quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

É NATAL!!

geradores de animações



A todos irmãos e amigos blogueiros, Feliz Natal e boas festas.
São os votos de Alerta Final.

Abraços
Geziel





segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

O Significado Espiritual de Três Lugares

O Significado Espiritual de Três Lugares
Norbert Lieth

Na história do nascimento de Jesus, que mais uma vez celebramos com muita alegria neste Natal, três lugares desempenham um papel significativo. São locais históricos, visitados por muitas pessoas. Mas também podemos analisar seu sentido simbólico, e dele extrair profundas lições espirituais. Havia razões para Jesus nascer justamente em Belém. Sua fuga para o Egito tinha motivos, e não foi por acaso que Ele cresceu na cidade de Nazaré.


1. Belém




“E tu, Belém Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2).




Penso que Deus, ao afirmar: “...Belém, ...pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá”, está nos dizendo que ama os pequenos, e que Jesus veio justamente para os que nada representam neste mundo, que normalmente não são vistos nem notados no meio da multidão. Deus, porém, vê a todos. Para Deus, você não é uma entre milhares de pessoas. Imagine a cena: o Deus Eterno, que sempre existiu, tornou-se homem em Jesus, nasceu e foi enrolado em faixas e deitado em uma manjedoura numa estrebaria em Belém. Lá, onde tudo cheirava a comida e a esterco de animais, Jesus veio ao mundo. Certa vez, alguém disse: “Muitos homens quiseram ser deuses, mas só um Deus desejou ser homem”. O Senhor se humilhou tão profundamente para nos elevar até o céu. Ao escolher um lugar tão insignificante para o nascimento de Seu Filho, Deus está nos transmitindo a mensagem de que se importa com os “pequenos” e com os que não são nada diante do mundo. Jesus veio para buscar e salvar o perdido, o desprezado, o miserável e o de coração quebrantado.


2. O Egito




O Egito é usado na Bíblia como símbolo de escravidão, jugo e cativeiro. Lá viviam os israelitas nos tempos de Moisés, em uma terra estranha, longe da sua pátria. Os judeus eram obrigados a fazer trabalho pesado e eram oprimidos pelos egípcios. Mas chegou o dia de seu êxodo, de sua libertação da escravidão. Israel foi conduzido à liberdade para servir a Deus. Naquela ocasião, os israelitas foram resgatados pelo sangue de um cordeiro. Quando Jesus, o Cordeiro de Deus, esteve no Egito, isso indica que Ele é o Grande Libertador.


Existe tanta opressão e escravidão neste mundo, mais do que imaginamos. Quantos são escravos do pecado, de seus instintos, de suas paixões e vícios. Pela sua própria força não conseguem se livrar dessas amarras. Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.34,36). Muitos já afirmaram que não são como gostariam de ser, que sempre caem nos mesmos erros, que constantemente ficam irados e repetidamente fazem coisas que imaginavam ter superado. Seu desejo sincero é amar aos outros, mas às vezes isso parece impossível.
Outros permitem que seu interior seja corroído pelo ódio, pela inveja, por ciúme e desamor. São prisioneiros de si mesmos, sem que o queiram. Como seria maravilhoso se todos pudessem se livrar dessas amarras do mal!


Jesus veio para nos libertar. Ele é o Cordeiro de Deus sem mácula, que deu Seu sangue por nós, para nos resgatar. Todos estão debaixo do poder do pecado e vendidos ao Diabo. Muitos pensam que mandam em si mesmos, mas são regidos por um poder de fora. Pensam ser livres, mas são escravos. “Aquele que pratica o pecado procede do Diabo, porque o Diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do Diabo” (1 Jo 3.8). Essa é a lição espiritual que podemos aprender ao estudar o significado que o Egito tem na Bíblia.


