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quarta-feira, 31 de março de 2010

Os Heterofóbicos contra Marcelo Dourado


O BBB 10 acabou. Segundo o Bial, o bbb 10 educa, ensina, e transmite conhecimento. Não sei onde Bial vê isso, num programéco, onde os confinados se expõem de maneira vergonhosa. O povo parece gostar disto, da mesma maneira que gostam de novelas onde a promiscuidade é o tema principal.
O gaúcho Marcelo Dourado causou a agastamento do grupo gay. Dourado disse que os heterossexuais não adquirem a AIDS. Depois da discussão com Angélica, o assunto rendeu nos Twitter, blogs sites.

Alguns disseram: “A dominação masculina é mesmo eficaz”... “As femininas não reagem contra Dourado, porque as mulheres que ele brigou é lésbica”. Escrevendo no Twitter, Boy George que é um cantor da Inglaterra arremeteu: “Homo fóbico lidera o Big Brother Brasil. Brasileiros, votem para eliminar esse narcisista que odeia gays”.

Luiz Mott, que fundou o grupo gay da Bahia, disse que Dourado tinha
nojo de homossexuais, e é violento contra as lésbias, portanto homo fóbico. Mott ainda citou a PL 122/2006, que segundo ele equipara o direito dos gays como os dos negros, homofobia e racismo.

É minha gente, até a opinião do outros está sendo castrada. É uma verdadeira mordaça, não se pode falar nada contra o comportamento dos outros, que é igual assanhar um formigueiro. Incitam os outros, emitem mensagens de violência, e parece um rolo compressor.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Novo debate do Silas no Ratinho com a transexual Rosana

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Após debater com a ex-deputada federal Iara Bernardes sobre o PL 122/2006, no Programa do Ratinho exibido no dia 24 de fevereiro, o pastor Silas Malafaia foi convidado a voltar ao programa, para discutir o assunto com o transexual Rosana Star, ex-paquito, na última quarta-feira (24/03). O grupo GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais) assistiu ao primeiro debate e não achou satisfatória a participação de Iara, autora do projeto, como porta-voz dos homossexuais. Foi concedido, então, o direito de resposta.

Assim como no primeiro debate, antes de a palavra ser concedida aos convidados o programa de ontem exibiu um vídeo sobre o tema proposto. Foi explicado que o projeto de lei define como crime qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo. Com uma cópia do projeto em mãos, o pastor Silas Malafaia mais uma vez defendeu seu ponto de vista. Ele esclareceu que não se trata de uma lei para punir devidamente a homofobia [medo ou aversão patológica ao homossexualismo, acompanhado de comportamento violento contra os homossexuais], mas de uma tentativa de caracterizar como homofobia qualquer opinião contrária ao homossexualismo, colocando uma “mordaça” na sociedade e concedendo privilégios a um pequeno grupo.


“Se alguém está sendo agredido e se sente afrontado, existe uma lei que defende os cidadãos como um todo, tanto os heterossexuais quanto os homossexuais”, complementou o pastor Silas. Rosana, por sua vez, concentrou seu discurso em questões religiosas. Sempre que era questionada sobre os termos equivocados que prescrevia o projeto, alegava que os evangélicos eram preconceituosos. “Não viemos aqui para discutir religião, mas o projeto de lei”, advertiu o pastor Silas, que, energética e eloquentemente, fundamentou todos os pontos de vista dele contra a aprovação do PL 122. O projeto de lei foi aprovado no Congresso Nacional, mas ainda está à espera de votação no Senado.

terça-feira, 23 de março de 2010

Lições bíblicas 2° Trimestre de 2010 (Jeremias)



Estaremos estudando neste segundo trimestre do ano, a biografia e o livro de um dos mais notórios profetas de Israel. Jeremias filho de Hilquias era zeloso pesquisador da Toráh. Conhecido também como o profeta "das lágrimas", devido aos sofrimentos que teria que enfrentar em especial a queda de Israel diante de Nabucodonosor. Tornando-se cativo da nação babilônica por 70 anos, a história de Jeremias cobre um período de 40 anos. Isto desde sua chamada em 623 a.C quando Josias reinava sobre Israel, até a queda de Jerusalém em 586 a.C. Seu ministério profético abrangeu os últimos cinco reis de Israel (Josias, Jeoacaz, Jeoaquim e Zedequias).


