Alerta Final

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sábado, 3 de novembro de 2012

ASPECTOS DA EDUCAÇÃO NA REFORMA PROTESTANTE E DA CONTRA REFORMA



O século XVI foi marcado com a união entre a burguesia e o rei contra a nobreza feudal. Estas alianças deu origem nas Américas o surgimento dos colonos. O que, mas marca o século XVI além da ascensão da burguesia mercantil, no assunto em destaque, foi a crise no catolicismo, o racha da igreja com a reforma.
Lutero não concordava com as vendas das indulgências, idolatria, vida devassa e uma série de outras coisas que o levaram a reformar a igreja e que poderíamos pontuar aqui mais não é o caso. Com a reforma a leitura e o exame da Bíblia eram permitidos, a difusão deste fator educacional passou a ser direito e dever da população. As escolas foram organizadas em quatro áreas de ensino:
  1.       Línguas (idioma local e clássico)
  2.       Literaturas pagãs e cristãs
  3.       Ciências artes e filosofia
  4.       Jurisprudência e medicina

A forma da aplicação era através do trabalho e dos estudos. Apesar de Lutero em 1517 ter incentivado a leitura da Bíblia a toda a população, em 1520 ele volta atrás restringindo a leitura somente aos pastores e líderes. João Calvino (1509 a 1564) foi um reformador protestante de Genebra que defendia uma escola Laica, onde não se ensinasse diretamente a religião. Defendia uma escola como necessidade pública de direito social.

Erasmo de Rotterdam (1466-1536) Foi um grande crítico da Igreja Católica, defendia os direitos das crianças, pregava o atendimento, a valorização e a promoção delas na educação. O livro “Elogio da Loucura” é uma leitura recomendável. Rotterdam não se tornou protestante, apesar de um crítico em ação na ocasião. A educação na contra reforma, foi uma reação da Igreja contra a Reforma. A igreja não via como um avanço a educação da Reforma, preferiu voltar-se às ideias e leis tradicionais e conservadoras do ensino. A contra Reforma continuou a defender a educação como direito das elites e dirigentes.

Em 1539 foi criada a companhia de Jesus, e no Concilio de Trento 1546 (Que foi uma grande reunião católica para combater os hereges) reforçou os principais conceitos Jesuíticos para a educação. Os Jesuítas pregavam a Civilização, Catequização, Confissão e o ensino da razão e fé. O método era a verbalização, oratória e leitura dos clássicos não proibidos, pois a igreja determinava quais livros poderiam ou não ser lidos, as obras de Maquiavel era proibido.

A gramática, Retórica, Lógica, Filosofia Natural, Filosofia Moral, Metafísica Teologia Escolástica, línguas (Grego, Hebraico e Latim) eram ensinadas pelos Jesuítas.  Bom, queria apenas destacar em breves palavras estes aspectos da educação na Reforma e na Contra Reforma.

Sugestão de Leituras         

  •        História das Ideias pedagógicas (Moacir Gadotti. Ed Ática).
  •         História da vida privada, vol. 3. Da Renascença ao século das luzes (Phillippe Aries e Roger Chartier).
  •        Escritos de São Tomás de Aquino (Martinho Lutero, Erasmo de Rotterdam).
Geziel Silva Costa

2 comentários:

Discípulo de Cristo disse...

Paz Seja Contigo,

Penso que a questão protestante não tem toda a relevância que a pretensiosa teologia gostaria, pois tem raízes comprometedoras no que tange ao verdadeiro Evangelho de Cristo.

Por exemplo: A virgem de Roma fundada por Paulo, ao ser corrompida por Constantino, iniciou seu processo de sedução pelos ditos "pais da igreja" até atingir sua maturidade de grande prostituta Católica.

A reforma protestante tão propagada pela teologia acadêmica, é um equívoco e nada tem haver conosco, a não ser pelo fato de Martinho Lutero tentar reformar a referida prostituta, sem contudo obter êxito.

Não obstante, pela conquista da liberdade da Igreja Luterana, também tivemos condições de resistir paralelamente as imposições da igreja dominante.
Contudo, a nossa origem não é de uma pretensa reforma da prostituta romana, porquanto somos oriundos da Igreja primitiva, doutrinada pelos Apóstolos, sendo Ap. Paulo, o discipulador da igreja gentílica e por conseguinte, principal sistematizador do Novo Testamento.

Concluo minha opinião afirmando que, a Igreja de Cristo não precisa de filosofia de "pais da igreja", nem "de reformadores de prostituta" e muito menos de uma nova reforma de teólogos renomados; mas sim, de nos arrependermos urgentemente e voltarmos a simplicidade do Evangelho de Cristo.

Paz Seja Contigo,
J.C.de Araújo Jorge

Flademir Bernardo disse...

Olá amado,
que benção o seu blog. Já estou seguindo para receber as atualizações.
Gostaria de tê-lo seguindo o meu blog.
http://pastosverdejantes.blogspot.com/

Fica na Paz.