3. Nazaré




Nazaré era uma das cidades de má reputação em Israel, um lugar muito desprezado. Por isso, Natanael chegou a perguntar em certa ocasião: “De Nazaré pode sair alguma coisa boa?” (Jo 1.46). Mas justamente Jesus é chamado de “Jesus de Nazaré”. Isso significa que Jesus não se identifica com o pecado, mas identifica-se completamente com o pecador. Jesus colocou-se voluntariamente no lugar dos desprezados e de má fama, dos acabados, dos indigentes, dos criminosos, dos sem valor algum e de todos aqueles que não têm um bom nome. Ele veio para todas as camadas da sociedade. Para Jesus, ninguém é ruim demais para receber Sua graça. E ninguém é muito bom, sem precisar dela. Nazaré nos lembra que Jesus veio para todos, ama a todos e se identifica com cada um de nós.






Texto de Norbert Lieth

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A Rádio Melodia FM promoveu um debate sobre as relações homoafetivas




video




Ouça o debate promovido pela Rádio Melodia Fm sobre as relações homoafetivas.




Com a participação dos pastores Silas Malafaia (AD da Penha), Paulo Afonso (AD Betel em S. Gonçalo), Paulo César (Catedral da AD em J. Primavera Duque de Caxias), Marco Gladstone (Igreja Cristã Contemporânea) e desembargador Fábio Dutra, a Rádio Melodia FM promoveu um debate sobre as relações homoafetivas.

sábado, 28 de novembro de 2009

A lição de João 11. 43-44





“E, tendo dito isto, clamou com grande voz: Lázaro sai para fora. E o defunto saiu, tendo as mãos e os pés ligados com faixas, e o seu rosto envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o, e deixai-o ir” (Jo 11. 43-44).


Jesus ordenou que desatassem as faixas, porque não foi ele quem atou Lázaro. Poderia ele ordenar e as faixas desaparecem, mas era encargo de quem as colocou também tirá-las. A primeira lição desta passagem, é que existem enredos em nossa vida, que somos nós que devemos resolver. O que está em nosso alcance, somos nós, e não Deus que devemos resolver. Existem tantos atrapalho em nossa vida que nós que criamos, e depois ficamos orando e clamando a Deus como se ele fosse culpado.


Em segundo lugar, Lázaro não poderia ver nada com as faixas atadas em seu rosto, nem fazer alguma coisa, menos ainda andar com os pés e mãos ligados. A ordem era para que eles que ligaram a Lázaro, retirassem as faixas, assim ele voltaria a enxergar, andar e fazer algo. A missão da igreja aqui na terra é exatamente esta. Fazer o mundo enxergar a Luz divina. “Jesus é a Luz.” Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo “(João 1:9).


Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus (2 Coríntios 4:4). A nossa missão é desvendar os olhos destas pessoas com a palavra de Deus.


O mundo está com mãos e pés atados para Deus. Andam em caminhos que parecem direitos. Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte (Provérbios 14:12). Faz aquilo que é mal e contrário à obra de Deus. Precisamos através da palavra e do Espírito direcionar o olhar deles a Jesus autor e consumador. Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. ( Hebreus 12:2).


Acontece que hoje o olhar da maioria está na bênção e não no abençoador. Estão fazendo algo para si próprio e não em prol do reino de Deus. Com isso caminha por caminhos que levam ao fracasso, o caminho dos modismos, caminhos da avareza, a busca desenfreada por um paraíso rico aqui na terra.


Texto escrito por

Ev. Geziel Silva Costa

domingo, 15 de novembro de 2009

Oração pelas chaves (parte lll)



Volto ao assunto da oração pelas chaves. Alguns motivos me impulsionam a escrever novamente. Quando emitimos opinião, que podem ir de encontro com aquilo que é aceito em nosso meio evangélico, somos taxados de contrários. Pode ser algo que é aceito sem uma análise, sem um questionamento, sem nenhuma ponderação, algo que a maioria do povão acha normal. Simplesmente por contrariar o sistema, o ministério, ou seja, quem for o defensor de qualquer modismo, a nossa opinião é tida como, alguém que é contrário às BENÇÃOS de Deus e ao ministério. Não sabem aceitar como uma opinião.