Ao ser chamado pelo Senhor, ele identifica-se como uma criança (segundo os pesquisadores ele estava no final da sua adolescência). Mas Deus não estava olhando a capacidade humana de Jeremias e sim suas qualidades cristãs. Sua integridade era dedicada a Deus, coração contrito, corajoso e espírito quebrantado. O momento era delicado para nação judaica, pois como o reino estava dividido, reino do norte (Israel) sua capital era Samaria e reino do sul (Judá) com sua capital sendo Jerusalém. O reino do norte já havia sido conquistado pelos Assírios a quase um século e Judá estava em situação de aperto, prestes a se tornar cativo da Babilônia.


Babilônia derrotaria os Assírios tornando-se o Império Mundial. Josias assume o trono em 623 a.C, foi quando Israel experimentou um avivamento. Nesta época o templo foi reformado e o livro da Lei voltou a ser lido para o povo. Jeremias tinha cinco anos atuando como profeta. Josias morreu em uma batalha contra Faraó Neco, Jeoacaz então assume o trono reinando apenas três meses. Em seguida foi deposto por Neco que impôs um tributo alto contra Israel e nomeou Jeoaquim como novo rei de Judá. Neste período aconteceu a grande batalha de Carquemis em 605 a.C onde Nabucodonosor esmagou os egípcios.


Nesta batalha Faraó Neco foi derrotado às margens do rio Eufrates, então começa a se cumprir algumas das profecias ditas por Jeremias. Em especial a que ele falou da derrota de Israel para a Babilônia. Esta foi um dos motivos da perseguição contra o profeta. Ele foi perseguido e aprisionado. Jeoaquim morre como prisioneiro, e seu filho Joaquim assumem em seu lugar sobre as ordens de Nabucodonosor. Ele reinou apenas três meses, sofrendo o mesmo destino de seu pai. Na seqüência Zedequias assume o trono sendo nomeado pela Babilônia.



No oitavo ano de Zedequias ele implantou uma rebelião com a ajuda de Faraó Hofras, mas Deus já havia revelado a Jeremias que a destruição seria inevitável. Babilônia venceu os egípcios e destruiu Jerusalém.


O ministério do profeta é dividido em duas fases, antes e depois do cativeiro. O que sabemos é que mesmo diante de todas as dificuldades que Ele passou, não hesitou em desempenhar aquilo que Deus propôs para ele. Sofreu o desprezo do seu povo pelo zelo e amor a Deus. Ele teve que enfrentar o cativeiro sendo acusado de traidor pelas suas profecias contra sua própria nação.


Jeremias foi um crítico da conduta do seu povo, mediante uma visão de que Israel era a nação de Deus vinculada a ele por meio de um pacto e sujeita à sua Lei. Jeremias sofre com os julgamentos, enquanto Israel violava claramente a lei praticando a idolatria. Também desrespeitavam o descanso no dia do sábado e não libertavam os escravos no Ano do Jubileu.
As denúncias de Jeremias reivindicavam a atenção dos príncipes e do povo, para que fossem responsáveis pela Lei, a qual violava constantemente. Suas críticas eram feitas em discursos acalorados em plena praça pública. Seus principais alvos eram os sacerdotes, profetas, governantes e todos aqueles que seguiam o legalismo do "proceder à popular".


Todavia, ele reconhecia que sua missão era também de "construir e plantar" (Je 1:10). Chorou diante da calamidade que sobreviria a Jerusalém
(Je 8:21, 22; 9:1).
Apesar das atitudes para com ele, Jeremias suplicou ao Rei Zedequias, o rei vassalo, para que continuasse a viver (Je 38:4, 5, 19-23).


Segundo os relatos em seu livro, Jeremias não se julgava justo aos seus próprios olhos, mas incluía a si mesmo ao admitir a iniqüidade daquela nação (Je 14:20, 21). Depois de liberto por Nebuzaradã, hesitou em abandonar aqueles que estavam sendo levados para o cativeiro babilônico, talvez achando que deviam compartilhar a sorte deles, ou desejando continuar servindo aos interesses espirituais deles (Je 40:5).


Por vezes, em sua longa carreira, Jeremias ficou desanimado e necessitou a confirmação do apoio de Jeová, mas, mesmo em adversidade, não deixou de invocar a Jeová, pedindo-lhe ajuda. (Je cap. 20).