Deus criou os humanos passíveis de questionamentos, críticas, opiniões e visão diversas. Por discordarmos de algo, não significa que estamos contra Deus, o pastor o ministério seja lá quem for. Têm-se uma compreensão diferenciada, não significa que queremos mudar a liturgia, os costumes ou os modismos de quem aderiu a eles. Mas sim levar as pessoas a analisarem, refletirem e decidirem por si mesmo.



Uma das atitudes que exigem mais determinação e segurança da parte de quem a pratica é aquela que não faz parte do senso comum. Ser alguém que, mesmo sozinho, se mantém firme em suas convicções exige estar bem consigo mesmo. Se essas convicções dizem respeito à prática da fé, só consegue ter essa atitude determinada quem está bem com seu Criador e se dispõe a seguir os padrões que Ele determinou. Principalmente se, para manter suas convicções, a pessoa corra riscos ou precise enfrentar situações difíceis, como discriminação, opressão, perseguição, coerção etc.



Orar por chaves. Já escrevi em outro texto, que chave é um objeto inanimado. Podem dizer: É força de expressão! Tudo bem, então porque não chamamos o dono das chaves e fazemos uma oração específica por ele? E porque oramos apenas por chaves de carro, casa, moto e nada mais? Porque não oramos pela carteira de motorista, diplomas, documentos etc.? Um jovem ganhou uma bicicleta com cadeado, e disse que iria levar as chaves do cadeado para orarem por elas. Alguém repreendeu dizendo: Que absurdo! Se fosse pelo menos uma moto, mas uma bicicleta, que vergonha! Chaves de cadeado, certificados etc., não é algo que trás ambição, o povo não quer isso, não estimula a fé de ninguém.



Apenas uma vez vi um Cabo que foi promovido a Sargento, ele levou sua faixa de sargento que iria usar na farda, e pediu que orassem por ela. Ninguém ligou, não houve o grito de guerra. De quem será a próxima? Afinal, nem todos podem ser sargentos, só os poucos cabos que estavam presentes no culto ficaram motivados. É interessante o grito de guerra para a aquisição de chaves. De quem será a próxima? Minha! O povão clama. E quando chega a próxima vez, nem sempre é de quem gritou. Lembro que em uma ocasião, perguntou de quem era a próxima chave a ser orada e apresentada, todos disseram: Minha! E não foi de ninguém, mas de alguém que não era cristão. Ele trouxe as chaves para receberem oração, mas ele mesmo não quis oração para salvação.



Lembro ainda que em outra ocasião quando falaram o grito de guerra. É Minha! Não foi de ninguém a próxima chave, mas minha, do meu carro, e eu nem havia gritado. Apesar de alguém ter dito antes que eu não tinha carro por ser crítico, por isso Deus não me abençoava, recebi as chaves de um carro. E eu não disse que a próxima era a minha. Porque será que o povão não recebeu? Alguém pode culpar eles mesmo. Falta de fé! Ás vezes não tomamos uma posição, com medo da retaliação da maioria. Ficamos pensando: Se ensinarmos corretamente povo pode fechar a mão, vamos deixar pra lá, não tem nada a ver! Precisamos tomar atitude de ensinar aquilo que é correto.



Acredito que estas coisas têm que acontecer, não conseguiremos evitar os modismos, a febre da prosperidade financeira, culto de milagres específicos, guerra espiritual e outras heresias. Isso só terá que se alastrar a cada dia. Quando criticamos, ensinamos, não significa que queremos extinguir isso da igreja, até porque não tem reversão. Mas a idéia é salvar alguns... Hoje na opinião da maioria, para identificar uma igreja abençoada é só olhar para o estacionamento.
Se tiverem muitos carros, e de preferência novo, está ai uma igreja abençoada. E a maturidade espiritual? As características de uma vida cristã? E o fruto do Espírito? Isso diante da prosperidade e vitória financeira, não é tão relevante, deixemos isso por último. Vamos construir fazer campanhas, arrecadar, aumentar as entradas, e depois se houver tempo, evangelizar, visitar, orar, discipular etc. Mas lembre-se, se houver tempo. Nem para ler a Bíblia temos tempo, afinal os textos que falam de riquezas e bênçãos materias já estão todos grifados mesmos é só ler e pronto.