Encontrou bons companheiros, a saber, os recabitas, Ebede-Meleque e Baruque. Por meio destes amigos, foi ajudado e livrou-se da morte. Teremos um trimestre enriquecedor, para os amantes da escola dominical. Que Deus em Cristo vos abençoe.


SUMÁRIO DA LIÇÃO:
1- Jeremias, o profeta da esperança
2- Os perigos do desvio espiritual
3- Anunciando ousadamente a Palavra de Deus
4- Chorando aos pés do Senhor
5- O poder da intercessão
6- A soberania e autoridade de Deus
7- O cuidado com as ovelhas
8- O poder da verdadeira profecia
9- Esperando contra esperança
10- O valor da esperança
11- O dilema de um jovem
12- A opção pelo povo de Deus
13- Esperança na lamentação



Abney San Martim
Cuiabá MT
É professor da EBD e Teologia

quinta-feira, 18 de março de 2010

Advogado do diabo ( filme ficção)



Um jovem amigo estudante de direito, me procurou contando seu desejo em assistir o filme advogado do diabo, recomendado por seu professor. O filme é antigo, lançado em 1997 nos cinemas dos EUA. De tanto ouvir falar deste filme, resolvi assistir. O que valeu boas recomendações para meu jovem amigo.


Kevin Lomax (Keanu Reeves), advogado de uma pequena cidade da Flórida que nunca perdeu um caso, contratado John Milton (Al Pacino), dono da maior firma de advocacia de Nova York.

Kevin recebe um alto salário e várias mordomias, apesar da desaprovação de Alice Lomax (Judith Ivey), sua mãe e uma fervorosa religiosa, que compara Nova York a Babilônia.


No início tudo parece correr bem, mas logo Mary Ann (Charlize Theron), a esposa do advogado, sente saudades de sua antiga casa e começa a testemunhar aparições demoníacas.


No entanto, Kevin está empenhado em defender um cliente acusado de triplo assassinato e cada vez dá menos atenção sua mulher, enquanto que seu misterioso chefe parece sempre saber como contornar cada problema e tudo que perturba o jovem advogado.


O filme advogado do diabo é um filme com muitas mensagens subliminares satânicas, e malignas. É incrível como o Diabo revela sua vontade, suas atitudes e seus planos neste filme, sem chamar a atenção dos desavidados. O Diabo se mostra como o pai da humanidade, dizendo que se importa com o homem, muito mais que Deus. Ele descreve Deus como um sádico, que cria regras, para ver as pessoas sofrerem em cumpri-las. Descreve as atitudes de Deus, como alguém ausente, que não dá a mínima para os humanos.


O diabo se revela como John Milton (Al Pacino), alguém que promove o sucesso de outros, descrevendo este sucesso como vaidade. Através da ganância, da promiscuidade, avareza, mentiras e absolvição indevida, ele destrói, o amor familiar de Kevin Lomax (Keanu Reeves). Isto vemos no mundo de hoje, a destruição da família, a ganância, a mentira, o esfriamento do amor, tanto conjugal, fraternal, como o amor divino.


John Milton (diabo) fala que o século XXI foi todo seu, esteve no topo. Na verdade a Bíblia diz que "o mundo jaz do maligno", o diabo tem destruído as famílias, o número de divórcios tem aumentado a prostituição, o aborto, o homossexualismo, a perversão tem se multiplicado. Está escrito: "E por se multiplicar a iniqüidade o amor de muitos esfriará".


Ainda neste filme, Milton revela o segredo do diabo para o fim dos dias. Uma aposta para virar o jogo contra Deus. E sua aposta é o anticristo, que lutará e enganará a humanidade. Este filme é tido por muitos amantes do direito, como uma ótima lição para os estudantes.


Mas na realidade, o que o filme quer transmitir, é a mensagem subliminar que está oculta, ou explícita, dependendo da sua percepção. Não é debalde que tem muitas pessoas, com o mesmo conceito de John Milton sobre Deus, família, sucesso e pecado.


Ev. Geziel Silva Costa





terça-feira, 16 de março de 2010

Campanha do Centenário das Assembleias de Deus no Brasil

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Vídeos extraídos do site do centenário.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Blogueiros Assembleianos lançam selo pela unidade do Centenário





Blogueiros assembleianos lançam selo pela unidade no Centenário.


Um grupo de blogueiros assembleianos aderiu à campanha pela unidade nas comemorações do Centenário das Assembleias de Deus. O pastor Carlos Roberto, em recente encontro com o responsável por coordenar tais atividades, mencionou o tema e algumas semanas depois o pastor Geremias do Couto o trouxe para o blog com a postagem: Centenário da AD no Brasil: de que lado você está? Logo o irmão Luís, do blog evangelização, sugeriu que se criasse um selo para fomentar a ideia, que foi imediatamente encampada por outros colegas.


Alguns dias depois o irmão Elian Soares, do blog Evangelismo e Louvor, preparou o primeiro rascunho, o qual, depois de receber diversas sugestões, entre as quais a do companheiro Robson Silva, resultou no selo que acabamos de publicar em nossos blogs como uma das ferramentas para alavancar a campanha em favor de uma comemoração unida de todos os assembleianos, no ano do Centenário, incluindo CGADB, CONAMAD e a igreja-mãe, em Belém, PA.


O selo teve como idéia tornar a logomarca oficial do Centenário um quebra-cabeça, onde cada peça representa um ministério, visto que a nossa igreja forma esse grande mosaico com diferentes ministérios e convenções. As quatro mãos que montam o quebra-cabeça significam que a unidade em torno das comemorações do Centenário depende da boa vontade dos líderes e respectivos ministérios e convenções. Nosso papel é fomentar e ajudar essas mãos a montar o quebra-cabeça. Cremos que com a ajuda de Deus poderemos chegar lá. Mas no mínimo fizemos a nossa parte.


Trata-se de uma campanha sem partidarismos, sem donos e espontânea, que pretende estar acima de qualquer facciosismo, visando um verdadeiro congraçamento que contribua para celebrar a unidade, e para o seu fortalecimento, evitando que ela fique mais esgarçada em razão de comemorações que se prenunciam divididas, e que, desta forma, não representam os verdadeiros anseios do povo assembleiano.


Estes são os blogs que lançam, simultaneamente, a campanha na blogosfera cristã e, sobretudo, assembleiana:



A Supremacia das Escrituras, Marcello Oliveira.


A serviço do Rei Jesus, Ev. Jairo Elin.


Alerta final, Geziel Costa.


Blog do pastor Robson Aguiar.


Blog do pastor Newton Carpinteiro.


Blog do pastor Eliel Gaby.


Blog do pastor Guedes.


Blog do Ivan Tadeu.


Blog o pregador, Pb. Juari Barbosa.


Cristianismo Radical, Juber Donizete.


E agora, como viveremos?, Valmir Milhomem.


Encontro com a Bíblia, Matias Borba.


Geração Que Lamba, Victor Leonardo Barbosa.


Manhã com a Bíblia, Geremias do Couto.


Philadelfia – Evangelismo e Louvor, Elian Soares.


Point Rhema, Carlos Roberto Silva.


Prossigo para o Alvo, Robson de Souza.


Reflexões sobre quase tudo, Daladier Lima.


Teologia Pentecostal, Gutierres Siqueira.

Victória Antenada, Victória Virgínia



Se você deseja ver o povo assembleiano unido nas comemorações do Centenário, una-se conosco. Se você deseja ver as filhas em todo o Brasil ao lado da igreja-mãe comemorando a chegada dos pioneiros Gunnar Vingren e Daniel Berg há 100 anos na cidade de Belém, PA, trazidos pelo Espírito Santo para espalhar o fogo do movimento pentecostal no país, divulgue esta mensagem para outros blogueiros e coloque no seu blog o selo que ora lhe sugerimos.




Seja um fomentador da unidade nas comemorações do Centenário das Assembleias de Deus. Deus pode usar este movimento para aparar arestas, fazer cair por terra vaidades pessoais e cessar toda polarização que hoje tem sido motivo de muita tensão e discórdia entre as nossas lideranças.



Que o Senhor nos ajude.




O texto é do pr Geremias do Couto que tem nosso apoio nesta batalha.

Ev. Geziel Silva Costa

quarta-feira, 10 de março de 2010

A Cabana (É perigoso entrar)


Depois da leitura, e da análise do livro a Cabana, da editora sextante, fiquei me perguntando: Por que tanto empenho na divulgação e o incentivo à divulgação desta obra? Lógico, como ficção bem elaborada, mas fugindo muito quando aborda temas bíblicos.

O povo gosta de digerir livros de alto-ajuda e outros clássicos publicados por essa editora: O Monge e o Executivo, o Código Da Vinci, Anjos e demônios, A boa Sorte, O ócio Criativo e muitas outras obras.

Deus se revela de diversas formas, e pela Bíblia podemos conhecê-lo melhor, sem necessidade de livros adicionais que em especial destoa dos ensinos bíblicos. O Deus da Bíblia é diferente do revelado na Cabana.

O livro trata de questões que o ser humano experimenta no seu dia-a-dia. Sofrimento, mágoas, incompreensão, revoltas etc. Makc, o protagonista da história de a cabana, vive num mundo assim. Até encontrar uma senhora, que se apresenta como deus.

O deus da Cabana tem o homem como o centro de tudo, o Deus da Bíblia é o centro. O deus da cabana não é soberano, não controla, nem é responsável pelas atitudes humanas. O Deus da Bíblia é soberano, e todas as coisas acontecem por sua vontade, seja diretiva, ou permissiva. O deus da cabana diante de Makc é obrigado a dar-lhe explicações sobre as mais variadas incompreensões que Mack tem sobre tudo.
O Deus da Bíblia, é quem pergunta, é quem impõem, e mostra sua presciência e soberania, sem dever explicações a ninguém.

O deus da cabana não se importa com a transformação do homem, mostrando que no final, arranjará um cantinho para cada indivíduo. O Deus da bíblia diz que temos que nascer da água e do Espírito para entrar no Reino. O deus pai da cabana parece ter enfrentado o calvário, como crêem os unicistas. O Deus da Bíblia deu seu filho para morrer em nosso lugar.

O sucesso que a cabana faz no meio evangélico, me leva a crer que o nosso povo está deixando a Bíblia de lado. Atentando para as palavras de Oséias: “O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento”; (Os 4.6) Falta nestes dias o dom de discernir os espíritos. "E a outro a operação de maravilhas; e a outro a profecia; e a outro o dom de discernir os espíritos; e a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação das línguas”. (1Co 12.10). Grifo meu.
Ev. Geziel Silva Costa

quinta-feira, 4 de março de 2010

Peixes são vistos caindo do céu, em Lajamanu, na Austrália



01 de março de 2010

Na quinta-feira (25) e, depois na sexta (26) – por dois dias seguidos, portanto – centenas de peixinhos brancos caíram do céu para total espanto da população local, em Lajamanu, na Austrália.

Ninguém conseguiu descobrir como os peixes foram parar no céu (Foto por Getty Images)
Lajamanu fica no meio do deserto de Tanami e você pode andar centenas de quilômetros em qualquer direção sem topar com o menor indício de água – doce, salgada, com gás ou sem gás.
O espanto só não é maior porque há registros de que isso já tenha ocorrido antes, em 1974 e, mais recentemente, em 2004.


Para os meteorologistas, a única explicação para a precipitação piscosa é um tornado. Os peixes teriam sido sugados para o céu em um canto do mundo e caíram em Lajamanu. Mesmo assim, não houve registro de tornado nas imediações da cidade de modo que o advento da chuva de peixe permanece sendo um mistério.


Christine Balmer, moradora da cidade australiana, confirma que os peixes ainda estavam vivos quando caiam do céu.


fonte ANDA agência de notícias de direitos animais

quarta-feira, 3 de março de 2010

A lei do coração

Recomendo o Livro do professor Howard Hendricks, (Ensinando para transformar vidas), editado pela editora Betânia. É um clássico do ensino cristão. Além das experiências do professor, vemos um estilo imprescindível para quem quer não apenas transmitir conhecimentos, mas acima de tudo, causar uma mudança na vida de outros. Leia a síntese do capítulo cinco do livro.



Introdução

((Dt. 6.4-6) (Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração);

Coração! Essa palavra para os hebreus englobava a totalidade do ser: intelecto,emoção e vontade.
Ensinar é transformar personalidade, caráter. É formar o caráter cristão.
Transferir conhecimento de intelecto, as escolas seculares já fazem. Mas fazer esse trajeto pela via do coração é mais difícil, mas também é compensador ver vidas transformadas.

Dizer ou ser?

O que somos, é mais importante do que dizemos. Temos que ter atrativos para quem lecionarmos. É preciso confiarem em nós, e quanto mais confiarem, melhor será o ensino. O caráter do professor deve gerar confiança. Precisamos ter cuidados para não perdê-la, pois recuperá-la se torna mais difícil.

Nossa objetividade

Amar o aluno. Quando ele se sente amado pelo professor,dispõe-se a fazer tudo que o professor quiser. Jesus sempre se compadece das pessoas. Multidão o seguia porque ele dava atenção a todos e elas se sentiam amadas. Até mesmo as crianças Jesus as amava e dispensava uma atenção e especial a elas. E qual é a reação das pessoas quanto a você professor? Eles se sentem alegres por vê-lo lecionar, ou se decepcionam?

Conteúdo gera percepção

Os maiores mestres não são aqueles conhecem tudo. Que possuem grande inteligência. Mas aqueles que possuem um grande coração. Aqueles que gostam e se dedicam ao ensino. Ao comunicar fazem com todo seu ser, com amor. Aqueles que sabem transmitir e alcançar o ser dos que o ouvem. Aqueles que sabem causar uma mudança através do ensino. “Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos”. “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus” (Rm8.29 Rm 12.2). Ex gelatina.

Onde começa a aprendizagem?

Na emoção. As pessoas absorvem aquilo que sentem interessadas a absorver. E rejeitam o que querem rejeitar. Se tivermos sentimentos negativos com alguém, rejeitamos tudo o que ele diz. Pois rejeitamos a pessoa dele.

Quando entramos numa sala de aula pela primeira vez, todos estão com uma arma apontada para nós. Precisamos convencê-las a baixar as armas. E isso é feito com a alma. Mostrando interesse pelo aluno e não simplesmente pela vontade transmitir conhecimento.

Como causar impacto nos alunos

1- Conhecer bem os alunos. As dificuldades, as lutas do dia-a-dia. Aí fica mais fácil saná-las. Isso exige dedicação e tempo. Que haja dedicação no ensino. Há professor que após lecionar desaparece. Os alunos querem conversar, apertar sua mão, tirar dúvidas. Eles querem ir à sua casa, vá até a casa deles.

2- Saber ouvir os alunos. Depois da aula os alunos querem conversar. Ás vezes simplesmente desabafar. Precisamos dar o direito de eles falarem. Os irmãos mais simples é que tem feito isso. As irmãs do circulo de oração é que tem desempenhado melhor esse papel por ter ouvidos para ouvir os irmãos.

A lei da motivação

O ensino será mais influente quando o aluno se encontra adequadamente motivado. Porque adequadamente? Porque existe a motivação inadequada, ilegítima.
Por exemplo: a motivação dom picolé. A professora diz ao aluno: se você ficar quietinho, no final da aula você ganha um picolé. O aluno ficará quieto, mas o interesse e o motivo não será a aula, e sim o picolé. Ele não estará motivado a guardar nada do que ela está ensinando, isso não da resultado objetivado, e sim resultado negativo.

Motivações inadequadas

Se os cristãos não decoram muitos versículos da Bíblia, dizemos que ele não é um crente espiritual.

Ao pecador dizemos: se você a Cristo. Todos os seus problemas serão solucionados. Cristo resolve mesmo, mas não da maneira como dizemos, nem na hora que queremos, nem como expressamos.

Ter consciência das próprias deficiências

Falamos para os novos convertidos tudo o que eles devem fazer para Deus. Mas precisamos primeiro falar o que Jesus já fez por nós. Todo o sacrifício dele. Assim eles se sentirão gratos, alegres e motivados.

A boa aprendizagem

Uma boa forma de motivar os alunos é estruturar a aprendizagem em três etapas

1-exposição

Expomos muito bem. O bom professor sabe expor a aula através da didática e metodologia. Os alunos ficarão perplexo.

2-demonstração

Devemos demonstrar nós mesmo aos alunos. Eles precisam ver-nos em campo, em batalha, estudando, orando e dedicados às coisas de Deus. Assim eles vão dizer: quero ser exatamente assim.

3-prática

Levar o aluno a praticar que aprendeu.

Na primeira estamos presente com ele. E vendo ele por em prática o que aprendeu. Assim estamos incentivando, encorajando e corrigindo o aluno.
Na segunda estaremos ausentes e o aluno estará em algum momento da sua vida praticando a só tudo o que aprendeu, e precisando sair vencedor.